[[legacy_image_323138]] Árvores O Poder Público não dá a mínima para as árvores. Pelo contrário, executa podas drásticas em Santos, deixando somente o tronco para que sirva de alimento e moradia aos cupins (carta do sr. Silvio Rodrigues, edição do dia 29). Por isso, fico admirado ao ler entrevista do sr. Marcos Libório, atual secretário de Meio Ambiente santista, em que ele fala sobre navios modernos que usam energia renovável etc. Lembro da ECO-92, que trazia para reflexão o “pensar global e agir local”. Não está ao nosso alcance mudarmos a matriz energética dos navios que se servem de nosso Porto. Contudo, está ao nosso alcance tratarmos melhor a arborização de nossa Cidade, o que não vem sendo feito há muito tempo. O calor, cada vez maior, poderia ser amenizado com o plantio e a manutenção adequada das árvores em Santos. Será que dá para pensar e agir localmente? João Jr. T Bernardo - Santos Constatação Não sou lulista, bolsonarista e muito menos corintiano, mas sou fã dos textos inteligentes postados pelo leitor João Horácio Caramez. Em relação à mensagem dele com o título acima, de sua autoria e publicada na última semana, foi educada e habilmente respondida pelo não menos inteligente leitor Gilberto Pereira Tiriba. Faço esse relato para mostrar que o fato de defender uma determinada posição política não implica necessariamente que os debatedores se tornem inimigos mortais. Ao contrário, as divergências de opiniões são a essência do regime democrático. Parabéns aos dois missivistas. O público que julgue. Orlando Machado - Santos Populistas Excelente colocação do missivista William Horstmann, no artigo Parabéns aos Populistas, publicado na última sexta-feira. Se uma pessoa está fora dessa polarização nojenta, onde ambos são farinha do mesmo saco, somente com a ideologia trocada, automaticamente está em cima do muro, não tem posicionamento político e até mesmo é taxada de comunista. A melhor forma de aferir o grau de evolução de uma sociedade é a partir de seus líderes. Com esse dois que estão aí, vamos continuar na categoria de ‘poveco’. Silvio Rodrigues - Santos Reflexões Sai ano, entra ano, na vida tudo passa, tanto os bons momentos quanto os difíceis de serem resolvidos. Todavia, o que de mal acontece serve de experiência no processo de evolução espiritual, que é eterno. Os seres humanos são o que já têm na bagagem evolutiva e o que conquistam na formação da personalidade em determinada existência, daí uns acharem que são muito poderosos, enquanto outros pensam ter grande sabedoria, e por aí vai. Mas chega o dia em que constatam que não valem tanta coisa assim, pois são impotentes para vencer as dificuldades que aparecem de surpresa, quase sempre resultantes da pouca espiritualidade que possuem. Então, por que tanto orgulho, tanta ostentação e vaidade? As pessoas devem pensar bem, raciocinar com lucidez e lógica sobre os fatos, para deles tirar conclusões sensatas. Devem ser, portanto, pessoas não apenas na forma, mas no fundo. De igual maneira devem acudir os indivíduos que sofrem, dar-lhes conforto e paz espiritual, mas sem orgulho, ostentação ou vaidade. Tudo que é feito no anonimato tem maior valor e anônimos devem ser todos que se propõem a suavizar os sofrimentos humanos como pessoas úteis à coletividade. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Totalmente enganado Apesar de admirar a pessoa do sr. Everandy Cirino dos Santos, presidente do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária, discordo da sua consideração de não se colocar o nome do Rei Pelé no Porto de Santos, pela possibilidade do nome do Rei ser citado em um possível caso de tráfico de drogas no porto santista, no qual, por questões óbvias, o Rei nunca teria nada com tal caso. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. ‘A ordem dos tratores não altera o produto’. E tenho dito! João Horácio Caramez - Santos Motoqueiros e omissão Eu, outros ‘n’ eleitores e vários grupos têm suas queixas publicadas nesta coluna, mas as ‘otoridades’ de trânsito devem morar num paraíso ou em lares com proteção antirruído porque nada é feito para resolver os abusos cometidos por motoqueiros. Os motociclistas cumprem as leis vigentes de trânsito quanto aos barulhos, mas os motoqueiros... Parece que os eleitos pela população não têm idosos, bebês e pessoas doentes em casa. Todos indefesos perante o ruído além dos decibéis permitidos. Em algumas matérias neste matutino, os órgãos de trânsito listaram estatisticamente suas ações quanto ao tema, mas então por qual motivo esta coluna continua recebendo pedidos para coibir tal abuso? Ademir de Abreu Serrão - São Vicente