Dentistas Hoje, celebramos os 99 anos de fundação de uma das mais antigas e atuantes entidades representativas dos cirurgiões-dentistas da Baixada Santista. Com a denominação de Instituto Odontológico de Santos, no ano de 1925, quando a cidade possuía pouco mais de 40 profissionais, um pequeno grupo liderado por Luiz Silva criava a instituição e elegia como primeiro presidente Flavio Alves de Moura Ribeiro. A primeira sede foi uma sala alugada na Praça Antonio Teles, 5. Mais tarde, veio a mudança para a Praça Rui Barbosa, 30. Em 1958, passou a se chamar Associação dos Cirurgiões-Dentistas de Santos, na gestão de Mario Capp, quando houve a compra do terreno da primeira sede. Em 1974, na gestão de Fernando Brito, iniciava-se a construção que, além de abrigar as atividades administrativas, possuía clinicas profissionais que atendem a população regional até hoje. A união com a Associação Paulista de São Vicente, em 1985, deu um impulso à entidade, reconhecida como utilidade pública. Parabéns a todos os envolvidos nessa história. Mario Roberto Leite Augusto, Ex-presidente da Associação dos Cirurgiões-Dentistas da Baixada Santista Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Energia elétrica Em primeiro lugar, gostaria de parabenizar A Tribuna por manter esse espaço para leitores poderem expressar sua opinião. Em segundo lugar, gostaria de saber da CPFL o motivo de, todos os dias, haver queda de energia no Itararé. Há dias esse fato vem ocorrendo, com quedas curtas de energia. Como ficam os eletroeletrônicos que vierem a queimar? O atendimento ao consumidor da CPFL é horrível, com horas de espera. Espero que, aqui, a concessionária possa nos responder, assim como a Prefeitura em relação a outro problema: os fios que as companhias de telefone e de TV por assinatura deixam na Avenida Manoel da Nóbrega. Quem pode resolver isso? André Durante - São Vicente Estado Acho notável a capacidade do Estado. Entra e sai governo, ele segue funcionando nas funções elementares graças à estrutura básica e aos funcionários dedicados. Não fosse isso, São Paulo estaria muito mal, pois o recém-chegado governador só faz “estudar”. Abre estudo disso, estudo daquilo. E naquele jeito peculiar de passar a imagem de eficiência, ele diz “em 2026 o estudo, em 2027 talvez a abertura”, e assim empurra-se com a barriga e cria-se a falsa imagem do realizador. Um conselho: vejam o significado de efetividade. É disso que precisamos. Não de factoides e de um Estado militarizado e violento. Evaldo Stanislau - Santos Comércio É triste ver a Prefeitura de Guarujá ampliar o horário do comércio até a meia-noite, deixando sem segurança milhares de comerciantes e de famílias. Manter estabelecimentos em funcionamento até quase a madrugada é um grave perigo para todos que têm que se deslocar até suas residências. Se durante o dia já existe insegurança, o que dizer da noite e da madrugada? Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Comentário Um missivista, nesse espaço, recentemente disse acreditar que Bolsonaro faria pelos gaúchos o que Lula vem fazendo. Só esqueceu que, enquanto tragédia semelhante assolava a Bahia, o então presidente passeava de jet ski em Santa Catarina. Vale tudo para insultar o presidente Lula, até demonstrações explícitas de estupidez. Aliás, estupidez e ignorância são endêmicas neste País. Silvio de Barros Pinheiro - Santos Apoio ao Brasil Caro Alfredo de Souza, o fanatismo destrói a inteligência e o senso crítico das pessoas. Não teci loas a Lula. Você me conhece, sabe o quanto fui crítico aos governos do PT, salvando-se honrosas exceções. A questão agora é entre o ruim e o horripilante. Retratei a verdade sobre os esforços do Governo Federal para minorar as consequências da catástrofe gaúcha. A sua falácia do que Bolsonaro faria só engana incautos. Cito apenas uma das irresponsabilidades, pela semelhança: na Bahia, em 2021, mortes, desabrigados, destruição e brutal perda de estoques de vacinas e medicamentos. Ignorando a tragédia, Bolsonaro curtiu seu fim de ano andando de jet ski em Santa Catarina. Assim, dou por encerrada a discussão. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Usurpadora A definição de usurpadora é bem clara: “qualidade do que ou de quem usurpa, engana ou se apodera do que não lhe pertence”. Essa “qualidade” aparece, e tem aparecido muito, nas hostes políticas. Sem ruborização, sem constrangimentos. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos