<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.174733" attr-version="policy:1.174733:1770946316" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.174733/legacy_image_140576.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Matheus Tagé/AT)</span></p> <p data-end="20" data-start="0"><strong data-end="18" data-start="0">Punir e educar</strong></p> <p data-end="810" data-start="22">Há algo raramente dito: o crime, a punição e as multas geram mais dinheiro do que a educação. Não mais riqueza social, cultural ou compartilhada — mas riqueza concentrada. O sistema se organiza em torno do erro: fiscalização, sanções, processos, prisões, juros, taxas, reincidências. Quanto mais falhas, mais o sistema gira. Educar é caro, demora e não rende manchetes rápidas. Punir é imediato, visível e politicamente vendável. O mais inquietante é que a ciência do comportamento é clara: punição não melhora o comportamento. No máximo, o suprime temporariamente. Em geral, produz medo, esquiva, agressividade e repetição do erro sob outras formas. Talvez porque educar forme cidadãos e punir mantenha estruturas. Quando o erro vira ativo econômico, a mudança deixa de ser prioridade.</p> <p data-end="838" data-start="812"><em data-end="836" data-start="812">Ricardo Murça - Santos</em></p> <p data-end="865" data-start="840"><strong data-end="863" data-start="840">Cada caso é um caso</strong></p> <p data-end="1260" data-start="867">Em Praia Grande, idosas eram tratadas com desprezo e humilhadas em uma casa de repouso, como a imprensa noticiou na semana retrasada. Por onde andam os familiares dessas pessoas, os responsáveis pela casa e parentes de outros idosos que frequentaram o espaço? Enquanto, no País, acompanhamos o caso envolvendo o cão Orelha com amplo destaque, esse fato de Praia Grande não pode ser ignorado.</p> <p data-end="1298" data-start="1262"><em data-end="1296" data-start="1262">Valter José Vieira - São Vicente</em></p> <p data-end="1313" data-start="1300"><strong data-end="1311" data-start="1300">Justiça</strong></p> <p data-end="1984" data-start="1315">Ainda não há a sensação de que a justiça foi plenamente feita, mesmo após a prisão de Bolsonaro e de outros acusados de traição. O fato de figuras como o ex-juiz Sergio Moro permanecerem em liberdade é um exemplo. Além disso, o prejuízo causado ao país pela Operação Lava Jato é considerado por muitos como incalculável. Argumenta-se que nenhum outro governo no mundo puniria e levaria ao fechamento uma empresa do porte da Odebrecht, responsável por gerar bilhões em receitas e impostos, além de milhões de empregos diretos e indiretos. Acreditamos que apenas com uma maioria absoluta da esquerda no Congresso e nas assembleias estaduais será possível fazer justiça.</p> <p data-end="2026" data-start="1986"><em data-end="2024" data-start="1986">Franz Josef Hildinger - Praia Grande</em></p> <p data-end="2048" data-start="2028"><strong data-end="2046" data-start="2028">Canal do Porto</strong></p> <p data-end="2606" data-start="2050">Este tema é tão relevante que <em data-end="2091" data-start="2080">A Tribuna</em> publicou duas reportagens na mesma semana. Águas profundas para os portos sempre foram importantes, pois permitem navios de maior porte, economia de escala e, consequentemente, redução de custos. Os grandes sistemas portuários como Roterdã, Xangai e outros reduziram pressões demográficas, assoreamentos e outros benefícios sociais e econômicos, além dos ambientais, especialmente por reduzirem dragagens. Trabalhando com a natureza em águas profundas, esses portos também ganharam área, como ocorreu em Roterdã.</p> <p data-end="2645" data-start="2608"><em data-end="2643" data-start="2608">Aluisio de Souza Moreira - Santos</em></p> <p data-end="2660" data-start="2647"><strong data-end="2658" data-start="2647">Calçada</strong></p> <p data-end="3296" data-start="2662">Entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024, houve o afundamento da calçada na Benjamin Constant, em frente ao nº 301, no Embaré, em Santos. Agora, dois anos após o ocorrido, notamos que a calçada está afundando novamente e algumas lajotas do piso já se soltaram, colocando em risco os pedestres que transitam pelo local. Eu já tinha até chamado um pedreiro para quebrar a calçada e fazer o serviço correto, mas fiquei com medo de ter algum vazamento e o piso afundar novamente. Por isso, acabei cancelando o trabalho. Tentei contato com a Sabesp de todas as formas e não consegui. Será que, por meio desse espaço, consigo uma solução?</p> <p data-end="3332" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3298"><em data-end="3332" data-is-last-node="" data-start="3298">Ednéia Scrássulo Delfim - Santos</em></p>