Copa do Mundo (1) Em 2017, no processo de escolha das sedes da Copa de 2026, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, discursou de forma firme sobre as exigências aos candidatos. “Times que se classificam para uma Copa do Mundo precisam ter acesso ao país. Isso é óbvio”. Nem mesmo sob a ditadura de Videla, em 1978, na Argentina, a Copa esteve ameaçada de episódios tristes e fora do âmbito esportivo. Mas este ano o maior evento do planeta pode deixar marcas lamentáveis causadas pela soberba de Trump. Vale lembrar que a Fifa concedeu a ele o patético Prêmio da Paz. É possível que haja manifestações em favor do Irã e de algumas outras causas que atormentam Tio Sam</CW>. Silmar Gomes - Itanhaém Copa do Mundo (2) A CBF usa dois pesos e duas medidas. A gestão de elenco na seleção brasileira destoa pelo excesso de rigor com uns e privilégios para outros. O lateral-direito Wesley foi cortado de forma acelerada, sem que lhe dessem o benefício de oito dias para tentar se recuperar de dores na virilha. Em contrapartida, Neymar, visivelmente contundido, segue no grupo, mesmo fora da estreia contra o Marrocos e dificilmente terá condições de atuar numa eventual oitavas de final. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Copa do Mundo (3) A seleção brasileira ainda inspira desconfiança entre torcedores para esta Copa do Mundo. Carlo Ancelotti disse já ter um time em mente para encarar Marrocos, mas as laterais se tornaram um problema. O corte de Wesley, o único dessa posição com características ofensivas, fragilizou ainda mais o setor. O medo aumenta quando lembramos que Marrocos acelera as jogadas pelas pontas. No meio, chama atenção um problema de formação nos clubes brasileiros: nosso futebol revela poucos meias qualificados, com intensidade, dinâmica e movimentação constante. Para finalizar, a principal incógnita: Neymar. No Santos, ele jogava onde e quando queria. Na seleção, o cenário será outro. Resta saber como ele reagirá. Dessa forma, o Brasil inicia a Copa com mais dúvidas do que certezas. Guilherme Rodrigues Simões - Santos Copa do Mundo (4) O que o aspirante de ditador Donald Trump faz nos EUA é um absurdo. Árbitro impedido de entrar e exercer a profissão, seleção descendo na pista do aeroporto e tendo seus jogadores fiscalizados, time do Irã sendo obrigado a deixar os EUA assim que as partidas forem encerradas, com retorno imediato ao México... Lembro que a Fifa eliminou a Rússia de uma Copa por razões políticas. Espero que se o aspirante a ditador, se aparecer nos estádios, seja presenteado com uma enorme vaia. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Custo Brasil Li aqui um missivista falando ser mentira que indústrias brasileiras se mudaram para o Paraguai, como se esse fato fosse uma conversa da bolha bolsonarista. Peço às pessoas que parem de culpar Bolsonaro por tudo. Votaram em um descondenado que não tinha plano de governo e aí está o resultado. Basta ir ao Google para ver que pelo menos 230 empresas migraram para o Paraguai. Para a bolha lulista essa narrativa rasa até pode servir, mas para aqueles que sabem ver os fatos, não. André Durante - São Vicente Correios A agência dos Correios na Avenida Pedro Lessa, 1.541, na Aparecida, em Santos, foi fechada, mesmo este bairro sendo o mais populoso da Cidade, com muitos idosos. Como presidente da Associação dos Moradores dos Bairros Aparecida e Estuário, vejo isso como um desrespeito à Constituição Federal, ferindo o direito da comunicação entre os povos. Não cabe à população pagar pelos desmandos administrativos da gestão federal, que deve buscar outras soluções para os Correios, e não o encerramento da agência. Esperamos que os representantes políticos em Santos tentem corrigir esta afronta à cidadania. Martinho Leonardo - Santos