O leitor Pedro dos Santos Neto, de Santos, escreveu sobre o papel dos congressistas (Antonio Cruz/Agência Brasil) Taxação Ao ler o texto “Taxar milionários pode render R\$ 20 bilhões”, me lembrei que isso, na verdade, se trata de uma velha ideia, aventada (e depois abandonada) por vários governos anteriores. Assim, fiquei me perguntando: quem é um milionário? Seria um cidadão que tem todas suas aplicações ou poupanças, guardadas e seguras, em um banco rendendo juros, não representando-lhe quaisquer riscos? Ou um empresário que tem vários bilhões de reais aplicados em indústrias ou vários ramos do comércio, gerando milhares de empregos e contribuindo para o progresso do País? Na verdade, trata-se mais uma medida demagógica, infelizmente, destinada a camuflar a incompetência deste e vários outros governos irresponsáveis e gastadores. Luiz Antônio Alves de Souza - São Paulo Congresso Nacional Os congressistas que ora habitam a casa do povo não deveriam jamais, em tempo algum, manipular verbas públicas. Essa casa existe para criar leis e não para administrar dinheiro público, devendo essa atividade ser feita entre os executivos: presidente, governadores e prefeitos, basicamente. Essa é a única forma de zerar desvios de verbas naquele ambiente e nas demais casas legislativas. Para que serve a interferência dessas pessoas? E mais: partido deveria existir apenas em época de eleição. Findada isso, estariam proibidos de se manifestar. Simples assim. Pedro dos Santos Neto - Santos Dia dos Professores No último dia 15, foi comemorado o Dia dos Professores, uma justa homenagem à categoria que educa, acompanha e colabora com tudo e todos. Desde a primeira fase da nossa infância, eles estão presentes em nossos aprendizado, crescimento e capacitação. No beabá, pegam em nossas mãos para ensinar as primeiras letras. Na Educação Infantil, são nossos protetores e orientadores. No Ensino Fundamental, além de mestres, são nossos amigos e confidentes. No Ensino Médio, além de confidentes, são nossos ídolos e conselheiros. Presentes em nosso Ensino Superior, nos ajudam e aconselham não só como profissionais, mas também como amigos e companheiros. Enfim, vocês fazem parte de toda nossa vida e todos temos saudades da nossa classe, seja em uma escola pública ou particular. Os professores nos preparam para ter sucesso nessa vida difícil e competitiva. Paulo Lacerda - São Vicente Segurança (1) Diz a lenda que a Guarda Civil Municipal de Santos foi criada para proteger os próprios municipais. Mas o que se vê é uma usurpação das funções da Polícia Militar, com viaturas da GCM estacionadas nos jardins da praia e rondas em diversos locais. A mais nova vítima disso é o Orquidário, onde houve o furto de animais. Silvio de Barros Pinheiro - Santos Segurança (2) Louvamos o maravilhoso e competente trabalho da valorosa Polícia Militar, Polícia Civil e Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo no combate à marginalidade e na redução da criminalidade. Lemos pela imprensa sobre a desarticulação de um grupo que pretendia montar uma milícia em Guarujá. São atos como este que nos levam a confiar cada vez mais no trabalho das autoridades por uma melhor qualidade de vida á população. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Segurança (3) Após ler uma nota na coluna Dia a Dia sobre o debate e as promessas de campanha a respeito de pessoas em situação de rua, eu pergunto aos políticos: os senhores e senhoras conseguem imaginar, em algum momento de vossas reflexões, de onde essas pessoas vieram e os motivos que resultaram nessa situação? Cesar Tavares da Cunha - Santos Energia Parece piada, mas não é. O presidente da Enel, Guilherme Lencastre, empresa de energia que deixou os consumidores desamparados com a devida conivência do atual prefeito de São Paulo, propõe a revisão dos subsídios para energia solar após o apagão que afetou milhões na Capital. Lencastre critica os incentivos à energia solar, mas demonstra interesse em que sejam realocados esses subsídios para beneficiar as distribuidoras. E assim termina o show de stand-up comedy: “Que tal se a gente reduzisse esse subsídio e colocasse um incentivo para a resiliência da rede?” Marcus Aurelio de Carvalho - Santos