[[legacy_image_298025]] Replantio de árvoresEm nossa cidade, há muito tempo que isso não acontece. Quando se plantam novas árvores, muitas vezes elas não vicejam. Posso citar como exemplo as árvores da Avenida Jovino de Melo, ao lado do Horto Florestal, que são apenas uns palitos, quase sem folhas. Lembro-me que em nossa cidade já tivemos abios, carambolas, jambolões - esse é um exemplo de que grandes troncos não quebram passeios, embora alguns já estejam carcomidos pelo tempo. Foram plantados no tempo de Saturnino de Brito para que os frutos alimentassem os peixes que comeriam as larvas dos mosquitos da dengue. Bem diferente da atualidade, quando se plantam árvores pequenas e com raízes rasteiras, que afloram rapidamente, quebrando os passeios. Deveriam ser colocados dentro de tubos plásticos, para que suas raízes se aprofundassem. Vamos participar do ESG com inteligência e brevidade. Que possamos agir rapidamente porque a natureza não reclama, ela se vinga. Telefonar para a Ouvidoria é uma perda de tempo, prefiro que este texto saia em A Tribuna, porque uma só voz é um sussurro, já mais pessoas reclamando formam um alarido. Vamos fazer os nobres edis agirem em nosso favor. Fernando Martins Braga - Santos 8 de JaneiroA tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito pelos participantes das invasões dos Três Poderes para implantação de uma possível ditadura cujas inferências já conhecemos - torturas, prisões arbitrárias, restrições da liberdade, corrupção encoberta - os postula a penas pesadas. E é isso que espero do STF: uma rígida punição. Édison José de Aguiar - Cubatão Batman DayComo fã de cinema em geral e do Batman, só posso parabenizar André Azenha e Paula Azenha por mais um golaço: o festival Batman Day, realizado sexta-feira no Cine Roxy da Avenida Ana Costa com programação gratuita e de caráter filantrópico. Eles, que já fazem o festival de cinema mais importante do Litoral, o Santos Film Fest, o Culturalmente Santista, Palafitacon e vários projetos, engrandecem nossa cultura de Santos. Rodrigo Rema - Santos Pelé (1)Lendo a edição de ontem, observei o comentário do sr. Jailson dos Santos sobre a instalação de uma estátua do Rei Pelé no jardim da praia de Santos. Sem querer desencorajá-lo no pedido, lembro-lhe que a Autoridade Municipal, no ensejo do passamento do jogador, informou que a cidade teria uma rua com o seu nome. Eu já fiz nessa coluna uma lembrança dessa promessa, mas em vão. Teve um vereador que sugeriu que a avenida da praia (do lado do mar) recebesse essa honraria, pois assim não haveria dificuldade para a alteração do endereço. O período de emoção já passou, bem como o de obtenção de votos. Antonio Carlos de Moura - Santos Pelé (2)Oportuna a carta do sr. Jailson dos Santos. Endosso suas palavras: “Seria lindo uma estátua de Edson Arantes do Nascimento nos nossos jardins”. Vou além. Salvo engano, a vereadora Telma de Souza (PT) propôs dar o nome de Pelé à avenida da praia, de São Vicente até a Ponta da Praia, no lado praia, o que não interferiria na numeração das residências e demais estabelecimentos que se encontram nas vias já nomeadas. Urge cobrar dos senhores vereadores aprovação de tal proposta. Principalmente pelo fato de duas datas importantes se aproximarem: o aniversario de nascimento de Pelé e o milésimo gol do Rei du Futebol. Helio Julio Marchi -Santos Oportunidade a refugiadosEmbora estejamos longe das guerras na Europa, na Ásia e na África, o ser humano sempre procura um lugar para viver em paz. Os refugiados em geral têm certa dificuldade para compreender e falar a língua do país que os acolhe. A Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) em nosso país deveria, além de procurar um lugar para o acolhimento desses cidadãos, ver quantos deles têm profissões que poderão ser aproveitados neste país, mas para isso precisam providenciar professores que lhes ensinem o português. Aliás, em Portugal, no Bairro Mouraria, vivem hoje mais de 150 nacionalidades diferentes. Existe ali uma escola primária para crianças e adultos no período noturno, que faz isso para mais de 50 nacionalidades diferentes. É interessante que, entre eles, a convivência é tão legal que até fazem experiências, da culinária original de seus países para os demais alunos. A Alemanha oferece atualmente a refugiados com uma profissão até a nacionalidade alemã por falta de mão de obra em alguns setores. O Brasil se beneficiou muito com a mão de obra especializada que veio de todo o mundo depois da Segunda Guerra Mundial. Fernando Martins Braga - Santos