Emprego O Brasil comemorou o Dia do Trabalhador com o menor índice de desemprego formal desde 2012. O ideal seria que as 5,5 milhões de pessoas que procuram emprego fossem atendidas, mas é bom saber que, depois de tantas dificuldades, 103 milhões de brasileiros estão no mercado. É um índice muito bom e louvável, embora o ideal seria taxa zero. Esperamos que o País continue assim e garanta um futuro digno às novas gerações. Que a polarização política seja substituída e novas ideias garantam o futuro do Brasil. Paulo Lacerda - São Vicente Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Carros elétricos Muito importante a notícia sobre as negociações entre Volkswagen e BYD para que os chineses assumam parte da Fábrica de Vidro da montadora alemã em Dresden, o que pode ampliar a oferta de carros elétricos à União Europeia. No Brasil, segue o desejo de que as autoridades concedam incentivos tributários a este tipo de veículo. José de Souza - Santos Liberdade de imprensa Enquanto parte da sociedade abdicou de pensar, a política presta um desserviço ao País. Autoridades, por conveniência eleitoral, argumentam falaciosamente, com o claro intuito de enganar. Parlamentar bolsonarista afirmou: “Em qualquer democracia, discordância se enfrenta com argumentos. Governo nenhum pode controlar opinião ou calar a imprensa”. Adeptos fervorosos de Trump não comentam seu cerceamento ao trabalho da mídia, com ameaças de revogar licenças de transmissão, nem a atitude de Milei, que bloqueou o acesso de jornalistas à Casa Rosada e intensificou seus ataques verbais. O Brasil, tão criticado, passou os EUA e deixou a Argentina a léguas de distância no ranking de liberdade de imprensa. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Quem quer dinheiro? A frase eternizada por Silvio Santos vem sendo utilizada diariamente pelo maior Pinóquio do Brasil, que agora decidiu liberar o uso do FGTS para que o povo possa quitar as dividas que o próprio governo ajudou a criar. Outra medida prestes a ocorrer é o fim da taxa da blusinha, que o governo criou anos atrás para garfar os brasileiros. E sobre os dias a mais de descanso? Nem se leva em conta o índice de produtividade que o País possui. Isso sem contar a liberação de emendas na véspera da análise do nome do amigo ao STF, o aumento do vale-gás, o gasto bilionário em propaganda e a paca em vez da picanha. Acorda, Brasil! Luiz Vinagre - Santos Sem novidade Os três deputados federais da nossa região, sempre tão previsíveis, votaram para derrubar o veto ao PL da Dosimetria e reafirmaram com consistência admirável de que lado estão. Também não chega a ser novidade: são os mesmos que, com grande entusiasmo, deram as mãos no PL da Devastação e tentaram reescrever direitos históricos com o marco temporal. É quase um portfólio: contra a vida, contra o meio ambiente e contra a justiça, mas sempre a favor de interesses que dispensam muita explicação pública. Mas, em ano eleitoral, há um detalhe que costuma atrapalhar esses roteiros repetidos: a memória do eleitor. Essa, felizmente, não depende de votação em plenário para continuar existindo. Quem vota contra o povo talvez descubra, em breve, como funciona quando o povo resolve votar de volta. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Região metropolitana As duas últimas gestões à frente do Governo de São Paulo vêm desmontando os últimos instrumentos públicos de planejamento do Estado que restaram. A possível extinção da Agência Metropolitana da Baixada Santista (Agem) parece ser mais um capítulo dessa trágica novela. Sem esses órgãos e estruturas, o desenvolvimento social, econômico e urbano fica à mercê da vontade do governante de plantão e de suas conveniências político-partidárias e empresariais. Não é por aí, está óbvio. Wagner de Alcântara Aragão - Santos