[[legacy_image_307837]] Obras em Santos As obras da pretensa revitalização da Rua Bassim Nagib Trabulsi se estendem por mais de dois meses. Quem passa pela via diariamente não compreende muito bem a dinâmica dos funcionários, as fitas esvoaçantes e caos urbano. Hoje, a rua parece um cenário pós-guerra, com muita poeira e sem calçada em frente a vários comércios essenciais, o que dificulta a passagem de idosos, carrinhos de bebês e público em geral. Talvez, ao fim e ao cabo, mesmo que as mudanças não sejam tão efetivas, as pessoas possam respirar aliviadas por simplesmente voltarem a circular com segurança, sem risco de cair em algum buraco, sobre ferragens retorcidas ou entulho. Anete Antunes - Santos Monitoramento Foi instituído, por meio de instrução normativa interministerial de 2006, o Programa Nacional de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras por Satélite (Preps), que tem como premissas o monitoramento, a gestão pesqueira e o controle das operações da frota pesqueira, em embarcações iguais ou superiores a 15 metros. Pelo texto ter sido publicado há 17 anos, acredito que houve tempo suficiente para a implementação de importante ferramenta. Além disso, uma portaria de 2020 visa as boas práticas higiênicas, obrigando a adequação de pescadores, armadores e empresas proprietárias de embarcações pesqueiras de produção primária, fornecedoras de matéria-prima para o processamento industrial, aos critérios e requisitos da norma para obter a certificação da embarcação junto ao Governo Federal. Entendo que não há qualquer justificativa plausível para suspensão da instrução normativa e da portaria, importantes instrumentos de monitoramento e regulação de práticas de higiene. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Travessia de balsas Fazemos questão de elogiar a excelente reportagem do jornalista de A Tribuna Anderson Firmino sobre o problema grave das balsas ligando Santos a Guarujá. Como o túnel ainda vai demorar algum tempo, existe a necessidade urgente de termos o dobro de balsas para a travessia de veículos. Caso necessário, que o Governo do Estado faça as chamadas parcerias público-privadas, abrindo licitação para a concessão de serviço ser feita de modo eficiente e com rapidez. Não podemos mais ter famílias esperando por horas uma balsa, com risco de veículos de emergência, como ambulâncias, bombeiros e policiamento, ficarem retidos. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Renda O leitor se solidariza com o ministro Luís Roberto Barroso quando ele fala sobre a péssima distribuição de renda no País. Pareceria ser justo se este comentário não partisse de um membro do Poder Judiciário mais caro do mundo. Enquanto em países como Alemanha, Itália, EUA, Colômbia, Chile e Portugal o percentual de gastos do Judiciário em relação ao seu respectivo PIB varia de 0,1% a 0,2%, aqui o percentual é de 1,3%, ou R\$ 53 bilhões! O Conselho Nacional de Justiça foi criado para ter 60 funcionários e hoje ostenta 1.300 com salários, certamente, astronômicos. Sendo assim, aquela fala esbarra na hipocrisia e não deveria ser ovacionada e sim contestada, pois eles são o exemplo claro do que é concentração de renda. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Turismo Acho que um ponto que valorizaria nosso Litoral seria o planto de árvores frutíferas da região. Atualmente, as ruas são arborizadas com chapéu-de-sol e flamboyant, mas seria muito mais bonito se, nas calcadas ao longo das vias públicas, praças e nas laterais da ferrovia e rodovias, fossem plantados pés de abacate, laranja, amora, araçá, goiaba, jabuticaba e outras. Em algumas cidades do interior, já existem mangueiras, mas é somente essa a cultura e geralmente elas ficam em quintais. Além das praias e outras formas de atração que cada cidade já possui, eu creio que árvores frutíferas trariam o interesse de veranistas de todo o Brasil para desfrutar dessa opção. Mais ainda, teríamos a volta dos passarinhos. Imagine uma árvore frutífera plantada a cada três metros de distância uma da outra entre Santos e Mongaguá. É apenas uma sugestão. Lázaro Biazzus Rodrigues - Mongaguá Tarifa Zero Sinceramente, eu tento não comentar projetos inúteis ou absurdos de nossos representantes, mas de tempos em tempos aparecem clássicos que merecem. As tais medalhas de cidadão de cidade X e de honra Y já são por si só provas que os legisladores, em geral, são inúteis. Mas agora surge o edil com a brilhante ideia de tarifa zero. A priori é lindo. Assim como seria algo como água, luz, alimentos, enfim, tudo a custo zero. Mas devemos lembrar que não existe almoço grátis. O próprio projeto diz que o custeio poderia vir de um fundo municipal a ser criado. Senhores, esse dinheiro virá dos impostos. A conta é muito simples: gaste mais, arrecade mais. Uma medida populista que, como tantas outras, infelizmente engana a parcela pobre da população. Fabricio Xavier Leonardo - Santos