(Imagem ilustrativa/Pexels/Pixabay) Celulares A proibição dos celulares nas salas de aula é a opção mais simplista que não resolve a questão maior: a maioria dos pais não educa seus filhos adequadamente, não dá exemplos e reclama dos professores e das escolas, como se esses fossem obrigados a educar seus filhos. Orientar e educar os jovens para o uso correto dos celulares seria a forma mais inteligente. Assim é feito na Finlândia, Suécia e tantos outros países. A proibição é o atalho mais fácil para os governantes, porém, pode levar a um caminho sem volta no futuro. Rafael Moia Filho - Bauru (SP) 479 anos Protagonista na história, na política, na arquitetura, nas artes e na música, Santos chegou aos 479 anos com reconhecida qualidade de vida e devido ao Porto é um dos municípios mais ricos do Estado, com arrecadação superior a cidades maiores, como São José do Rio Preto e Ribeirão Preto. Mas, apesar dessa riqueza, o principal desafio é a redução da desigualdade social. Ligação direta da ilha com a Área Continental, com a criação de condomínios industriais e bairros sustentáveis, oferecendo emprego qualificado e moradias com preços justos, é uma forma de gerar mais oportunidades e equilíbrio social, retendo também o santista na Cidade. Gilson Leite da Silva - São Paulo Ocupação da areia Como praticante de corrida há décadas em nossas praias, tenho percebido que não mais há a devida atenção e vigilância por parte da Prefeitura de Santos em manter livre a faixa de areia. A qualquer hora, vemos cães, canoas havaianas junto aos canais, guarda-sóis e cadeiras de quiosques sem o menor controle quantitativo, veículos transitando em qualquer horário etc. Claro que temos que apoiar o pequeno comerciante, desde que ele obedeça limites. Creio já haver passado da hora de se nomear alguém que se responsabilize por controlar a faixa de areia, sob pena do cidadão comum ser prejudicado. Luiz Alberto Reis - Santos Batalha de narrativas É impressionante como algumas pessoas se prendem a uma visão seletiva da realidade, ignorando os problemas do passado enquanto criticam o presente. Muitas vezes, o debate político se torna uma batalha de narrativas, onde os fatos são moldados para atender a interesses específicos. Isso dificulta um diálogo construtivo e impede que o país avance de forma unida. O importante é manter o senso crítico e analisar as ações dos governos com base em resultados concretos e impacto na vida da população, independentemente de quem esteja no poder. Focar nas soluções, em vez de alimentar divisões, é essencial para um futuro melhor. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Ódio (1) Em relação à carta com o título “Ódio incomparável”, publicada nesta coluna no dia 2, com a qual concordo em gênero, número e grau, deixo o seguinte recado: ninguém chuta cachorro morto. João Horácio Caramez - Santos Ódio (2) Molleiro, Priscila, Zezinho, Norton, Nelson e mais 700 mil justificam meu ódio. Odeio-o com todas as minhas forças. O desprezo pelo próximo, a indiferença ao sofrimento alheio e o deboche diante da dor do semelhante me dão razão para odiá-lo. Não desejo sua morte, muito pelo contrário. Quero que viva bastante e sinta o ódio que ele mesmo cultivou para si. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Um mês O primeiro mês de 2025 terminou, e pelo andar da carruagem, a nova gestão de Guarujá ainda não terminou os estudos que são necessários para a cidade melhorar. Pelo pouco que entendo de política, acho que o atual prefeito já sabe de cor e salteado o que Guarujá e o Distrito de Vicente de Carvalho precisam. Por enquanto, um mês já se foi. Josemilton de S. e Silva - Guarujá