O leitor Josemilton de S. e Silva escreveu sobre as obras do VLT (Alexsander Ferraz/AT) Alegria de traficante Após resolução do STF sobre a maconha, um futuro e triste desdobramento não foi observado pelos senhores ministros, que são cultos: se temos na cidade dez automóveis, um só posto de combustível é suficiente. Porém, se tivermos mil carros, mais postos serão necessários. O que eles fizeram, na verdade, foi estimular o aumento do volume de traficantes para suprir a demanda, que será crescente. Nos EUA, em alguns locais, os usuários de drogas já superaram, em números, os usuários de álcool. Além disso, os traficantes não portarão mais que os 40 gramas permitidos nas entregas em domicílio, confundindo-se com usuários. Dessa forma, traficarão legalmente. E a violência daqueles que não têm dinheiro para alimentar o vício aumentará. Os ministros do STF entendem que maconha pode, já cocaína e anfetamina não podem. Não entendo o critério adotado, se é que houve algum. Dirceu Marques Mattos - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! A batalha que não houve Era o que contavam pais, tios e avós: vivia-se grande comoção cívica. Os casais doavam suas alianças aos fundos do MMDC para armar São Paulo contra a tirania do Governo Federal, até que explodiu a revolução. Algumas escaramuças e, finalmente, encontro decisivo em Itararé. Nele, enquanto as armas mantinham-se silentes, as línguas trocavam, de ambos os lados, toda sorte de impropérios. Esgotado o pródigo arsenal de ofensas que o vernáculo permite, com bocas secas, as línguas cansadas e esgotadas emudeceram e se retiraram do campo da batalha que não houve. E assim terminou a Revolução Constitucionalista de 1932. Mauro Silva - Santos Obras do VLT No último dia 3, por causa de consulta marcada no Hospital dos Estivadores, em Santos, tive que pegar um carro de aplicativo na ida e na volta. Na ida, peguei o Uber na Praça Iguatemi Martins, por ter ido a Santos de catraia. Na volta, chamei novamente o Uber, que tinha um motorista novato, que rodou em círculos por causa das obras do VLT. Em quase todas as ruas que dariam acesso à Alfândega, havia obras. Ao chegar à Rua Sete de Setembro, pedi que ele seguisse reto e fosse para o terminal das catraias mesmo. Isso porque, mesmo com o motorista usando o GPS, não conseguia me deixar no destino. Será que os responsáveis pelo trânsito não poderiam ver isso? Josemilton de S. e Silva - Guarujá Valorização Historicamente, o trabalho doméstico, realizado principalmente por mulheres, foi desvalorizado e muitas vezes não reconhecido como serviço remunerado ou digno de respeito equivalente às atividades fora de casa. Graças ao acesso crescente das mulheres ao mercado de trabalho formal, houve uma conquista significativa de independência financeira e uma mudança nos papéis tradicionais de gênero. Isso proporcionou mais autonomia e poder de decisão a elas. Mas, apesar dos avanços, ainda temos desigualdades salarial e de oportunidades entre homens e mulheres em muitas áreas. A percepção cultural de que o trabalho doméstico não é “trabalho de verdade” é um reflexo de normas enraizadas na sociedade brasileira, gradualmente questionadas e mudadas. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Cinema (1) As últimas semanas foram repletas de eventos culturais promovidos pelo Santos Film Fest, com homenagens a Carol Castro, Bete Mendes e grande premiação na Open House Idiomas, com um mar de fãs de cinema. Parabéns aos incansáveis organizadores André e Paula Azenha. Roberto Lobo - Santos Cinema (2) Como aluna de Comunicação da Universidade Católica de Santos, gostaria de expressar minha felicidade pela participação da instituição e dos demais apoiadores no Santos Film Fest. Pude ir a várias sessões e atividades e aprendi muito. Renata de Santana Moreira - Santos Cinema (3) O Santos Film Fest chegou ao 10º ano e se consolidou como um dos festivais mais importantes do País, por conta da diversidade, da pluralidade e do acesso à cultura que promove. Sinto-me honrado por ter sido homenageado nessa edição e muito feliz ao encontrar um público renovado e interessado pelo cinema nacional. Neste ano, a UniSantos premiou o vencedor da Mostra Regional com uma bolsa de estudos integral, consolidando a participação da universidade no ecossistema do festival que agora divulga, discute, renova público e ajuda a formar novos cineastas locais. Wanderley Augusto Camargo - Santos Cinema (4) Como frequentadora assídua do Cine Arte Posto 4, na orla da praia, fico feliz ao ver um cinema tão querido com tantas sessões lotadas na programação do Santos Film Fest. Nunca tinha visto uma semana com tanto público neste espaço da cinefilia santista. A curadoria do festival está de parabéns pela qualidade e variedade dos filmes. Luiza Dalenogare Silva - Santos