(Foto ilustrativa/ Vanessa Rodrigues/ AT/ Arquivo) Hora de rever conceitos Estamos acostumamos com nossa gente reclamando diariamente dos políticos. Não que não haja razão, porém, é notório que não adianta apenas reclamarmos sem que façamos nossa parte no contexto da vida nacional. Muitos acreditam que o ato de votar encerra a sua participação política em nossa sociedade. Ledo engano. Mesmo votando, participando e acompanhando a vida política em nossas cidades, estado e nação, isso não é o suficiente para que vivamos em sintonia numa democracia. No Brasil, vivemos numa sociedade com pessoas praticando fraudes, ilícitos e querendo sempre levar vantagem em tudo o que fazem. São pessoas jogando lixo em terrenos urbanos, ateando fogo em mato, ajudando com isso a aumentar a poluição, a destruição de áreas nativas e colocando em risco o meio ambiente e as pessoas. Nas cidades do nosso país, temos milhares dirigindo automóveis, caminhões e motocicletas sem possuírem CNH, ou estando com o documento cassado. Rafael Moia Filho - Bauru (SP) Novo depósito A notícia de mais um pagamento, este no valor de US\$ 1,667 milhão, transferido do dono de Banco Master ao senador Flávio Bolsonaro, por incrível que pareça, não causou surpresa e foi pouco repercutida nos grandes jornais. Chama a atenção, também, o valor em si: exatamente um terço de US\$ 5 milhões, como se fosse uma parcela. Aguarda-se investigação do relutante ministro André Mendonca, relator do Caso Master. Mauro Silva - Santos O Brasil piorou O pessoal do andar de cima na hierarquia brasileira está encrencado e, claramente, envolvido com o Banco Master e a CPMI do INSS. Essa CPMI trouxe luz às falcatruas que vitimaram os indefesos velhinhos aposentados, abrangendo gente graúda. Daí ser extinta antes de ser concluída. Já os malandros envolvidos no Master estão seriamente enrolados, esperneando, mas está difícil de abafar e se safar. Infelizmente, o Brasil é destaque mundial na impunidade, na corrupção, pelos penduricalhos, na insegurança jurídica e com a economia fragilizada. Se o Brasil fosse um país sério, muitos seriam apenados e banidos da vida pública. Desde lá atrás, Charles de Gaulle estava cheio de razão. Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES) Etarismo Você já sofreu preconceito de idade? Já foi candidato a uma vaga de emprego e acabou eliminado nas entrevistas por não ter perfil e ser considerado velho? Por que esse assunto não é debatido com mais frequência em Santos, cidade que tem mais idosos no Brasil? O mercado de trabalho precisa mudar e aceitar mais gente com os perfis 40+, 50+ e 60+. Nem todo mundo consegue ser motorista de aplicativo, motoboy ou entregador. Cadê as cotas a pessoas idosas em concursos públicos? Faço este apelo a empresários, políticos, secretários municipais e autoridades de plantão. Luiz Guillermo R. B. Fierro - Santos Porto Participei do evento Summit Porto-Indústria, promovido pelo Grupo Tribuna, com discussões de estratégias para a eletrificação do Porto de Santos. Nele, a APS apresentou a expansão da geração de energia elétrica via Usina de Itatinga, mas ainda seria insuficiente. Por isso, devemos analisar a Usina Henry Borden, que pode voltar a operar em capacidade máxima em poucos minutos. A capacidade de geração de energia elétrica instalada nela é suficiente para atender toda a demanda do Porto de Santos e ainda sobra uma parte para as cidades da Baixada Santista. Além disso, pode-se aumentar exponencialmente a oferta de energia com a instalação de placas fotovoltaicas nos telhados dos terminais de cargas em geral e as oportunidades envolvendo o Aterro Sanitário Sitio das Neves. Não existe falta de energia para atender o Porto, e sim falta de planejamento. Abel Martinho - Santos