Imagem ilustrativa gerada por IA (Freepik) Dinheiro público Fico perplexo com os nossos esquerdistas fashions que defendem dinheiro público a uma escola de samba do Rio de Janeiro. Alegar que nosso dinheiro foi para todas as agremiações é achar que somos idiotas. Será que é tão difícil de entender que uma escola foi usada para propaganda eleitoral de um personagem nada agradável, o atual presidente e eterno candidato da esquerda fashion? Ninguém está falando da verba para nossa maior festa popular, e sim no uso militante dela. André Durante - São Vicente Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Idolatria e ponderações Tive vários ídolos, como Ronaldinho Gaúcho, Bernard e Ayrton Senna. Em relação a todos eles, procurei observar e absorver seus pontos positivos, sem esquecer dos negativos. Senna, por exemplo, foi campeão ao bater em Prost “sem querer, querendo”. Voltando à atualidade, o fato é que vivemos em um país com arcabouço de leis definido pelo Congresso. Da mesma forma, quem define o enredo de uma escola de samba é sua comunidade. Dinheiro público para o Carnaval se tornou um fato desde o século 20. Rubem Silva - Santos Ciência Ensino, pesquisa e inovação são extremamente relevantes. Por esses motivos, parabenizo o trabalho de elevado nível e dedicação da professora Tatiana Coelho Sampaio, da UFRJ, que já promove valiosos benefícios aos tetraplégicos, alguns com excelente recuperação. Há quem já diga que ela pode ganhar o primeiro Prêmio Nobel ao Brasil. Parabéns a todos que trabalham pela Ciência. Aluisio de Souza Moreira - Santos Agradecimento Agradeço à equipe do Hospital Ana Costa, em especial aos médicos Roberto Montoro e Paulo Cunha e às enfermeiras Priscylla Catarina e Giovana Andrade, pelo carinho e dedicação à realização de meu procedimento cirúrgico. Tanta empatia e esmero denotam profissionalismo, fator indispensável para quem lida com a vida humana. Obed Zelinschi de Arruda - Santos Viés O viés de confirmação funciona como o orgulho: cega. Não porque a pessoa não escuta o outro, mas porque, quando escuta, seleciona apenas o que lhe convém para rebater, desqualificar ou distorcer. A cognição passa a operar por recortes. A realidade aceita não é a que se apresenta, mas a que confirma crenças, afetos e identidades já escolhidas. Tudo o que ameaça essa narrativa é rejeitado, relativizado ou atacado. Isso não é pensamento crítico. É defesa psíquica. E quanto mais forte o vínculo emocional com a ideia, maior a resistência à dúvida. Em tempos de eleição, o viés não escolhe lado. Ele apenas revela quem já decidiu — e chama isso de razão. Ricardo Murça - Santos Reflexão O homem apenas ocupado com as riquezas materiais tem de parar para meditar. Na realidade, ele reconhece que as coisas andam mal, mas não se dá ao trabalho de ver onde está o erro. Sem se preocupar com o que os outros dizem, fazem ou pensam, o dever de cada um, mesmo que se julgue só, é o de fazer a sua parte na vida honesta, custe o que custar, não se afastando nunca daquela linha de conduta moral positiva. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Finanças Enquanto governadores posam de bons administradores, alguns deles foram mais uma vez discutir soluções com o Governo Federal. O estoque das dívidas dos estados com a União já passa dos R\$ 800 bilhões e não vejo nenhuma pressão para que ajustem suas contas. A União ofereceu a eles, após a devida aprovação pelo Congresso, um generoso programa para essas dívidas, o Propag, com vantagens tão atraentes que até estados que não necessitavam aderiram a ele. A medida poderá implicar em severo impacto fiscal ao Governo Federal, mas caberá aos estados investir a economia feita em educação técnica. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos