(Raul Baretta/ SFC) O Peixão voltou! O Peixão voltou! Que bom ver de volta o Santos FC à primeira divisão. Com isso, seria ótimo renovar e reconstruir, não apenas o Santos Futebol Clube, mas também a relação entre os torcedores e a comunidade. Um recado aos vândalos que destruíram tudo quando o time foi rebaixado para a série B. Que tal plantar flores e árvores, reparar ou substituir os ônibus danificados, pintar murais e grafites, organizar eventos comunitários para reunir torcedores e moradores. Seria uma forma de se remediar perante a comunidade. Que tal? Gilberto Pereira Tiriba - Santos Santos FC O Santos é grande, o Santos é enorme, o Santos é gigante. A elite do futebol brasileiro agora está completa: o Santos FC voltou. Parabéns ao Peixe. É Nós! ET.: Sou corintiano santista. João Horácio Caramez - Santos Chegou a hora do 4x3 Paul Lafargue, no final do século 19, num texto interessantíssimo, defendia o ócio, observando, entre outras coisas, que a origem da palavra trabalho vem de tripalium, instrumento de tortura medieval. Segundo ele, as máquinas trabalhariam, enquanto a humanidade, no ócio, criaria. Esse tema foi revisitado por Domênico de Masi um século depois. Desde sempre, a automação, fruto da criatividade humana, só beneficiou os donos dos meios de produção. É chegado o momento de socializar seus benefícios, e argumentos em contrário do tipo “quem vai pagar a conta?” são, em verdade, os mesmos usados pelos escravagistas contra a abolição. Mauro Silva - Santos Putin Lula, sempre ele e suas opiniões sobre a Rússia e Putin, são no mínimo lamentáveis. Diz que está na hora do Putin poder visitar qualquer país e ter liberdade para viajar para onde quiser. Tudo que o Putin fez de mal à Ucrânia e as milhares de mortes para o democrata Lula são miragem. É vergonhoso o Lula e seu fanatismo comunista. Putin é criminoso de guerra, Lula. Marieta Barugo - São Paulo Vanguarda visual Parabéns ao Santos Film Fest pela iniciativa de incluir uma mostra dedicada a filmes universitários na 11ª edição do festival em junho de 2025! Esse compromisso com a valorização e incentivo à produção audiovisual local reforça o papel do festival como uma plataforma de vanguarda para o cinema regional. É um evento que, além de ser democrático e inclusivo, acolhe públicos diversos, criando oportunidades de formação e acesso ao cinema para todas as idades. A possibilidade de apreciar obras produzidas em um ambiente universitário nos permitirá vislumbrar o futuro da nossa produção audiovisual santista. Parabéns a todos os envolvidos! Rodrigo Dos Santos Rema Alves - Santos Nova Cannes Como já tinha escrito anos atrás, sendo publicado nesta coluna, Santos possui potencial artístico, sendo que atualmente temos tido várias programações de sucesso, na cidade, o Santos Fest, Festival de cinema, exposições de arte, fotografias e outros, que tal a premiação de filmes, documentários etc inicialmente nacionais sendo realizado aqui em Santos, igual ao o que acontece em Cannes? Temos vários locais para isso ser organizado, o que incentivará o turismo para nossa cidade e a criação de mais cursos para jovens humildes de Santos e região da Baixada. Sandra Maria Tamashiro - São Vicente Capacidade A falta de capacidade para compreensão de temas que exijam maior nível de sinapse está representada justamente na tentativa de nivelá-los ao nível de um pires. Por fim, e não menos importante, se não tem condições de consumir, ou não quer consumir o que muitos passaram a consumir a partir de determinado momento, quer que eu faça o quê? Não sou açougueiro. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Deveriam proteger Os leitores de A Tribuna devem se lembrar de uma reportagem bonita: policiais encontraram uma menininha chorando porque não iria ganhar presente de aniversário, a família não tinha condições. Comovidos, organizaram uma festinha para ela, deram presente. Também de quantas crianças que nasceram com ajuda de policiais ou daquelas salvas de engasgos. E a emocionante gratidão desses pais, o reencontro deles com seus “anjos da guarda”. Tudo em noticiário ou no jornal (uma característica marcante de A Tribuna). Levava esses relatos e de muitas outras atitudes positivas para a meninada do Centro de Convivência em que trabalhava. Não podemos conviver com esses horrores, que um menino de quatro anos seja morto enquanto brincava na rua! É preciso haver maior preparo, formação em todas as profissões. Sabemos que muitos trabalham sob pressão, têm medo de morrer, mas não se justifica tanta violência. Ana Maria Dias Carvalho Lima - Santos