<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.502017" attr-version="policy:1.502017:1771898887" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.502017/150226 SantosxVelo26 (1).jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Alexsander Ferraz/AT)</span></p> <p data-end="22" data-start="0"><strong data-end="22" data-start="0">Paixão x idolatria</strong></p> <p data-end="661" data-start="24">Paixão é um sentimento forte e constante, mas que pode ser passageiro (caso hoje do ex-presidente). Já idolatria é a veneração por alguém, muitas vezes fora de controle, que resulta na adoração de um ser abstrato, porém real (caso hoje do atual presidente). Como comparar quem ama ditadores e corruptos de outros países, além de sempre descartar quem o atrapalha (caso hoje de Dias Toffoli)? Enquanto isso, usa-se e abusa-se de dinheiro público para promoção pessoal, vide o desfile do último Carnaval. Se deixarmos, ainda serão enviados remédios, dinheiro e petróleo para Cuba, enquanto brasileiros ficam na fila do INSS e de hospitais.</p> <p data-end="686" data-start="663"><em data-end="686" data-start="663">Luiz Vinagre – Santos</em></p> <p data-end="707" data-start="688"><strong data-end="707" data-start="688">Mandou, chegou?</strong></p> <p data-end="1269" data-start="709">No dia 26 de janeiro, às 9h41, fui a uma agência dos Correios em Piúma (ES), comprei uma caixa (R\$ 7,10) para embalar sapotis que pesavam 1,350 kg e enviar, via Sedex, ao meu amigo Hamilton, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A informação que tive era de entrega em 3 ou 4 dias. O tempo avança e chegamos a 9 de fevereiro. Voltei à agência e descobri que, sob alegações de erro interno no roteiro e restrições na área a ser entregue, soube que o destinatário teria que buscar o que mandei. Meu amigo decidiu não buscar, pois os sapotis estragaram. Difícil!</p> <p data-end="1316" data-start="1271"><em data-end="1316" data-start="1271">Humberto Schuwartz Soares – Vila Velha (ES)</em></p> <p data-end="1333" data-start="1318"><strong data-end="1333" data-start="1318">Futebol (1)</strong></p> <p data-end="2266" data-start="1335">Em 1965, a Portuguesa Santista subiu à elite do futebol paulista após vencer a Ponte Preta por 1 a 0, em Campinas, com gol de Samarone, após uma esplêndida assistência de Baba, que de calcanhar o colocou à frente do goleiro. Em 2026, a Briosa volta a jogar um bom futebol e tem como técnico o vitorioso ex-goleiro do Santos Sérgio Guedes — coincidência ou não, na década de 1960 o treinador rubro-verde também era um ex-goleiro do Santos, Agenor Gomes, o Manga. É claro que há diferenças entre o futebol daquela época e o de hoje. As divisões são outras, mas os objetivos são os mesmos e a essência permanece. Lá atrás, Manga escreveu uma bela e vitoriosa página no livro da vida da Briosa. Hoje, é a vez do Sérgio Guedes fazê-lo e torço para que ele escreva com sucesso mais uma página no mesmo livro da vida da Briosa, dando mais colorido às cores vermelha e verde que representam a pátria distante aos que deram origem ao clube.</p> <p data-end="2304" data-start="2268"><em data-end="2304" data-start="2268">Odair Ferreira Ramos – São Vicente</em></p> <p data-end="2321" data-start="2306"><strong data-end="2321" data-start="2306">Futebol (2)</strong></p> <p data-end="3080" data-start="2323">Falar da mediocridade do Santos já não é novidade. O problema é que a rotina não muda. O time é frágil, previsível, emocionalmente instável — exatamente como a gestão que o conduz. Técnico e diretor de futebol, além do carisma de uma samambaia, não conhecem nada de futebol. Se o clube fosse uma empresa listada na Bolsa, o presidente já teria sido afastado por destruição de valor. A queda nas quartas de final do Paulistão não foi acidente; foi sintoma. E o Campeonato Brasileiro se anuncia como teste de sobrevivência — não de ambição. Enquanto isso, a dívida cresce. O torcedor, que aguenta essa situação ridícula há anos, não suporta mais a combinação de folha inchada, desempenho pífio e promessas vazias. O Santos não pode naturalizar a irrelevância.</p> <p data-end="3112" data-start="3082"><em data-end="3112" data-start="3082">Arnaldo Luiz Corrêa – Santos</em></p> <p data-end="3136" data-start="3114"><strong data-end="3136" data-start="3114">Criação dos filhos</strong></p> <p data-end="3791" data-start="3138">Precioso e oportuno o artigo de Maurilio Tadeu de Campos, publicado dia 13, sobre a criação dos filhos. Educar e ensinar são os pontos a serem equacionados nas questões sociais, nas políticas socioeconômicas e no convívio familiar. Mas como esperar que o núcleo familiar consiga educar sem que os responsáveis pelos educandos estejam presentes e sejam capazes de prover algo proveitoso? Se já é difícil conseguir atender às exigências de manutenção do vínculo familiar numa sociedade onde há uma crescente dissolução desse modelo tradicional, o que dizer da possibilidade em suprir as ausências decorrentes das necessidades que assolam todas as classes?</p> <p data-end="3831" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3793"><em data-end="3831" data-is-last-node="" data-start="3793">José Higino Sant’Anna Pérez – Santos</em></p>