<p class="first-token" data-path-to-node="0" style="--animation-duration: 600ms;"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="0">Promessas vazias</b></p> <p data-path-to-node="1">Dois dias após a eleição, governadores que prometeram não ampliar a carga tributária aprovaram por unanimidade reajustar o ICMS, tributo estadual, em 4,5% na gasolina, 11,01% no diesel e 4,8% no gás de cozinha. Entre eles os governadores reeleitos de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), e do Distrito Federal, Celina Leão (PP), aliados fervorosos dos Bolsonaros. A decisão terá efeito em cascata, pressionando toda cadeia produtiva a partir de fevereiro de 2027. O reajuste ocorre no momento em que o Governo Federal mantém medidas de desoneração e subvenção para conter o preço dos combustíveis, em especial o diesel, que cria impacto direto no orçamento familiar. Meras promessas vazias.</p> <p data-path-to-node="2"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="2">Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos</i></p> <p data-path-to-node="3"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="3">Política (1)</b></p> <p data-path-to-node="4">Agora dá pra entender como um elemento do tipo do descondenado permanece no poder. É muita ingenuidade acreditar que ainda vivemos numa democracia. Segundo economistas competentes, o País está, mais uma vez, caminhando para tempos ruins, ou melhor, péssimos. Para aliviar a tensão, gostaria de fazer uma proposta: já que as bets estão temporariamente suspensas, vamos fazer um bolão? Em quem vocês acham que o Lula vai botar a culpa pelo caos que se aproxima? Família Bolsonaro? Pessoal da Faria Lima? Roberto Campos Neto? Mídia? Passagem de Júpiter entre Urano e Netuno? Movimento das placas tectônicas no Atlântico Norte? Afinal, Lula nunca está errado e nunca assume a culpa. Para o PT, admitir um erro não é “hombridade, honestidade e caráter”, e sim um sinal de fraqueza.</p> <p data-path-to-node="5"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="5">Ailton Pereira Bueno - Praia Grande</i></p> <p data-path-to-node="6"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="6">Política (2)</b></p> <p data-path-to-node="7">Certamente, deve restar um pingo de constrangimento ao eleitor, correligionário ou colega de partido diante da fuga tresloucada do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O silêncio é sepulcral. Alguns poucos colegas de partido procuram justificar o injustificável, com argumentos que beiram o desespero de quem, no mais profundo recôndito da alma, sabe que o senador deve explicações à Justiça e que a saída do País foi o pior dos gestos possíveis. Preferiu trocar seus eleitores e sua dignidade pela fuga.</p> <p data-path-to-node="8"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="8">Marcus Aurelio de Carvalho - Santos</i></p> <p data-path-to-node="9"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="9">Política (3)</b></p> <p data-path-to-node="10">Gostaria de saber: os deputados eleitos da nossa região que apoiaram o candidato fugitivo concordam com essa atitude, se sentem representados e, principalmente, liderados pelo presidente autodeclarado?</p> <p data-path-to-node="11"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="11">Flávio Belloc - Santos</i></p> <p data-path-to-node="12"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="12">Política (4)</b></p> <p data-path-to-node="13">É lamentável ver brasileiros desejando que Trump promova por aqui algum tipo de intervenção externa contra o presidente Lula, a exemplo do que fez na Venezuela. Ignorar a soberania do próprio país em nome de rivalidades ideológicas demonstra uma falta estarrecedora de consciência nacional. Entregar a chave da nossa política a interesses estrangeiros e comemorar qualquer ameaça à autodeterminação do Brasil não é patriotismo; é apequenar a nossa democracia e rebaixar a nossa própria história.</p> <p data-path-to-node="14"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="14">Gilberto Pereira Tiriba - Santos</i></p> <p data-path-to-node="15"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="15">História portuária</b></p> <p data-path-to-node="16">A recente decisão de manter a competência da Antaq sobre o Serviço de Segregação e Entrega de Contêineres (SSE) joga luz sobre um debate que muitos julgam recente, mas que possui raízes profundas. Embora as discussões e os questionamentos tenham se intensificado este século, a cobrança por essa atividade é antiga. Ainda na década de 1980, atuando como operadora, a própria Administração Portuária criou uma tarifa específica para remunerar esses serviços complementares de administração e entrega de contêineres. Longe de ser uma novidade regulatória, essas operações e suas respectivas remunerações já somam quase meio século de história no Porto de Santos.</p> <p data-path-to-node="17"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="17">Aluisio de Souza Moreira - Santos</i></p>