Passaporte português Há muita dificuldade para agendar a renovação de passaporte no Escritório Consular de Portugal em Santos. Eu, meu irmão e minha cunhada precisamos renovar nossos passaportes portugueses com urgência, mas não conseguimos encontrar qualquer data disponível no sistema oficial. Nos últimos dias, realizamos vários acessos ao site, inclusive em horários diferentes. No entanto, em todas as tentativas o resultado foi o mesmo: ausência total de vagas disponíveis até agosto. Esse é um serviço essencial, que deveria oferecer maior previsibilidade e transparência no processo de agendamento. Fica o apelo para que as autoridades avaliem a situação e busquem alternativas para ampliar o acesso, seja por meio da abertura de mais vagas, melhorias no sistema ou canais adicionais de atendimento. Maria de Fátima Alves dos Santos - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Sindicalismo Um dia desses, lembrei dos tempos em que fui diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Santos e militante do Sindicato dos Servidores Municipais de Guarujá e fiz uma comparação com os tempos atuais. Parece que, hoje, o pessoal da ativa nem liga para o que os patrões fazem ou deixam de fazer e os sindicatos nem se mexem junto aos seus associados. Por que isso ocorre? Josemilton de S. e Silva - Guarujá Trânsito Após ler queixas neste espaço sobre o trânsito, sugiro uma opção técnica para resolver ou amenizar riscos e ocorrências: usar o GPS para limitar a velocidade dos veículos. Já que os celulares são onipresentes e têm o sistema, que sejam vinculados via GPS ao limite de cada via pública e, em casos de excesso de velocidade, trânsito na contramão e desrespeito semafórico, as penalidades recaiam sobre seus donos. Lembro que nenhum pedestre atinge 20 km/h caminhando e, caso esteja usando transporte público, o coletivo tem a premissa de respeitar as leis de trânsito. Vamos debater? Rubem Silva - Santos Alagamentos Santos é uma cidade litorânea. Chuvas intensas não são exceção — são previsíveis. Em tempos de eventos climáticos extremos, o volume concentrado em poucos minutos exige infraestrutura compatível. No entanto, bastam períodos curtos de precipitação para que áreas da cidade se tornem intransitáveis, sobretudo para pedestres. Crianças, idosos e pessoas com deficiência são os mais impactados, justamente os que dependem de circulação segura. O debate não deve girar em torno da surpresa com a chuva, mas da capacidade de drenagem urbana, manutenção de galerias e planejamento de micro e macrodrenagem. Investimentos precisam seguir critérios técnicos e distributivos, não apenas valorização imobiliária. A estrutura de Santos, em muitos pontos, é antiga. Não cobramos superestrutura, pedimos adequação. Os eventos extremos continuarão e sobre eles teremos pouco ou nenhum controle. Cidade resiliente não é a que reage ao alagamento — é a que o antecipa e consegue evitar, ao menos na maioria dos casos. Ricardo Murça - Santos Guerra na Lua Depois de Guerra nas Estrelas, já dá para fazer um roteiro de um filme chamado Guerra na Lua. Espera-se que haja uma colaboração estreita entre EUA, China e possivelmente a Índia na logística das estações na Lua. Já um consenso que deverão ficar no lado “escuro” da Lua pela menor variação de temperatura. Precisarão estabelecer uma comunicação, uma distância mínima de 5 km a 10 km e uma logística de socorro. Hoje só vemos a competição para ver quem se estabelece primeiro. Parece que os americanos chegarão até 2028 e os chineses, em 2030. Dessa forma, poderemos fazer um roteiro para 2040, em que a água acaba numa estação e as equipes atacam outra para compartilhar a água por bem ou por mal. Os cineastas já devem estar preparados. Manuel Joaquim Ferreira Francisco - Santos