<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.374455" attr-version="policy:1.374455:1774565968" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.374455/legacy_image_292195.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(AdobeStock)</span></p> <p data-end="903" data-start="0"><strong data-end="13" data-start="0">Violência</strong><br data-end="16" data-start="13" /> A violência contra mulheres está aumentando ou sempre existiu e apenas se tornou mais visível? Ela sempre esteve presente, mas por muito tempo foi tratada como assunto privado. Antes da Lei Maria da Penha (2006), muitos casos eram registrados como ameaça, lesão corporal, homicídio ou “briga de casal”. Não havia recorte de gênero nem políticas públicas específicas. A violência existia, mas permanecia invisibilizada. Com a lei, a violência doméstica passa a ser reconhecida como violação de direitos humanos e ganha categorias próprias: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Quando se nomeia, torna-se possível medir. Quando se mede, a realidade aparece. Há contextos em que se observa aumento real da violência, especialmente na ruptura da relação. Reconhecer essa realidade é o que permite interromper ciclos antes que se tornem irreversíveis.<br data-end="878" data-start="875" /> <em data-end="903" data-start="878">Tatiana Riesco - Santos</em></p> <p data-end="1328" data-start="905"><strong data-end="916" data-start="905">Justiça</strong><br data-end="919" data-start="916" /> O ex-presidente não terá condições de cumprir a pena que lhe foi imposta devido a seu grave estado de saúde, conhecido pela nação. Um procedimento desumano, que choca até os mais ferrenhos opositores. A história, sem dúvida, vai julgar esses atos. A nação, isenta do rancor político, o verá sob novo julgamento e a Justiça poderá fazer sua parte, descortinando narrativas.<br data-end="1294" data-start="1291" /> <em data-end="1328" data-start="1294">Valter José Vieira - São Vicente</em></p> <p data-end="2042" data-start="1330"><strong data-end="1353" data-start="1330">Polícia Federal (1)</strong><br data-end="1356" data-start="1353" /> Faço minhas as palavras de Rogério Bassili sobre uma nova sede da Polícia Federal na Ponta da Praia. Não há, no Centro de Santos, prédios disponíveis em condições de manter a delegacia onde está, próxima do Fórum, do Palácio da Polícia, da Alfândega, de escritórios aduaneiros, do futuro Tecon Santos 10 e do novo terminal de transatlânticos? Far-se-á como o IML de Santos, tirado de localização própria, próximo de tudo acima citado, para ser enfiado em área residencial e pagando aluguel? Talvez novas lanchas e escâneres fossem mais eficientes, já que recordes de apreensões de drogas nos cascos de navios dificilmente serão reprimidos por fachadas pomposas.<br data-end="2020" data-start="2017" /> <em data-end="2042" data-start="2020">Rubem Silva - Santos</em></p> <p data-end="2787" data-start="2044"><strong data-end="2067" data-start="2044">Polícia Federal (2)</strong><br data-end="2070" data-start="2067" /> Leitor opinou pela manutenção das instalações da Polícia Federal no Centro de Santos e citou o não esvaziamento daquela área. Porém, temos visto há décadas que o Centro já não desperta o mesmo interesse, sobretudo da população mais jovem, que prefere outros bairros para trabalhar e passear. A Prefeitura e o Estado têm se esforçado em investir na área central, com Mercado, teatros e VLT, mas o retorno fica imperceptível face as péssimas condições de todo entorno, sobretudo à noite, quando as ruas ficam desertas em meio a tantos imóveis abandonados. É preciso que se tome uma medida radical, eliminando o que está velho e em desuso como um todo, freando o esvaziamento dessa região.<br data-end="2759" data-start="2756" /> <em data-end="2787" data-start="2759">Luiz Alberto Reis - Santos</em></p> <p data-end="3090" data-start="2789"><strong data-end="2807" data-start="2789">Enriquecimento</strong><br data-end="2810" data-start="2807" /> Diante de tantas coisas que leio nessa coluna, pergunto aos simpatizantes do governo atual: qual foi a fonte que fez de Lulinha um homem poderoso, sendo que, antes do pai ser presidente, tratava animais no zoológico? Ganhou na loteria?<br data-end="3048" data-start="3045" /> <em data-end="3090" data-start="3048">Isabel Maria de Mattos G. Cunha - Santos</em></p> <p data-end="3808" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3092"><strong data-end="3112" data-start="3092">Canais de Santos</strong><br data-end="3115" data-start="3112" /> Não é a primeira vez que se fala em destombamento dos canais de Santos em vez de se atacar o real problema da impermeabilização da Cidade. Dessa vez, a ideia é do vereador Allison Sales (PL). Santos é conhecida mundialmente pelo seu porto e também pelos seus canais, que são um patrimônio histórico. Com a construção deles pela equipe do engenheiro sanitarista Saturnino de Brito, a nossa Santos literalmente deixou de ser a cidade conhecida como Porto da Morte, para ter as características atuais. Descaracterizar os canais de drenagem de Santos será uma agressão irrecuperável à identidade da Cidade. Oxalá este assunto saia da pauta e nunca mais retorne.<br data-end="3775" data-start="3772" /> <em data-end="3808" data-is-last-node="" data-start="3775">Edson Santana do Carmo - Santos</em></p>