(Matheus Tagé/AT) Privatização Para os defensores das nossas maravilhosas estatais, gostaria de contar uma história. Comprei um remédio pelo site de uma empresa do Sul do País. Ela enviou o código de rastreio, que deu inválido. Decidi aguardar, só que nada de chegar em casa. Entrei em contato com a empresa, que mandou um comprovante de envio (com o código que inicialmente deu inválido). Isso foi na sexta feira. Entrei no site dos Correios e dessa vez o código foi aceito. Na segunda feira, minha esposa teve que ir aos Correios, mesmo com frete pago. Conclusão: a encomenda foi devolvida. Para completar, ela soube que os Correios não avisam mais se tem algo na base deles. Ou seja: se alguém mandar um presente, uma surpresa, precisará enviar o código de rastreio, acabando com a novidade. Tudo porque essa empresa não entrega em casa algo que pagamos para entregar. Tem que privatizar saúde, segurança e talvez até educação. Fabricio Xavier Leonardo - Guarujá Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Obras Mais uma vez os gestores de Santos não planejam da melhor forma as obras em curso na Cidade, afetando munícipes em quase todos os bairros e prejudicando muito a mobilidade urbana, devido à grande quantidade de intervenções. Atualmente, o mandato de prefeito é de quatro anos, que podem virar mais quatro se houver reeleição. Então, por que a maioria das obras só é realizada no último ano de mandato? Seria mostrar serviço somente nesse período para iludir ou influenciar em ano de eleições municipais, praticamente parando a Cidade e causando transtornos? Obras devem ser planejadas, não utilizadas para alavancar candidaturas, prejudicando os munícipes. Henrique M. C. Cruz - Santos Passar a boiada Mesmo com o Governo Federal se opondo à PEC das Praias, o ministro do Turismo, Celso Sabino, vê com bons olhos sua aprovação. Reconhece a dificuldade diante das discussões que desvirtuaram o projeto e o impregnaram politicamente. Avalia não haver nenhuma possibilidade de propriedade privada não permitir o acesso de pessoas nas faixas litorâneas do País. Ele disse que “qualquer pessoa que tenha dois neurônios sabe que não é isso”. Especialistas no assunto, com bem mais neurônios, citam a quantidade de praias, antes inóspitas, que se transformaram em condomínios e resorts. Em Florianópolis (SC), um condomínio privado transformou o Canto da Lagoa em praia particular, com estrutura que impede a entrada de pedestres. Em Guarujá, há anos temos situação similar. Entendo que a PEC proposta servirá para alterar a Constituição e “passar a boiada” em definitivo. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Será que ele sabe? Vejo aqui alguns missivistas narrando aquilo que orientadores de esquerda ficam papagaiando aos quatro ventos, sem nunca responder o lógico. Onde existe isso? Uns falam em homofobia, sexismo e mais um tanto de “ismo”, se esquecendo que a esquerda faz tudo isso e muito pior! Esqueceram da Ucrânia, dos Gulags, dos campos de concentração no Vietnã, de nossos Yanomami? Cadê os lacradores de plantão? E o recorde de queimadas? Cadê Greta, Di Caprio? Esquecem de Fidel, Stalin, Mao, Polpot, mas a memória da esquerda é seletiva, só lembra do que lhe convém. Mas a pergunta não foi respondida: qual partido é de extrema direita aqui no Brasil? Contra fatos e história não há narrativas. André Durante - São Vicente A retórica dos tartufos O discurso dos neotartufos se enquadra numa regra simples: “faça o que falo, mas não faça o que faço”. Os políticos que se elegem (delegado fulano, capitão sicrano, sargento beltrano etc.) com discurso de combate à criminalidade e de aumento da segurança mereciam demissão sumária porque o resultado é justamente o contrário. Há um aumento da criminalidade. No discurso, com fervoroso patriotismo o tema segurança nacional. Mas, na prática, aprovam privatizações suspeitíssimas das empresas públicas de energia elétrica, das empresas públicas de tratamento de água e esgoto, das refinarias públicas e dos bancos públicos. Agora, até os terrenos públicos de marinha estão em debate. Algo vai muito mal no caráter da direita brasileira a ponto de se questionar até que ponto esse patriotismo é sincero. Mauro Silva - Santos Humildade A humildade não se resume apenas a comportamentos externos ou demonstrações superficiais. Ela está enraizada na disposição genuína de aprender, na habilidade de ouvir com empatia e na consciência contínua de que sempre há espaço para crescimento. Esses aspectos não apenas facilitam interações positivas com os outros, mas também promovem um crescimento pessoal e profissional significativo. A humildade, portanto, é uma qualidade essencial não apenas para o desenvolvimento individual, mas também para a construção de relacionamentos saudáveis e produtivos. Gilberto Pereira Tiriba - Santos