[[legacy_image_334775]] Saidinha temporáriaSempre que leio sobre as saidinhas temporárias de presos, fico a pensar: que direito eles têm de aproveitar os mesmos benefícios dos cidadãos que não cometeram crimes? Há alguns que até merecem uma chance para provar que querem se recuperar, mas há também aqueles que não veem a hora de estar de novo na rua para não voltar à cadeia. O pior de tudo é ver advogados brigando por essas saidinhas temporárias. Parece que fazem questão de verem seus clientes na rua roubando. É claro que existem aqueles que erraram e merecem mais uma chance. Mas como saber quantos ovos podres há numa cartela com outros ovos bons? Josemilton de S. e Silva - Guarujá Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! ViolênciaNo mês passado, em Belo Horizonte, uma menina de 12 anos foi encontrada morta depois de ser estuprada por um criminoso. Caso valesse a lei que sugeri a alguns deputados federais e senadores, levando em conta que atualmente a expectativa de vida da mulher no Brasil é de 79 anos, esse criminoso sairia da cadeia somente daqui a 67 anos, ficando em isolamento total, sem nenhum tipo de benefício e sem banho de sol. Passados os 67 anos de reclusão, ele poderia sair, já quitado com a Justiça dos homens. Esse tempo de reclusão é a diferença entre os 79 anos de expectativa de vida de uma mulher e os 12 anos de idade da vítima. Contudo, só acredito que isso ocorrerá de fato quando alguma menina da família for vítima de alguma agressão. Até lá, oremos. Pedro dos Santos Neto - Santos ÁguaComo já abordado aqui, a Sabesp é uma boa empresa pública. Acontece que, nos últimos 30 anos, o gestor sempre foi o PSDB, que preferia aplicar seus recursos em ações do que investir em infraestrutura. Se tanques de armazenamento de água, intermediários e com bombas de recalque entre as cidades tivessem sido construídos, talvez o problema de falta d’água poderia ser amenizado. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente LixoNo dia 26 de janeiro, feriado em Santos, por volta das 12h, saímos para almoçar e procuramos um local na Rua Tolentino Filgueiras, entre a Avenida Ana Costa e o Canal 3, no trecho gastronômico. Lá, a quantidade de lixo jogada fora dos contentores era impressionante, com cheiro ruim. Os equipamentos lá existentes não foram suficientes para a grande quantidade de lixo produzida por restaurantes e residências. Como alguém pode almoçar vendo o lixo e sentindo o cheiro? Para piorar, as pessoas em situação de rua remexem os sacos e jogam produtos descartados no chão. Em bairros como Gonzaga e Boqueirão, há necessidade de coleta ininterrupta, pois há muito comércio e grande movimentação de pessoas. Jorge Coelho - Santos Golpe de estado“Não há como punir um golpe de estado bem-sucedido. Um golpe de estado bem-sucedido implanta uma ditadura. O que nós precisamos punir para que não se repita é a tentativa". A frase é de Wallace Corbo, professor de Direito Constitucional da FGV, e pode ser resumida como a mais clara observação sobre tudo o que estamos vendo do fracassado golpe capitaneado pelo ex-presidente inelegível. Todos tinham plena consciência de que, se falhassem, a punição viria. E falharam. A colaboração do ex-ajudante de ordens e a quebra dos sigilos telefônico e telemático trazem diálogos estarrecedores da arquitetura do golpe. Felizmente, a democracia venceu. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos PortoO Porto de Santos movimentou 173,3 milhões de toneladas em 2023, como A Tribuna mostrou, mas em valor cambial por volume movimentado, houve queda de 10% em 2023 em relação a 2022. Outro dado que requer atenção é o aumento das escalas de navios. A expansão do Porto para águas profundas está associada a aumento do porte, redução de frete e aumento da consignação por embarcação. Portanto, redução de custos. Nos últimos anos, as atracações caíram de quase 6 mil, em 2008, para menos de 5 mil em 2021, mas voltaram a crescer para 5.191 em 2022 e 5.452 em 2023, sinalizando redução da produtividade e saturação do aumento do porte dos navios em face da profundidade do canal do Porto. Aluisio de Souza Moreira - Santos Responsabilidade Achei excelente a publicação do sr. Pedro dos Santos, na sexta-feira, sobre a responsabilidade (ou melhor, a falta dela) em diversas situações cotidianas. Para quem trafega nas ruas de Santos, é comum se deparar com cones de impedimento devido às diversas crateras provenientes do grande volume pluviométrico e das construções faraônicas. Junta-se a esse cenário a provável baixa qualidade do asfalto e o solo santista, já conhecido como arenoso. E eu pergunto: quem se responsabiliza pelo conserto dos veículos engolidos por essas crateras? Cristina Ferreira - Campinas (SP)