O leitor Wagner de Alcântara Aragão, de Santos, falou sobre a ampliação do VLT assim que as obras da linha 2 forem finalizadas (Vanessa Rodrigues/ AT) Explosão das bets Após ler o editorial de A Tribuna “O gigantismo dos jogos on-line”, gostaria de acrescentar algo que notei: a capacidade cognitiva da maioria dos parlamentares federais, colocada à prova no projeto das bets, foi reprovada. A envergadura econômica e social do projeto merecia discussão e estudo técnico de profundidade. Mas ele foi aprovado de forma simbólica, ou seja, quando não há contagem individual de votos. A jogatina já se prenunciava, mas ainda houve a inclusão de jogos on-line, englobando cassinos e jogos de azar em ambiente virtual. Uma verdadeira festa para lavadores de dinheiro e criminosos afins. Agora, em meio a sérias denúncias, os nobres legisladores estão feito baratas tontas pedindo nova análise do tema. Declaram que subestimaram os efeitos nocivos e devastadores sobre a população, em especial a parcela mais vulnerável. Ao invés de entretenimento e uma boa colaboração fiscal ao governo, criaram um pesadelo. O que se vê é a degradação do orçamento familiar, além da elevação da inadimplência nos bancos e comércio. E tudo ainda sem regulamentação. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Frustração É frustrante quando o debate se restringe a ataques pessoais e não abrange outros temas relevantes, mais parecendo birra infantil. Focar apenas nas críticas ao presidente Lula pode limitar a discussão e incentivar a polarização que não traz soluções. Ao leitor sr. Zureia, seria mais enriquecedor usar essa coluna para trazer à tona temas como saúde, educação, desigualdade social e sustentabilidade, que são fundamentais ao País. Assim, o debate poderia ser mais construtivo e contribuir para o fortalecimento da democracia. Diversificar a pauta poderia enriquecer o debate e permitir uma reflexão mais construtiva. Fica a dica! Gilberto Pereira Tiriba - Santos Perder as esperanças Muito se fala de positividade, e com razão, pois ela facilita a vida de todos e é necessária para sobreviver neste mundo caótico. No entanto, pouco se discute sobre os benefícios de jogar tudo para o alto de vez em quando. Deixar morrer para viver. Sabemos que todos os vencedores triunfam por serem fortes e por perseguirem um objetivo com convicção, mas, de vez em quando, parar de buscar algo que talvez não seja para si ou para o momento presente pode ser libertador. Se para vencer é preciso coragem, perder exige coragem em dobro. É difícil desistir, soltar, abrir mão de algo, mas, às vezes, essa pode ser a melhor decisão. Avalie se o que está perseguindo realmente é o melhor. Ao desistir, frequentemente imaginamos que estamos deixando algo para trás, mas você pode descobrir que existem milhões de outras possibilidades. Se você bate em uma porta e não é atendido, talvez seja melhor não insistir e decidir tocar em todas as outras portas que existem no mundo. Isso pode levar você a encontrar algo melhor do que estava buscando. Rosaly Avelar - São Vicente Projeto de lei Li no Dia a Dia que um projeto de lei do vereador de Santos José Teixeira Filho (PP) prevê permissão à Prefeitura para “firmar contratos de naming rights — direito de pôr o nome de uma empresa — em equipamentos públicos municipais”. Com isso, imagino que placas com propagandas dessas empresas acabariam sendo afixadas em locais públicos, como já ocorre em campos de futebol. Entendo que, ao invés da poluição visual comercial, já existente em tantos locais, seria melhor a instalação de placas com mensagens de amor, solidariedade, otimismo , incentivo e fé à população, com o nome da empresa financiadora logo abaixo. Há valores que o dinheiro não compra e não paga. Hoje, falta amor no mundo! Sandra Maria Tamashiro - São Vicente VLT Em editorial no último dia 21, A Tribuna adverte para a necessidade de, finalizadas as obras da linha 2 do VLT, o foco se voltar para a extensão à Área Continental de São Vicente. Essa ampliação é urgente, assim como o início dos trâmites para levar o VLT até Praia Grande. É igualmente urgente pensarmos em um modal de massa na ligação Santos-Cubatão – o monotrilho talvez seja uma boa opção. Até lá, porém, medidas pontuais podem e devem ser tomadas com urgência. Faixas exclusivas para ônibus, veículos de melhor configuração e a integração tarifária intermodal defendida no editorial se constituem em iniciativas viáveis, rápidas e que vão aliviar e muito o dia a dia de milhares de trabalhadores e estudantes da Região Metropolitana da Baixada Santista. Wagner de Alcântara Aragão - Santos