(Vanessa Rodrigues/AT) Hábito de escrever Muito oportuna a matéria no caderno Galeria da última terça-feira. Escrever pode ser uma poderosa ferramenta de cura para a depressão. Ao colocar os sentimentos em palavras, muitos encontram uma forma de expressar o que muitas vezes é difícil de dizer. Escrever permite que as emoções sejam tiradas do interior, ajudando a aliviar o peso que elas podem causar. A escrita é uma forma de diálogo interno que pode fortalecer a relação com a própria identidade e valores. Para muitas pessoas, escrever se torna uma prática terapêutica que, além de ajudar a lidar com a depressão, pode também oferecer um caminho para a esperança e a recuperação. Parabéns à jovem escritora Marina Feijóo, que conseguiu vencer a depressão com ajuda da escrita, escrevendo assim um livro. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Sociopatia e psicopatia Algumas chamadas de matérias, despretensiosas e aparentemente distantes de compreensão, se tornam fontes de aprendizado e vivência. Matéria jornalística apresenta os professores Bruce Watt e Katarina Fritzon, da cadeira de Psicologia na Universidade de Bond (Austrália), em um estudo sobre sociopatia e psicopatia. Um dos trechos da matéria remete a um exemplo clássico, vivenciado recentemente, de um psicopata. “Quebrar a lei, mentir repetidamente, comportamento impulsivo, entrar em brigas, desconsiderar a segurança, comportamentos irresponsáveis e indiferença às consequências de suas ações. Quando reunimos todas essas vertentes de evidências, podemos dizer que um psicopata manipula os outros, é persistentemente enganoso. Traços emocionais incluem falta de emoção e empatia, indiferença ao sofrimento dos outros e não aceita responsabilidade por como seu comportamento afeta os outros”. Vivendo e aprendendo. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Pets Na qualidade de assinante, há décadas, desse conceituadíssimo jornal, gostaria de ratificar por inteiro a publicação do dia 1º, nesta coluna, sobre a presença de cachorros na areia das praias. Não sou contra os animais, gosto deles, porém, se há lei, é para ser cumprida. Basta andar nas redondezas do Canal 1, que frequento, e notar que é comum a presença de vários cachorros com seus donos, tanto na areia quanto na água do mar, e até nos chuveirinhos (aqui menos comum). Tudo fora dos horários permitidos. A única presença que não se constata é da Guarda Municipal para coibir esses desrespeitos à lei. Feliciano Rodrigues Frazão – Santos Cultura Estive dia 26 no Café Teatro Rolidei, sede da Associação Projeto TamTam, que faz um trabalho incrível há 35 anos liderado por Renato di Renzo e Claudia Alonso, para uma sessão do Cine Comunidade, realizado pelo Instituto CineZen Cultural. Vimos um incrível filme chamado Já Fui Famoso, que fala da relação entre um ex-astro de música pop que caiu no ostracismo, e sua amizade com um jovem baterista autista. Dessa amizade nasce a chance de redenção para ambos. Foi uma sessão emocionante, regada a lágrimas, sorrisos, reflexões, mostrando como o Cine Comunidade é um projeto transformador, que tem percorrido vários espaços da cidade, levando o cinema como ferramenta de diversão, cidadania, inclusão e informação. Parabéns, André e Paula Azenha, por mais essa iniciativa. Em menos de um mês, nos entregaram várias sessões desse projeto lindo. Vocês são guerreiros incansáveis e merecem toda admiração. Rodrigo dos Santos Rema Alves - Santos Semáforos Faço minhas as palavras do leitor Roberto Xavier, publicadas nesta coluna em 28 de setembro, sobre os semáforos “inteligentes” de Santos. Na verdade, “inteligentes” foram as pessoas que também se dizem “engenheiros” de trânsito que resolveram sincronizar a temporização semafórica das vias arteriais da cidade sem observar como ficariam as vias perpendiculares, com volume de trânsito não menos intenso. O que se vê hoje são filas imensas de veículos aguardando até quatro minutos para atravessar um cruzamento. Só como exemplo, quem está na avenida da praia e ingressa no Canal 5 encontrará, obrigatoriamente, o semáforo com a Avenida Epitácio Pessoa fechado por mais de três minutos (pode parecer pouco, mas três minutos em um semáforo são uma eternidade). Assim que ele abre, a menos de 50 metros tem outro semáforo que está “sincronizado” para fechar quando aquele primeiro abrir. E se vão mais três minutos. Antonio Tadeu Torres - Santos Incoerência Você passa uma vida inteira chamando o estádio do Santos de Vila Belmiro, a Vila mais famosa do mundo. Do nada, talvez por uma simples questão financeira, ela passa a se chamar Vila Viva Sorte. Cadê a história? Ninguém merece. Oremos... João Horácio Caramez - Santos