(Vanessa Rodrigues/AT) Copa do Mundo O Brasil segue vivo na Copa. O “sufoco” diante do Japão fez o torcedor comum sentir na pele como uma simples partida de futebol pode provocar diferentes emoções em 90 minutos. Agora, a seleção terá a Noruega pela frente, equipe conhecida por sua remada viking. Diante disso, o Brasil tem uma missão clara: mandá-los remar de volta para casa, embalados pelo ritmo do Olodum. Superar a Noruega será uma questão de honra. Principalmente porque o Brasil nunca venceu os noruegueses na história. Os dois países já se enfrentaram quatro vezes, com dois empates e duas vitórias dos europeus. A Noruega é a única seleção jamais derrotada pelo Brasil até hoje. Guilherme Rodrigues Simões - Santos Misoginia A misoginia está enraizada no coração dos homens da família Bolsonaro. As confusões protagonizadas por Jair Messias são conhecidas. A humilhação sofrida por Michelle, perpetrada por um juvenil Flávio Bolsonaro, mesmo fragilizado no seguimento feminista, demonstra despreparo. Soma-se a isso o rosnar de Eduardo, o deboche de Carlos e o histerismo de Paulo Figueiredo, no YouTube, gritando que as mulheres votam mal “pra caramba”, especialmente as solteiras. Os vídeos nas redes sociais atingem em cheio a moral das mulheres, mas a independência financeira, social e de opinião delas evidencia um ponto: as brasileiras votam por suas convicções, sem nenhum cabresto, e isso leva pânico aos machistas de plantão. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Política Uma eterna dupla de canastrões toma conta deste espaço. Quando vejo seus adoradores escrevendo, já nem leio, porque tudo que eles falam de pior desta dupla é o que eu realmente penso. No próximo pleito, o eleitor terá que escolher o menos pior. Como não voto e nunca votei em PT, não sairei de casa para votar. Com 63 anos, aposentarei meu título eleitoral, pois as coisas mudam para pior e o melhor é não perder tempo votando nos péssimos políticos que nós temos. Silvio Rodrigues - Santos A Região em Pauta Educação Financeira foi o tema debatido no encontro que reuniu especialistas com muita experiência no conhecimento sobre assunto que transcende a dicotomia despesa/receita. Vivemos em um mundo imaginário de enriquecimento fácil, bombardeados por propaganda enganosa de influenciadores digitais, apostas on-line, crédito consignado e uma infinidade de produtos para induzir a população ao endividamento. Para enfrentar esses problemas, precisamos de Educação Financeira desde crianças, principalmente nas escolas. Quem sabe, no futuro, teremos gerações conscientes, modificando seu comportamento e valorizando o dinheiro. Parabenizo a jornalista Arminda Augusto e o jornal A Tribuna pela análise do assunto no evento. Obed Zelinschi de Arruda - Santos Venezuela Entre mortos e feridos, o terremoto da Venezuela mostra ao mundo pontos que merecem reflexão. Neymar, sempre criticado, fez sua doação aos venezuelanos. Já a Fifa poderia usar influência global para ajudar mais, com doação de roupas, alimentos e medicamentos. Afinal, estamos em período de Copa do Mundo e, como dizem por aí, não se trata só de futebol, e sim de união entre os povos. Luiz Guillermo R. B. Fierro - Santos Gestão dos portos Os temas classificados como críticos em relatório da Antaq apontam graves problemas que poderão ser referência para tomadas de ações em um sistema que tem enorme potencial para viabilizar e aumentar riquezas e empregos em suas cadeias de suprimentos de produção e consumo. Em suas recomendações, destaco o fortalecimento de pesquisas, base sólida para planejamentos, e sugiro que os gestores, especialmente diretores, tenham metas sem interferências, como ocorre em Roterdã e outros importantes portos. Aluisio de Souza Moreira - Santos