<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.448324" attr-version="policy:1.448324:1772751520" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.448324/Fachada_.JPG?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Vanessa Rodrigues/AT)</span></p> <p data-end="23" data-start="0"><strong data-end="23" data-start="0">Indignação seletiva</strong></p> <p data-end="701" data-start="25">O autor do texto “Samba, poder e idolatria”, publicado na Tribuna Livre, revela apaixonada visão conservadora ao misturar personagens históricos da esquerda a autocracias, esquecendo convenientemente das atrocidades cometidas por alguns nomes louvados pela direita, como os Churchill pai e filho, que comandaram indescritíveis atrocidades na África e Levante. Também questiono o contorcionismo retórico do texto e a afirmação de que um tema de desfile de escola de samba seria uma espécie de culto à personalidade. O pior é que essas mesmas vozes, ora indignadas, silenciaram em passado recente, quando Jair Bolsonaro concedeu a si mesmo a Ordem Nacional do Mérito Científico.</p> <p data-end="729" data-start="703"><em data-end="720" data-start="703"><strong data-end="719" data-start="704">Mauro Silva</strong></em> - Santos</p> <p data-end="745" data-start="731"><strong data-end="745" data-start="731">Psicologia</strong></p> <p data-end="1276" data-start="747">No senso comum, “maluco” é quem não reconhece seus limites, ignora alertas e se recusa a cuidar de si. A psicologia é justamente o oposto disso. É uma ciência que amplia a consciência, fortalece repertórios emocionais e ajuda na tomada de decisões. Ela atua do autoconhecimento ao desenvolvimento de habilidades para lidar com pressão, perdas, conflitos e mudanças. Em momentos críticos, oferece espaço para ressignificar experiências e reorganizar a vida. A cura começa em nós. A psicologia não cura por nós — ensina como fazer.</p> <p data-end="1306" data-start="1278"><em data-end="1297" data-start="1278"><strong data-end="1296" data-start="1279">Ricardo Murça</strong></em> - Santos</p> <p data-end="1322" data-start="1308"><strong data-end="1322" data-start="1308">Transporte</strong></p> <p data-end="1698" data-start="1324">Apresento neste espaço uma demanda para a Prefeitura de Guarujá: será que vias como Adriano Dias, São Salvador, Joana de Menezes, Guarujá e São Jorge, no Distrito de Vicente de Carvalho, não poderiam receber linhas do transporte coletivo? Tenho visto várias pessoas se deslocando até as avenidas Santos Dumont e Mário Daige, por falta de opção, para embarcar em um coletivo.</p> <p data-end="1740" data-start="1700"><em data-end="1730" data-start="1700"><strong data-end="1729" data-start="1701">Josemilton de S. e Silva</strong></em> - Guarujá</p> <p data-end="1763" data-start="1742"><strong data-end="1763" data-start="1742">A força da mulher</strong></p> <p data-end="2649" data-start="1765">Quando olhamos para a nossa cidade, percebemos que aqui a transformação tem rosto, nome e história. Santos não é apenas a cidade com a maior proporção de mulheres no Brasil: somos, de fato, a força que pulsa no centro do trabalho, da cultura e do futuro. Desde os corredores das universidades até as salas de reuniões, nas famílias e nas comunidades mais distantes da Baixada Santista, as mulheres aprenderam cedo a equilibrar coragem com sensibilidade, sonho com disciplina, cuidado com liderança. São mulheres que não apenas buscam sucesso, mas que transformam realidades. Não se trata de distinção. Trata-se de reconhecimento. Não se trata de separação. Trata-se de soma. Quando mulheres avançam, a cidade cresce. Quando elas prosperam, a região inteira se fortalece. E aqui, onde o mar encontra o trabalho, a força feminina já deixou de ser promessa, ela é realidade em movimento.</p> <p data-end="2681" data-start="2651"><em data-end="2672" data-start="2651"><strong data-end="2671" data-start="2652">Jorge Fernandes</strong></em> - Santos</p> <p data-end="2709" data-start="2683"><strong data-end="2709" data-start="2683">Intolerância religiosa</strong></p> <p data-end="3327" data-start="2711">Manifestamos profundo e veemente repudio diante de recentes atos de desrespeito e intolerância religiosa que ferem a alma da nossa nação. Um dos fatos ocorreu recentemente num shopping em Curitiba (PR). Duas jovens muçulmanas, além de agredidas fisicamente, tiveram seu hijad (véu) arrancados a força. Em outro episódio, uma turista argentina em Crato (CE) foi flagrada destruindo a imagem de Padre Cícero. Nosso movimento, composto por representantes de diversas tradições de fé em Santos, conseguiu, em iniciativas e ações, manter respeito e diálogo não somente entre seus membros, mas também com outras religiões.</p> <p data-end="3374" data-start="3329"><em data-end="3374" data-start="3329"><strong data-end="3373" data-start="3330">Movimento Interreligioso pela Cidadania</strong></em></p> <p data-end="3389" data-start="3376"><strong data-end="3389" data-start="3376">Aprovação</strong></p> <p data-end="3767" data-start="3391">Finalmente o Senado aprovou o projeto de lei que torna permanente o laudo de autismo. Entretanto esse projeto ainda precisa ser votado na Câmara e depois sancionado pelo presidente Lula. Famílias de autistas sabem o quanto é caro, burocrático e cansativo ter que refazer laudos para algo que existe desde o nascimento da pessoa. Esperamos que os deputados ajam com hombridade.</p> <p data-end="3809" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3769"><em data-end="3789" data-start="3769"><strong data-end="3788" data-start="3770">Daniel Marques</strong></em> - Virginópolis (MG)</p>