(Andrew S/Unsplash) Regras do futebol Nosso futebol, de uns tempos para cá, sempre tem mudado para pior. Quando não são os próprios jogadores, árbitros, técnicos, diretores de clubes, federações, confederações e até a Fifa causam polêmica. Vejam o que aconteceu na Olimpíada: uma árbitra deu 19 minutos de acréscimo em Brasil x França, pelas quartas de final do torneio feminino, e outra determinou 18 minutos na semifinal Brasil x Espanha. Onde será que elas viram tanto tempo parado? Em outros casos, os jogadores sempre ficam caídos no chão quando perdem uma disputa de bola, alegando que se machucaram, para que o adversário ganhe um cartão amarelo. Assim que a bola volta a rolar, o atleta se levanta na maior cara de pau, como se nada tivesse acontecido. Com os goleiros, é ainda pior. Ninguém precisa encostar neles para que se deitem até o juiz determinar o atendimento médico. Essa é a regra do jogo... Josemilton de S. e Silva - Guarujá Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Lula O Brasil participa das reuniões de todos os órgãos internacionais aos quais pertence, mas não por isso segue a cartilha neoliberal que normalmente é colocada na pauta desses eventos, como ocorre com outros países alinhados aos Estados Unidos. Em relação à Venezuela, ainda está para surgir uma solução que aponte quem ganhou ou perdeu e se houve fraude no pleito. Há muito interesse nesse jogo político, e o petróleo venezuelano é do interesse de vários outros países, inclusive dos Estados Unidos. A esquerda socialista foi quem elegeu o presidente Lula pela terceira vez e seria a quarta, não tivesse ocorrido uma injusta prisão para tirá-lo da disputa em 2018, mesmo ano em que entregaram o País a um negacionista, acusado de roubar joias e que pode acabar na Papuda. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Teatro dos horrores Abrem-se as cortinas do teatro dos horrores para a encenação macabra entre o bem e o mal. No palco, os protagonistas: ministro Flávio Dino, que decidiu que emendas parlamentares só sejam executadas mediante absoluta transparência e rastreabilidade; e Câmara e Senado, afirmando em conjunto não conseguirem identificar os autores das chamadas emendas de comissão. Isso significa que o Congresso Nacional vive nas entranhas subterrâneas das trevas, em plena era da tecnologia. Para esses nobres parlamentares, inexiste o direito de o cidadão poder acompanhar o caminho tortuoso das emendas até seu resultado final. Nesse novo modelo, R\$ 50 bilhões são entregues ao Poder Legislativo federal para direcionar seu destino ao seu bel-prazer. O desmonte desse esquema irracional e destrutivo deveria ser discutido até as últimas consequências pelas forças vivas e honestas deste País, com a importante participação das mídias no esclarecimento dos nossos eleitores. Uma ação cívica em respeito à sociedade. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Pedido Gostaria que em Santos, na próxima gestão, fosse retomado o modelo iniciado pelo falecido prefeito Oswaldo Justo, que priorizava a plantação de árvores frutíferas nos canteiros e estimulava que mudas fossem retiradas no viveiro municipal por quem quisesse plantá-las nas residências. Árvores frutíferas induzem ao aparecimento de aves canoras e belas, bem diferente das rolinhas que hoje aqui habitam em excesso e até transmitem doenças, pois a população as alimenta jogando farelo de milho a torto e a direto. Alguém poderá alegar que as árvores frutíferas tenderão a sujar mais as ruas, argumento que não se sustenta. E, se existe um serviço bem executado por aqui, ele tem a marca das chamadas margaridas, que são facilmente encontradas trabalhando com esmero, faça chuva ou sol, incluindo finais de semana e feriados. Que venham muitas pitangueiras, amoreiras, grumixamas etc. Luiz Alberto Reis - Santos Cuidados com pets Há formas de amenizar o sofrimento dos pets quando fogos de artifício são utilizados em festas e comemorações. Deixar cães e gatos em um espaço ventilado e tranquilo é o ideal para que eles não sejam afetados pelo barulho. Reserve um espaço fechado, de preferência climatizado com ventilador ou ar-condicionado. Outra possibilidade é colocar um chumaço de algodão nos ouvidos do pet para isolar o som. Eles escutam muito melhor do que os seres humanos, e o algodão dentro dos ouvidos vai ajudar na diminuição do som. Contudo, com animais que sofrem mais com o estresse em momentos festivos, o calmante é a opção mais recomendada. O médico-veterinário de confiança pode prescrevê-lo após escuta, eletrocardiograma ou ecocardiograma e exame de sangue, para que o animal não venha a ter problemas. Embora existam inúmeras opções para acalmá-los, nada é melhor que a presença dos tutores em momentos como este. Muitas pessoas os negligenciam, mas, se você tem um pet, possui uma responsabilidade. Eduardo Ribeiro Filetti - Santos