<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.476939" attr-version="policy:1.476939:1756474235" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.476939/Design sem nome (5).png?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Joédson Alves/Agência Brasil)</span></p> <p data-end="588" data-start="0"><strong data-end="20" data-start="0">Memória seletiva</strong><br data-end="23" data-start="20" /> Lendo a missiva do sr. Gilberto Tiriba, notei a preocupação dele quanto à anistia dada no passado a vários nomes. Mas, como sei que todos estamos sujeitos a lapsos de memória, lembro ao missivista sobre os anistiados de 1979 que eram terroristas e desejavam implantar o comunismo no Brasil na marra. Falo de sequestradores, ladrões de banco e assassinos. Não tinha vendedor de algodão-doce no sequestro do embaixador americano e ninguém escreveu com batom na guarita do soldado Mário Kozel Filho. Essa é a diferença entre os fatos.<br data-end="557" data-start="554" /> <em data-end="586" data-start="557">André Durante - São Vicente</em></p> <p data-end="1225" data-start="590"><strong data-end="610" data-start="590">Trabalho e renda</strong><br data-end="613" data-start="610" /> O Imposto de Renda sobre o trabalho é injusto porque o salário não é uma renda, e sim uma troca de esforço físico e mental por dinheiro. A verdadeira renda surge quando você obtém um lucro, por exemplo, ao emprestar dinheiro (se você empresta R\$ 100 e recebe de volta R\$ 120, os R\$ 20 extras são renda) ou vender um bem (se você compra um imóvel por R\$ 100 e vende por R\$ 100, não há lucro. Porém, se vende por R\$ 120, os R\$ 20 são renda). É sobre esse lucro que o Imposto de Renda deveria incidir. No caso do trabalhador, ele faz um serviço e recebe R\$ 100, sem lucro.<br data-end="1185" data-start="1182" /> <em data-end="1223" data-start="1185">Franz Josef Hildinger - Praia Grande</em></p> <p data-end="1714" data-start="1227"><strong data-end="1242" data-start="1227">Meta fiscal</strong><br data-end="1245" data-start="1242" /> O Governo Lula, para atingir a meta fiscal, quer retirar despesas de R\$ 89,9 bilhões (R\$ 31,9 bilhões de 2024 e R\$ 58 bilhões em 2025) para escapar do impeachment pelas regras da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que limita os gastos às receitas. Resumo da ópera: o ministro Fernando Haddad só aumenta ou cria impostos. A receita bate recordes de arrecadação, mas, mesmo assim, é insuficiente e inferior aos gastos.<br data-end="1667" data-start="1664" /> <em data-end="1712" data-start="1667">Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES)</em></p> <p data-end="2021" data-start="1716"><strong data-end="1733" data-start="1716">Agradecimento</strong><br data-end="1736" data-start="1733" /> Gostaria de agradecer aos médicos Marcel Milani Luiz e Laura Raquel Ferreira de Araújo pela competência e comprometimento com sua profissão no atendimento humanizado, principalmente com pacientes idosos, que são os mais vulneráveis. Que Deus os abençoe.<br data-end="1992" data-start="1989" /> <em data-end="2019" data-start="1992">Silvio Rodrigues - Santos</em></p> <p data-end="2959" data-start="2023"><strong data-end="2039" data-start="2023">Belo exemplo</strong><br data-end="2042" data-start="2039" /> No sábado, o jornal O Estado de S. Paulo publicou um editorial com o sugestivo título: “Alguém tem vergonha na cara”. O fato: um promotor de Justiça aposentado foi informado que receberia um valor relativo a uma tal “assunção de acervo”, que nada mais é que o acréscimo de um dia de folga a cada três trabalhados. Um escárnio. Pior ainda: em fevereiro foi autorizado o pagamento retroativo. Assim, ele receberia pelo período 2015-2023 cerca de R\$ 1,3 milhão. Inconformado, não só recusou o dinheiro como ajuizou ação no STF para acabar com esse escândalo. Nosso respeito e elogio a essa belíssima demonstração de dignidade e ética contra o corporativismo nefasto dos três poderes, que aparentemente gastam a maior parte do tempo imaginando novas formas de assalto ao dinheiro público. Os que deveriam dar exemplo de cumprimento da lei são os primeiros a infringi-la. Vergonhoso!<br data-end="2923" data-start="2920" /> <em data-end="2957" data-start="2923">Persio Boschetti Júnior - Santos</em></p> <p data-end="3805" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2961"><strong data-end="2969" data-start="2961">Vida</strong><br data-end="2972" data-start="2969" /> O viver terreno se torna mais ameno a quem encontrou a felicidade no viver diário com honestidade e ajuda ao semelhante. Ao ser descoberto, o amor fraterno é como pequeno botão de rosa ainda fechado, florescendo com seu perfume envolvente. É como criança adormecida no ventre materno, que vai nascer para o encanto da vida. O que tem dentro de si o adormecido e fechado materialista? O mesmo que o cristão e o religioso, pois ambos possuem a mesma essência: emanações da vida em família. O materialista, porém, ainda tem encapsulado na alma o botão do esclarecimento, que já desabrochou no interior do amor fraterno. O materialista traz escondido no âmago o brilho dos olhos de uma criança, enquanto a luz da moral cristã e da valorização da família já brilha nas pessoas esclarecidas.<br data-end="3760" data-start="3757" /> <em data-end="3805" data-is-last-node="" data-start="3760">Grupo de Proteção da Família e da Cidadania</em></p>