O leitor Gilberto Pereira Tiriba, de Santos, escreveu sobre a primeira-dama Janja, que xingou o bilionário Elon Musk (José Cruz/ Agência Brasil) Mau gosto A repercussão da brincadeira de mau gosto da primeira-dama Janja, que xingou o bilionário Elon Musk, gerou discussões acaloradas, especialmente em contextos diplomáticos e políticos. A conduta de figuras públicas, especialmente aquelas com papel representativo, tende a atrair atenção e pode ser amplamente discutida, tanto pela opinião pública quanto pela imprensa. Contudo, é importante avaliar o contexto de cada episódio e ponderar se o impacto vai além do momento ou se de fato compromete as relações entre os países. No caso do Brasil e dos EUA, as relações diplomáticas têm raízes profundas e abrangem aspectos econômicos, políticos e culturais. Esses laços costumam resistir a incidentes isolados, pois há esforço mútuo para preservá-los. Oremos! Gilberto Pereira Tiriba - Santos Em dinheiro Lamento, só estou aceitando pedidos de desculpas em dinheiro. Nem vem que não tem. João Horácio Caramez - Santos G20 O Governo Lula está na contramão e, mesmo sem a covid-19 para absorver recursos, o Brasil vai mal desde a sua posse, em janeiro de 2023, gastando mais que a arrecada e elevando a dívida pública, cheio de problemas e sem recursos para investir. De quebra, para maior conforto em passeios internacionais, há a pretensão de adquirir um novo Airbus de R\$ 1,5 bilhão. No Rio de Janeiro, onde ocorre a reunião do G20, ele terá que, humildemente, ouvir e assimilar conceitos para pôr em prática os fundamentos básicos na gestão de recursos, objetivando colocar o Brasil nos trilhos. Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha Infraestrutura do Porto Sobre a entrevista do presidente da Maersk, publicada na página A9 do dia 16, foi citado que “se o Porto de Santos tivesse mais capacidade para cargas conteinerizadas e um canal de acesso com, pelo menos, 17 metros de profundidade, a Maersk poderia apresentar um crescimento de aproximadamente 30% em alguns meses”. Concordo com o executivo ao observar, no mensário estatístico do Porto, a redução da escala dos navios associados ao crescimento dos seus portes, em especial entre 2008 e 2016. A partir de 2017, as escalas de navios voltam a crescer, sinalizando a saturação da profundidade do canal do porto, que praticamente limitou o calado operacional das embarcações ao último aprofundamento, de 15 metros. Assim, o Porto perde o benefício da economia de escala dos navios de maior porte e o crescimento mencionado pelo presidente de um dos maiores armadores de contêineres. Aluisio de Souza Moreira - Santos Agradecimento Gostaria de agradecer pelas publicações de minhas cartas, ao longo deste ano, em A Tribuna. Tenho minhas preocupações em acertar as pontuações, sempre pensando em fazer os leitores entenderem de forma fácil o que escrevo. Eu, que só estudei até a 4ª série e com pouca idade fui trabalhar em oficinas mecânicas, onde aprendi a minha profissão de mecânico ajustador de máquinas pesadas, gosto de opinar sobre as coisas que a vida apresenta, em especial na política. Vários amigos dizem gostar, principalmente, das reclamações sobre os problemas da rua onde moro em Vicente de Carvalho. Por isso, divido com vocês a alegria pelas publicações. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Furtos Após ler reportagem do jornalista Daniel Rodrigues sobre a Baixada Santista ter registrado cinco mil furtos de cabos de energia e a criação de força-tarefa para conter os criminosos e identificar os ferros-velhos e lojas de produtos usados receptadores desse material, só temos a louvar o empenho das autoridades e da polícia na prisão desses criminosos para colocar um fim a tantos roubos. Fica aqui o nosso agradecimento ao Jornal A Tribuna pelas excelentes reportagens em benefício da comunidade. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania COP29 Em resposta à dúvida publicada aqui no domingo, há de se comparar as COPs com reuniões de condomínio: diferentes opiniões, poder aquisitivo, níveis culturais, sociais e emocionais, ideologias e religiões, juntadas para deliberar soluções que vão afetar a todos. Agora, imagine isso em âmbito mundial. Como fazer debates que afetarão bilhões de vidas que não sejam cara a cara? É para situações assim que líderes e presidentes são eleitos. Mas, infelizmente, há alguns que estão muito abaixo do nível de coletividade necessário, vide a Argentina. Outros, são sustentados apenas pelo seu poderio militar. Que há eventos climáticos periodicamente, ninguém ignora. Mas o que estamos enfrentando é algo provocado nos últimos 150 anos, a partir da tal Revolução Industrial. Não há mais como negar. Soluções tecnológicas já existem, mas interesses econômicos não permitem seu uso no nível necessário para evitar o agravamento dos efeitos climáticos. Rubem Silva - Santos