[[legacy_image_318554]] Ninho de cisnesÉ grande o número de notícias trazidas pelo Grupo Tribuna sobre aprovação e recrutamento de nossas crianças a integrar o corpo de balé do Teatro Bolshoi, em Joinville, Santa Catarina. Todo ano é assim! São crianças e jovens que ingressam na dança pela vocação detectada por artistas profissionais da região, que empregam recursos próprios para entregar esse impressionante resultado. É notório que somos um celeiro. A nossa falta de atenção e a falta de investimento público e do “mecenato” para esta arte transportam nossas sementes para outra região do país e de lá para o mundo. Mesmo que apenas aqui seja a manjedoura, permitimos ainda que muitas dessas crianças enfrentem desafios financeiros para iniciar sua carreira. Mas investir no enraizamento de uma cultura local e de seus vocacionados traz inesgotáveis benefícios e receitas para uma região. Toda aquela que investe e preserva seus nascedouros artísticos, ofertando acolhimento e excelência, apresenta resultados notáveis que favorecem todo o seu polo. O altruísmo levou o Teatro Bolshoi à cidade de Joinville no ano 2000. Coincidência ou não, há 40 anos ocorre naquela cidade o maior festival de dança do mundo, com um público superior a 330 mil espectadores e mais de 10 mil bailarinos inscritos nos seus 13 dias de duração. Se nada se cria, tudo se repete. Não temos que reinventar a roda, mas apenas ensinar os nossos cisnes a voar. Paulo Roberto Fiorotto Jr - Santos ReeleiçãoUm povo com média escolar muito abaixo da média mundial, que joga lixo nas ruas e praias, e onde a simples caneta tem de ficar afixada ao balcão sob risco de roubo, elege um candidato que preferiu fazer estádios ao invés de hospitais, acusado até o limite de corrupção e que se safou porque um juiz achou que o “cartório” para julgá-lo ficava no outro lado da rua. Um ministro comenta ao vê-lo passar: missão recebida, missão cumprida. E não esquecer o engajamento da poderosa mídia, que por razões nebulosas, decidiu apoiá-lo. Portanto, caro leitor que indagou por que não houve reeleição, fatos acima possam lhe dar uma resposta. Às vezes, é difícil convencer uma pessoa de alguma coisa, pois suas crenças não se baseiam em evidências e sim numa profunda necessidade de acreditar. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Indignação limitadaSegundo a coluna Dia a Dia desta segunda-feira (11), o presidente da União dos Vereadores da Baixada Santista (Uvebs), Fábio dos Santos Pereira, que é vereador em Itanhaém, mostrou indignação pelo resultado da pesquisa do Instituto Sou da Paz sobre alto índice de criminalidade na região. Ele disse que essa pesquisa “pode desencadear consequências severas para a economia local”. O interessante é que ele crítica o resultado de uma pesquisa (cujo resultado é consequência de uma realidade), mas não criticou a omissão dos 594 congressistas que oram permanecem no prédio do Congresso Nacional em não fazer leis mais duras contra criminosos para a redução desse índice. Espero que ele venha a público explicar por qual motivo não fez esse questionamento. Pedro dos Santos Neto - Santos A banca do distintoO leitor Gregório José foi cirúrgico ontem. Em tempos de elegância em que podres poderes, como diria Caetano, arrogância desmedida, soberba de Zés Ninguém se achando “gênios da raça” e egocentrismo de quem se compara a Jesus Cristo dominam nossa sociedade, Gregório nos lembra da dura realidade bíblica, afinal do pó viemos, para o pó voltaremos. Ao ler o texto, lembrei-me do genial Billy Blanco no samba A Banca do Distinto. “Não fala com preto, não dá mão à pobre, não carrega embrulho, pra que tanta pose doutor, pra que esse orgulho. A bruxa que é cega esbarra na gente a vida estanca, o enfarte te pega doutor e acaba essa banca. A vaidade é assim, põe o coco no alto e retira a escada, fica por perto esperando sentada, mais cedo ou mais tarde ele acaba no chão. Mais alto o coqueiro maior é o tombo do coco, afinal todo mundo é igual quando tudo termina com terra por cima e na horizontal”. Marcos Mendonça - Santos Gol de placaA escolha de Marcelo Teixeira para a presidência do Santos Futebol Clube foi um “gol de placa”. O Marcelo é Santos e o Santos é Marcelo, sempre! João Horácio Caramez - Santos ReconstruçãoDefendi a permanência do Marcelo Fernandes no comando técnico do Santos. Ele começou bem, mas depois se perdeu, infelizmente. Levou 3 x 0 do Fluminense, 3 x 0 do Athletico Paranaense e 2 x 1 do Fortaleza. Enfim, errou quando não poderia errar. Jogou contra o Fortaleza com dois centroavantes, mas nenhum deles tem habilidade para construir jogadas. São finalizadores. No mesmo jogo, Fernandes colocou três zagueiros quando o Santos precisava ganhar. Uma pena. Boa sorte para o Marcelo Teixeira. Que traga o Santos de volta para a elite do futebol brasileiro. Reinaldo Cirilo - Santos