[[legacy_image_263738]] Atos falhos? O programa Fantástico, da TV Globo, veiculou no dia 23 as imagens de vandalismo de 8 de janeiro e me causou perplexidade diante das várias explicações. Como agente de segurança pública, posso assegurar que todas as manifestações são monitoradas e que eventuais ações perpetradas pelas forças estatais são antecedidas de rigoroso planejamento com base nos dados captados pelo Setor de Informações. Logo, nesse caso, cabem algumas perguntas. Por que o aparato para reprimir os manifestantes era insuficiente? Por que a região não foi isolada em seções? Por que os agentes utilizaram extintores ao invés de gás pimenta? Mas, apesar de tudo, acredito que a pior desculpa foi a de que o GSI falhou porque foi herdado assim de Bolsonaro. Ora, quem assume uma grande incumbência tem a liberdade para nomear seu staff. Se não o fez, então falhou. Pelo exposto, é urgente a instauração da CPMI. Coronel Res. PM Argeo Rodrigues - Mongaguá Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! CPMI Vou concordar com a nobre deputada federal Rosana Valle (PL): precisamos descobrir quem financiou, quem incentivou e finalmente de quem partiu a ordem para os atos terroristas de 8 de janeiro, pois os autores, esses estão presos. O resto são o conhecido blá-blá-blá da extrema-direita. Espero que aquele que deu a ordem não diga que estava sob o efeito de drogas. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos AgroshowOs organizadores do Agroshow em Ribeirão Preto não queriam a presença do Governo Federal no evento, tanto é verdade que desconvidaram um ministro. Isto é fato. Em seguida, o Governo Federal retirou o patrocínio do BB do evento, algo que o governo anterior teria feito com toda tranquilidade e todos que hoje criticam teriam aceito com a mesma naturalidade. Nesse ambiente de hipocrisia, preferem receber quem nada fez pelo setor do agro ao invés de permitir que o evento fosse apolítico, como deveria ser. Mas, na agenda oculta, está o fato de que o ex-presidente foi o campeão de liberação de venenos para o setor. Foi ele também quem permitiu devastação e queimadas recordes. Portanto, aqueles que agora escrevem apoiando os organizadores deveriam ao menos ser coerentes com a história. Rafael Moia Filho - Bauru Apelo Apelo aos proprietários do bar e restaurante Mangute, localizado no Clube Ilha Porchat, para que o bom senso, a educação e a política da boa vizinhança prevaleçam e eles providenciem urgentemente o isolamento acústico para a realização de shows no bar lounge. Está insuportável a barulheira todas as noites, adentrando a madrugada. Se obtiveram a licença para a realização de shows, será fácil conseguir autorização para o isolamento acústico. A vizinhança agradece. Orlando Queiroz - São Vicente Foto impressa x digital Como jornalista, repórter-fotográfico e profissional da área de foto há mais de 40 anos, fiquei demasiado feliz com o texto da querida jornalista Fernanda Lopes, semana passada, Em A Tribuna, ao fazer um paralelo com a foto impressa no papel e a modernidade de hoje na nuvem ou pen drive ou CD. Ela, numa visão realista, enaltece a visão direta e do passado quando você viaja no tempo ao ver um álbum ou avulsas guardadas no arquivo da vida... Há tempos fiz uma palestra dizendo da saudade do clique na máquina fotográfica, na colocação do filme, no momento mágico do registro na hora certa e hoje você clica mil vezes para editar uma. Claro que não sou contra a modernidade, pois acompanho, mas que é verdade, pois quero ver quem vai achar nas nuvens aquela foto especial tirada muito tempo atrás. Parabéns, Fernanda Lopes. Luiz Vinagre - Santos Cotas Sempre que uma vaga é ocupada por um cotista, existe uma grande probabilidade de uma injustiça estar sendo feita a alguém que estudou e se esforçou para consegui-la, mas em vão por não se enquadrar em nenhuma das minorias em voga. No editorial deste domingo, li que a PUC aprovou a meta de ter 37% de professores negros em seis anos. Partindo-se do princípio de que até então as vagas eram preenchidas por mérito profissional, sem nenhum preconceito envolvido, por que então esse anúncio agora? Ou não era assim? Bastaria, então, eliminar aquela atitude sem precisar desse anúncio, que parece mais uma jogada de marketing, à luz dos conceitos de ESG. O ensino neste País tem sido pisoteado por ações políticas que atendem a tudo, menos a educação. Universidade é lugar de elite, mas de uma elite intelectual, sem cor, sexo e outras coisas tão em voga agora. Professores devem ser escolhidos por seus méritos pedagógicos e curriculares e que estejam aptos a transmitir aos seus alunos todos o seus conhecimentos, assegurando, assim, que formarão profissionais capacitados para enfrentar a lide que os espera fora das salas de aula. Fora disto, é puro modismo. Ademir Alonso Rodrigues - Santos