[[legacy_image_319332]] Perturbação em PGAproveitando a missiva do leitor José Carlos Oliveira na coluna de domingo, vizinho aqui do Canto do Forte, também venho cobrar das autoridades de Praia Grande que nos auxiliem no combate aos abusos de motoqueiros sem escrúpulos, que tem o prazer de perturbar nosso sono durante a madrugada. O mesmo ocorre no Bairro Guilhermina. Estou residindo aqui faz um ano e dez meses e, apesar de estar satisfeito com a cidade, esse incômodo permanece e não vi nenhuma ação por parte das autoridades até o momento. Esperamos por breves providências. Raul Cesar dos Santos - Praia Grande Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Roubos em cemitériosÉ um absurdo o ‘surto’ de roubos de placas e outros objetos (vasos, floreiras etc.) metálicos, em bronze e latão no Cemitério da Filosofia. E olha que nos demais cemitérios de Santos não deve ser diferente... Recentemente, houve o roubo de um vaso de bronze que acolheu por longas décadas flores que homenagearam uma família de meu relacionamento. Na ocasião foi feito um BO e constatou-se que outros vasos e plaquetas de identificação também foram roubados. Na época, verificamos um elemento com uma mochila que circulava de forma suspeita pelas alamedas do Cemitério da Filosofia. Observa-se que em alguns horários não há nenhum funcionário na entrada do equipamento público, permitindo que qualquer elemento entre e saia sem ser molestado. Concluindo: o BO acima mencionado não gerou nenhuma providência efetiva, pois esta semana um meliante - o mesmo ou outro - voltou e levou do mesmo túmulo a meia dúzia de plaquetas até aqui ‘poupadas’. Roga-se que o órgão responsável da Prefeitura, com urgência, proiba o ingresso de visitantes com mochilas. E que a PM seja chamada em casos suspeitos. Paulo Juarez Mario da Rosa - Santos CalçadasSolicito à Prefeitura de Santos a revisão da regra de padronização das calçadas. A atual, que recomenda que elas sejam construídas em concreto desempenado mecanicamente, não condiz com a segurança do pedestre, porque é uma verdadeira armadilha a quem utiliza calçados com solado de borracha em dias chuvosos, já que o termo "desempenado mecanicamente" tem sido utilizado por alguns que as deixam lisas e escorregadias quando molhadas. Um exemplo disso ocorre no setor comercial próximo à Praça Independência, onde há risco de queda a idosos, que naturalmente tem a estabilidade reduzida. Outra regra que deveria ser revista é a da inclinação longitudinal, que deve acompanhar o perfil da rua e se torna outro fator de instabilidade em passeios molhados e lisos quando a via tem inclinação regular ou elevada. Muitos proprietários de imóveis suprimem as juntas separadas serradas ou não respeitam a inclinação transversal máxima de 3% - ambas ditas na regra. Por que não copiar calçadas consagradas em grandes metrópoles como Nova Iorque ou São Paulo. A Avenida Paulista tem calçadas revestidas em concreto, não totalmente lisas e com microrranhuras transversais que as tornam ásperas e muito mais seguras, mesmo com inclinação. Bastaria somente substituir a palavra “mecanicamente” pela expressão “microrranhuras transversais” ou outro termo técnico correspondente. Toshio Shiokawa - Santos DesejoAo amanhecer, devemos sair da cama para a realidade com a mesma motivação de um jogador de futebol numa decisão de Copa do Mundo ou com a mesma força de um leão faminto agredindo sua presa. Somente assim os sonhos serão destroçados pela intensidade de nossas atitudes reais. Na juventude, lançamos flechas, sem a visão clara do alvo. Hoje, na maturidade percebemos que arco tem a potencia necessário de atingir o seu centro e que as flechas possuem a direção de sua meta. Só sonhos convictos com a realidade, daqueles que levantamos a todo amanhecer dentro do ciclo solar, é capaz de derrubar a realidade que insiste em manter em pé. Feliz Natal e um inédito 2024 para você construir. Juarez Alvarenga - Coqueiral (MG) Santos FCO 1º jogo na Vila Belmiro ocorreu em 12 de outubro de 1916. Foi Santos 2x1 Ypiranga. Ao longo de sua trajetória, o Santos se tornou referência internacional e precisa de sua casa. Todavia, a Vila já esgotou para essa função. A vizinhança precisa de paz e sossego. Chega de tantas brigas, quebra-quebra, insegurança e trânsito infernal. Os custos extra-campo são imensos e a sociedade como um todo é parte deste condomínio. Se demorou mais de 100 anos para ter um novo estádio, o imediatismo não é a solução. O futuro estádio precisa ser repensado, dotado de amplo estacionamento, acesso fácil, segurança, restaurantes, espaço para turistas do mundo etc. E a Vila Belmiro, como parte de um complexo esportivo, pode ser reformulada para outro propósito, algo complementar, como formação de base, futebol feminino, clube para associados e familiares. Valter José Vieira - São Vicente