<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.478067" attr-version="policy:1.478067:1784579609" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.478067/AdobeStock_907073368.jpeg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(AdobeStock)</span></p> <p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-end="20" data-start="0"><strong data-end="20" data-start="0">País do futebol?</strong></p> <p data-end="891" data-start="22">Até quando o brasileiro irá acreditar que somos o país do futebol? Os campos de várzea nas marginais da extensão dos rios Tietê e Pinheiros em São Paulo não existem mais, foram engolidos pela exploração imobiliária que apelidaram de “progresso”. Portanto, nossos jovens não têm mais espaço para jogarem o futebol raiz, da várzea para os clubes, como antigamente eram formados nossos craques. As bases dos clubes estão em sua maioria nas mãos de empresários ou de pessoas sem qualificação e profissionalismo, Isso afasta os pais dos garotos dos grandes clubes brasileiros. Dá para contarmos nos dedos das mãos os clubes que ainda mantém uma estrutura minimamente profissional. A nossa juventude aos poucos foi se desinteressando pelo esporte do povo, pelo futebol, opta pelo imediatismo pensando que pode enriquecer facilmente, o que nunca foi uma verdade em nosso país.</p> <p data-end="925" data-start="893"><em data-end="925" data-start="893">Rafael Moia Filho - Bauru (SP)</em></p> <p data-end="946" data-start="927"><strong data-end="946" data-start="927">Dia do Trovador</strong></p> <p data-end="2261" data-start="948">O dia 18 de julho é uma data especial para a UBT - União Brasileira de Trovadores. No distante ano de 1916, no Rio de Janeiro, nasceu um dos fundadores da entidade, o dentista Gilson de Castro, que fazia parte do grupo que, num ato raro para conservar e divulgar os sentimentos líricos, filosóficos e humorísticos, reuniu-se para divulgar uma poesia chamada de Trova, qual seja, “uma composição poética com quatro versos setissílabos, rimando o primeiro com o terceiro e o segundo com o quarto e tendo sentido completo”. Passando a usar o pseudônimo de Luís Otávio, esforçou-se por espalhar por todos os lugares onde passava um grupo para divulgar essa forma de poesia popular. E Santos não poderia ficar de fora e, em 10 de setembro de 1966, foi fundada a Seção da UBT de Santos a qual, até hoje, apesar de enormes dificuldades financeiras, prepara-se para comemorar os seus sessenta anos de existência, contando com seus vinte e oito associados e associadas, que se reúnem mensalmente para continuar o sonho de um idealista, conhecido hoje, merecidamente, como o “Príncipe dos Trovadores”. E para nós, a felicidade é poder contar com Carolina Ramos, a “Princesa dos Trovadores”, que continua, aos 102 anos de idade, em nosso meio, fazendo e incentivando aos seguidores a elaboração de muitas trovas. Viva a UBT!</p> <p data-end="2296" data-start="2263"><em data-end="2296" data-start="2263">Antonio Colavite Filho - Santos</em></p> <p data-end="2312" data-start="2298"><strong data-end="2312" data-start="2298">Constraste</strong></p> <p data-end="2918" data-start="2314">Em Santos, o avanço dos arranha-céus ilustra um contraste amargo: o bem-estar virou mercadoria privada, enquanto o impacto negativo é dividido com toda a cidade. O cenário na Ponta da Praia é o exemplo mais nítido dessa transformação. Ali, as sombras projetadas por novos mega complexos já alcançam o mar, apagando o brilho da orla. Esse bloqueio se torna ainda mais cruel no inverno, justamente quando os pedestres buscam o calor do sol. Essa dinâmica escancara a nossa desigualdade urbana: o topo é reservado para os poucos que podem pagar, e o chão, antes ensolarado e de todos, é deixado na penumbra.</p> <p data-end="2954" data-start="2920"><em data-end="2954" data-start="2920">Gilberto Pereira Tiriba - Santos</em></p> <p data-end="2976" data-start="2956"><strong data-end="2976" data-start="2956">Dor não é normal</strong></p> <p data-end="3664" data-start="2978">Muitas pessoas convivem com dor por meses ou até anos e acabam acreditando que isso é algo normal da idade. No entanto, dor persistente merece atenção. Quando o desconforto se prolonga, o corpo entra em um ciclo de tensão que pode afetar sono, humor e qualidade de vida. Por isso, o tratamento da dor costuma exigir acompanhamento. Raramente existe uma solução imediata para sintomas que se instalaram ao longo do tempo.Em muitos casos, terapias complementares são utilizadas para ajudar no alívio da dor e no relaxamento muscular, sempre como parte de um cuidado mais amplo com a saúde. O mais importante é não ignorar sinais do corpo. Dor constante não precisa ser aceita como rotina.</p> <p data-end="3690" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3666"><em data-end="3690" data-is-last-node="" data-start="3666">Marcela Alves - Santos</em></p>