<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.462110" attr-version="policy:1.462110:1747613702" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.462110/crianca-pequena-encontra-se-na-cama-com-brinquedos.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(FreePik)</span></p> <p data-end="548" data-start="0"><strong data-end="21" data-start="0">Contentor de lixo</strong><br data-end="24" data-start="21" /> Quero parabenizar a Prefeitura de Santos por colocar um contentor de lixo orgânico na esquina das ruas Oswaldo Cochrane e Cel. Proost de Souza, acabando com o problema crônico de resíduo de alimentos acumulados na calçada daquela esquina. Aproveito para solicitar um outro equipamento do tipo para lixo reciclável, porque lojas e restaurantes continuam descartando esse tipo de material na mesma calçada. Uma atitude que frequentemente impede a passagem de pedestres, já que o local é estreito.<br data-end="521" data-start="518" /> <em data-end="548" data-start="521">— Sueli da Rocha – Santos</em></p> <p data-end="1446" data-start="550"><strong data-end="569" data-start="550">Bebê reborn (1)</strong><br data-end="572" data-start="569" /> A crônica do sr. Arnaldo Luis Theodosio Pazetti publicada ontem conseguiu diagnosticar em tom sereno o que muitos de nós gritamos em segredo no travesseiro: o ser humano perdeu a mão. Se é que algum dia teve. O desfile de absurdos contemporâneos — de casamentos com objetos a cães usados como máscaras sociais — talvez seja menos uma anomalia e mais o novo normal de um zoológico urbano sem jaulas. Tudo isso acontece em meio a um frenesi por “autenticidade” e “conexão”. Nunca estivemos tão conectados — e tão distantes ao mesmo tempo. O sr. Pazetti pede uma boneca; eu diria que está sendo modesto. Talvez precisemos mesmo de um reset completo. Do jeito que vamos, ninguém consegue mais nos salvar. A crônica não só cutuca, mas escancara — com elegância, sarcasmo e um toque de desespero civilizado — a nossa triste e hilária decadência.<br data-end="1414" data-start="1411" /> <em data-end="1446" data-start="1414">— Arnaldo Luiz Corrêa – Santos</em></p> <p data-end="2104" data-start="1448"><strong data-end="1467" data-start="1448">Bebê reborn (2)</strong><br data-end="1470" data-start="1467" /> Vivemos tempos em que o real e o artificial se confundem. Bebês reborn recebem cuidados médicos simulados. Cachorros desfilam em carrinhos, vestidos como crianças. Adultos encenam comportamentos de animais. Na política, falsos moralistas pedem anistia a vândalos que atacaram as instituições democráticas e protegem os verdadeiros mandantes. Tudo é suavizado por eufemismos: donos de pets viraram “tutores”, empregados são “colaboradores” e o cinismo impera. A forma vale mais que o conteúdo. Tudo é relativizado, desde que bem embalado. Até quando aceitaremos esse absurdo como se fosse normal?<br data-end="2068" data-start="2065" /> <em data-end="2104" data-start="2068">— Gilberto Pereira Tiriba – Santos</em></p> <p data-end="2584" data-start="2106"><strong data-end="2115" data-start="2106">Força</strong><br data-end="2118" data-start="2115" /> Certas pessoas se sentem fragilizadas muitas vezes, acham que não têm forças para superar suas dificuldades. Sentimentos de fraqueza devem ser trocados por sentimentos de valor. Se há dificuldades, procurem lidar com elas seguras e confiantes em seus elevados pensamentos e na inquebrantável força de vontade que todos têm latente no âmago. Assim agindo, irão encontrar a melhor solução para os problemas cotidianos.<br data-end="2537" data-start="2534" /> <em data-end="2584" data-start="2537">— Grupo de Proteção da Família e da Cidadania</em></p> <p data-end="2972" data-start="2586"><strong data-end="2597" data-start="2586">Emendas</strong><br data-end="2600" data-start="2597" /> Os vereadores de Santos aprovaram aumento de 56% nas emendas parlamentares para o próximo ano. Mas por que os legisladores, em geral, precisam ter participação em verba pública, algo que deveria ser exclusividade do Executivo? Os legisladores têm como função precípua criar leis que beneficiem o povo e fiscalizar os atos do Executivo.<br data-end="2938" data-start="2935" /> <em data-end="2972" data-start="2938">— Pedro dos Santos Neto – Santos</em></p> <p data-end="3700" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2974"><strong data-end="2990" data-start="2974">A Tribuninha</strong><br data-end="2993" data-start="2990" /> Gostaria de expressar meu contentamento pela volta da publicação de A Tribuninha. As matérias são extremamente bem escritas e apresentam uma visão clara, objetiva e lúdica sobre assuntos do universo infantil, com dicas e sugestões de livros, filmes e passeios. O jornalista Ted Sartori faz um excelente trabalho ao pesquisar e apresentar as informações de forma interessante e acessível, excelente para trabalhar os temas em sala de aula. A escolha das imagens e a diagramação da página também são muito bem feitas. Gostaria de destacar a capacidade da equipe em tornar os temas fáceis de entender e atraentes ao público infantil. Isso demonstra uma grande habilidade e dedicação.<br data-end="3676" data-start="3673" /> <em data-end="3700" data-is-last-node="" data-start="3676">— Paula Magno – Santos</em></p>