(Vanessa Rodrigues/AT) Rio Grande do Sul O Rio Grande do Sul é um país à parte que o Criador por acaso - ou para nos dar exemplo - colocou no Brasil. A coragem, a resiliência e a vontade férrea de seguir em frente, não importando o obstáculo, são características provavelmente tatuadas na alma dos gaúchos e nos dão uma invejosa sensação de “queríamos ser assim”. Eu, que por culpa - ou consequência - dos anos vividos presenciei varias tragédias, jamais vi um movimento tão puro, tão fraterno e tão valente como o que estou vivenciando de longe, mas ao lado! E com orgulho talvez injustificável, vista que comparado à bravura rio-grandense nada fiz, vêm-me à memória os versos de Tobias Barreto: “Quando se sente bater no peito a heroica pancada. Deixa-se a folha dobrada enquanto se vai morrer!” Meu respeito e minha homenagem singela, mas sincera, aos irmãos gaudérios desse grande “país”, onde ximangos e maragatos se unem em um silencioso grito de amor fraterno: o Rio Grande do Sul! Franklin Leite Rodrigues - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Cobranças O Grupo de Proteção da Família e da Cidadania cobra neste espaço soluções das autoridades, mas não cobra dos congressistas omissos. O Artigo 163 do Código Penal, do jeito que se mostra, é um verdadeiro incentivo aos predadores. Porém, a culpa não é das autoridades, mas daqueles que ganham regiamente salários pagos por nós para fazerem e adequarem leis e não o fazem. E os criminosos contam com isso. Na próxima cobrança, citem os nomes dos quatro deputados federais da Baixada Santista e busquem apoio, por exemplo, da deputada estadual Solange Freitas para que se crie um abaixo-assinado para ser levado aos congressistas omissos, chamados por mim de “omissidas” (pessoas que cometem o crime de omissão, previsto no Artigo 135 do Código Penal). Pedro dos Santos Neto - Santos Trânsito Até quando a CET-Santos vai ignorar o perigo dos pedestres ao atravessar a Avenida Bartolomeu de Gusmão no trecho entre o Canal 6 e a Rua Januário dos Santos? Atropelamentos nas faixas tanto da Januário como na Ricardo Pinto e colisões de carros ao fazerem a conversão de retorno ou entrarem na Rua Ricardo Pinto são frequentes. Na última segunda-feira, às 18h25, houve mais um atropelamento na faixa da Januário. Não há uma interrupção do fluxo de veículos a partir da Ponta da Praia ou do Canal 6, o que cria uma imensa dificuldade para o pedestre atravessar, mesmo com a Faixa Viva. A sugestão é a CET-Santos colocar um semáforo no cruzamento da Ricardo Pinto, sincronizado com um dos equipamentos do cruzamento do Canal 6, interrompendo o fluxo de veículos na Bartolomeu de Gusmão no lado dos prédios. Carlos Sulzer - Santos Caos imperfeito A derrota do Santos para o Botafogo-SP, até então lanterninha da Série B, deixou o torcedor alvinegro preocupado com o futuro do clube na temporada. O desempenho apático em Londrina, diante de 11 mil torcedores, lembrou os piores momentos da equipe nos últimos anos. Colecionar vexames virou rotina no clube? Fábio Carille precisa ser cobrado. O time dele tem poucas variações táticas e raramente consegue envolver o adversário. A ideia é matar o torcedor de desgosto ou do coração? Um clube do tamanho do Santos, com a maior folha salarial da Série B, não pode aceitar a mediocridade de forma passiva. O inédito rebaixamento aconteceu, entre outros motivos, porque os jogadores não “sentiam” os jogos e não lutavam em campo como deveriam. O Santos precisa reagir o quanto antes. Guilherme Rodrigues Simões - Santos Pobre Santos FC Ver um jogo do Santos, hoje, é um exercício mental. Você não sabe se joga a TV pela janela, se queima a carteira de sócio ou se jura nunca mais ir ao estádio. Um time sem vontade, desorganizado, sonolento e sem uma única jogada ensaiada. O que o treinador Fábio Carille faz nos treinos? O time joga uma vez por semana, treina, treina, treina e no jogo não se vê nada! Antes, ganhávamos dos últimos times, hoje nem isso? Pior, o jogador atua uma vez por semana, se machuca e demora uma eternidade para sair do Departamento Médico. Se chegarmos entre os quatro primeiros, será um milagre. André Durante - São Vicente Festival de Dança Recentemente, Santos foi palco de um festival de dança incrível que não deixa nada a desejar em relação aos grandes eventos do segmento no Brasil: o Festival Internacional de Dança (Fidifest), realizado com muito carinho, dedicação e profissionalismo pela Associação de Dança do Litoral Paulista (Adalpa), capitaneada por Juliana Luiz e André Santos. Quem vai ao Fidifest sente uma energia que transcende este segmento e acaba nos mostrando como a dança é capaz de unir pessoas tão diferentes e transformar vidas. Parabéns pelos 10 anos deste evento incrível e que a cidade de Santos o abrace cada vez mais. Rodrigo dos Santos Rema Alves - Santos