[[legacy_image_262401]] Nova narrativaPior do que aquilo que o mundo assistiu em Brasília, com os aloprados vestindo camiseta da seleção e enrolados em Bandeiras do Brasil destruindo o patrimônio público, é saber que, agora, deputados e senadores bolsonaristas de direita criam uma nova narrativa para desmentir aquilo que não se pode dissociar deles próprios. Segundo os parlamentares extremistas, quem organizou, incentivou e planejou tudo aquilo foi Lula e o PT. Sim, Lula venceu as eleições em outubro, e de repente resolveu dar um golpe na democracia, derrubando-o e depois voltando ao poder. Isso mostra que os eleitores elegeram gente sem moral, desonesta, capaz de mentir mesmo quando são eles os próprios organizadores dos atos. As fotos, vídeos e áudios não deixam dúvidas de quem são os organizadores, os que planejaram e incentivaram financeiramente os atos criminosos de Brasília. Tem até atriz que já foi famosa aderindo a narrativa e espalhando fake news aos patriotários. Isso não tem fim! Rafael Moia Filho - Bauru Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! DevoluçãoSuspeita-se que congressistas estejam envolvidos no planejamento e participação na invasão por vândalos nos três poderes. Caso isso fique provado, não só esses congressistas envolvidos devem perder o mandato como também devolver em dobro os salários recebidos até então. Ou estou errado? Pedro dos Santos Neto - Santos Primeira damaA missivista sra. Barugo fez uma crítica aos valores dos móveis comprados pela primeira dama, Janja, para repor os que estão “desaparecidos”, após a saída do ex-presidente Bolsonaro. Talvez entendeu o ex-inquilino que os móveis poderiam ser levados ao fim do mandato. Sra Barugo, quando se “aluga” um imóvel mobiliado, o correto é não levar nada que seja parte do imóvel, ou seja, o sofá, a cama, pois a tal mesa de R\$ 200 mil é fake, e ficarão no inventário do Palácio da Alvorada. É o mais honesto a se fazer. Sobre a gravata comprada em loja de luxo, certeza que não foi com o cartão corporativo, aquele que o ex-presidente gastava à vontade. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Erro graveO recente episódio envolvendo duas brasileiras que foram presas na Alemanha por engano por tráfico internacional de entorpecentes deve merecer de nós uma grande reflexão. Como pode um país tão evoluído como eles terem errado deste jeito? Imaginem vocês se fosse uma pátria que tivesse rito sumário de julgamento com pena de morte para este tipo de delito. Quem iria reparar este erro? Imagina no Brasil, com a pena de morte implantada, o quanto de erros teríamos com um Estado punitivo fraco e um Judiciário cheio de imperfeições como o nosso. O erro com a morte de inocentes é um dos motivos que me levam a estar convencido de que a pena de morte não deve ser aplicada por aqui. Resta agora saber quem e como efetivamente serão punidos os envolvidos na Alemanha. Elias Carneiro Jr. - Santos