(Alexsander Ferraz/AT) Feriados Os feriados no meio de semana deveriam ter suas atividades públicas e particulares suspensas na primeira sexta-feira ou na segunda-feira após a comemoração. Assim como o horário de verão, que comprovadamente apresenta economia de energia elétrica, mesmo que pouca, essa proposta deveria ser levada em consideração. O Governo Federal deveria deixar para cada estado decidir temas como esses. Sérgio da Rocha Soares Filho - Santos Perda A advocacia perde um profissional mais que reconhecido. Fui surpreendido com a notícia da morte do advogado José Eduardo Dias Collaço. Ele fazia parte da “velha guarda”, que encontrei muitas vezes pelos corredores do Fórum ou na rua. Era sempre cordial e sorridente. Tive a oportunidade de compartilhar, de alguma forma, um tempo em que eram poucos os advogados e todos conhecidos, como Gildo dos Santos, Aécio de Azevedo Queiroz, José Rodrigues dos Santos, José Gomes da Silva, Derosse José de Oliveira, Álvaro Benedito de Castro, Lauro Sotto, Silvio Antunes de Carvalho e tantos outros nomes que poderia indicar neste espaço. Ficam a saudade e as boas lembranças dessa época. Paulo Roberto de Santana - Santos A Região em Pauta Com muita alegria, chegou ao fim mais um ano do projeto A Região em Pauta, do Grupo Tribuna, no 10º fórum, com o tema Cultura. Desta vez na aconchegante Pinacoteca Benedito Calixto, o fórum proporcionou um debate instigante com a participação de autoridades de destaque. Em comemoração aos 130 anos de A Tribuna, o poeta Flávio Viegas Amoreira destacou a importância de figuras ilustres que fizeram parte do jornal, como Geraldo Ferraz, Pagu e Narciso de Andrade, transformando a redação em uma verdadeira Secretaria de Cultura. Para enriquecer o evento, tivemos o privilégio da apresentação do pianista Gabriel Motta Nunes, garoto prodígio, com a participação do violinista Vinícius Mendes. Na sequência, apresentação do grupo circense Tem Charanga Tocando a Brincadeira e, finalizando, o grupo musical Ciranda Coral, transformando a bela tarde em um espetáculo maravilhoso! Parabéns à diretoria e aos colaboradores da Pinacoteca por oferecerem o magnífico espaço à população e aos envolvidos no projeto A Região em Pauta. Obed Zelinschi de Arruda - Santos Santos FC A Tribuna publicou na última semana duas notícias antagônicas. Na primeira, lemos a triste possibilidade de aposentadoria do nosso querido zagueiro Gil, um dos pilares do retorno do Santos para a Série A. Na segunda, vemos o “esforço” do atual presidente do Santos, Marcelo Teixeira, para trazer de volta Gabigol e Neymar. Ninguém duvida da competência dos dois craques, entretanto, teremos grandes problemas: os futuros salários dos dois, as costumeiras lesões de Neymar e as birras de Gabriel com técnicos e companheiros. Se o nosso presidente mantiver esse sonho inconsequente, o outrora grande Santos terá grandes chances de retornar à Série B. Luiz Antônio Alves de Souza - São Paulo Seleção Nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1970, na soma dos dois confrontos contra a Venezuela, a seleção brasileira marcou nada mais nada menos do que 11 gols. Agora, foram dois empates. Quem viu, viu. João Horácio Caramez - Santos Acuado A transformação de Jair Bolsonaro após a vitória de Donald Trump é notória. Ele passou de um homem visivelmente abalado pelas investigações da Polícia Federal sobre diversos crimes que teria cometido a um líder confiante e arrogante. Sua primeira ação foi se convidar para a posse de Trump, na esperança de recuperar seu passaporte. Essa atitude é preocupante, pois pode ser vista como uma ameaça à soberania nacional. A reunião de Bolsonaro com embaixadores estrangeiros, em 2022, para denunciar supostas fraudes no sistema eleitoral brasileiro, é um exemplo disso. Tal gesto pareceu uma tentativa de desmoralizar a democracia brasileira aos olhos de potências estrangeiras, na esperança de obter apoio. Na verdade, Bolsonaro demonstra estar acuado. Apegar-se a Trump não o tornará elegível novamente nem o livrará das investigações da Polícia Federal. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Palavras Muitas vezes as pessoas têm que medir as palavras para que elas não sejam ditas em hora errada. Devem ter cautela na maneira de falar, porque podem ferir quem não está preparado para ouvir certos comentários. É um alerta, pois há conflitos políticos, religiosos, familiares, de trabalho. Nas devidas proporções, determinadas palavras tornam mais conflituoso um ambiente. Certas pessoas não avaliam o alcance do que dizem. Muitas vezes não se ofende por querer, mas, conforme a palavra empregada, fere-se até muito, porque o ofendido vai guardar a mágoa dentro de si. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania