[[legacy_image_330580]] AbinEstarrecedora a notícia do uso criminoso do órgão de inteligência Abin pelo então diretor, atual deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ). Na reunião ministerial de 22 de abril de 2020, já se via a agressiva investida do ex-presidente para que Moro o colocasse como diretor da PF. O resto da história todos conhecemos. O que fez o ex-presidente Jair Bolsonaro? Indicou o Ramagem para a Abin. Ou seja, para uma boa arapongagem, chama o Ramagem. Informações dão conta que mais de 30 mil pessoas foram monitoradas pelo órgão responsável pela inteligência institucional do Brasil. Triste página da nossa história. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos EUAPré-candidata Nikki Haley? Olha, o único Haley forte que conheço é o cometa. Essa disputa entre os republicanos nos EUA o Donald Trump já levou, e com as decisões erradas do Joe Biden, ele terá chances de se eleger. Zureia Baruch Jr. - São Paulo Vagas para idososPelo andar da carruagem, logo, quando você for comprar um apartamento, terá que pesquisar a quantidade de vagas e de moradores idosos. Caso contrário, seu carro irá dormir na rua, o que não é o meu caso, pois em maio próximo completarei 75 anos (espero) e não tenho carro. João Horácio Caramez - Santos Apreensão de drogasParabenizo o setor investigativo da polícia por ter interceptado uma quantidade enorme de drogas em Guarujá. Dentre as mais apreendidas, estava a maconha. A partir daí, fico a pensar: se somente desse entorpecente a carga foi de 1 tonelada, por que as autoridades não chegam às plantações? Será que quem planta a maconha pega financiamento bancário com aval do Poder Público? Por que será que as investigações não chegam às fábricas que transformam a folhagem em pasta? O trabalho policial é bom, mas poderia ser ainda melhor se fosse direto nos grandões. Josemilton de S. e Silva - Santos ReparaçãoFinalmente foi reparada uma injustiça cometida por uma funcionária de uma loja de departamentos localizada no Gonzaga, em Santos. Ao comprar cobertores, em junho de 2022, para famílias assistidas pela Conferência Nossa Sra. do Bom Conselho, da Sociedade São Vicente de Paulo, ela incluiu no meu antigo cartão da loja um carnê do Baú, um seguro residencial e um prime, a R\$ 74,99 mensais, sem autorização nem assinatura. Isso é fraude civil/penal, mencionada na decisão judicial a partir de ação protocolada no Juizado de Pequenas Causas. Após 16 meses, conseguimos receber de volta uma quantia, que já foi revertida à Sociedade São Vicente de Paulo. Meu intuito principal é alertar para que todas as pessoas fiquem atentas e não sejam enganadas. Paulo Vasquez Alvarez - Santos TúnelPor mais que o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS) se esforce para viabilizar a construção do túnel Santos-Guarujá, os entraves não o permitem. O ano de 2023 já passou e nada aconteceu em relação à viabilização da obra. O orçamento total, estimado em R\$ 5,8 bilhões, que a princípio seria uma parceria entre Estado e União, não mais terá a participação do Governo paulista, nem faz parte do Orçamento Geral da União. Por mais que haja empenho, fica difícil à população santista acreditar que esse sonho, quase centenário, se realize. Quando os governantes deixarão de lado as cores partidárias e pensarão no bem do povo? João Domingos Neto - Santos EstradasA falta de critérios claros em temas relacionados à concessão de estradas é problemática de várias maneiras. Ela prejudica a transparência (por que são cobrados R\$ 35,30 por 50 km?), levando a decisões injustas (qual o critério para as operações descida e subida?) e tarifas de pedágio desiguais (a Anchieta deveria ter o mesmo valor da Imigrantes?). A falta de critérios também pode levar a decisões arbitrárias e comprometer a segurança viária. Para melhorar a qualidade dos serviços e a confiança dos usuários, é crucial que a Ecovias adote critérios sólidos e transparentes em suas operações. Fernando Valle - Santos Chuvas em SantosAs recentes chuvas causaram inundações e alagamentos em nossa Cidade. Não acredito que a culpa seja da maré, pois, se assim fosse, a Holanda nem existiria. O caso mais impactante, ao meu ver, foi a enchente na Rua Azevedo Sodré, recentemente reformada. Foram gastos mais de R\$ 7 milhões do dinheiro do contribuinte santista. Diante disso, indago: se a rua foi reformada recentemente, qual o motivo de ter alagado mais do que antes da reforma? As tubulações de drenagem foram trocadas? Qual a finalidade de uma faixa vermelha lá colocada? Por que não se fez o enterramento dos fios junto à primeira intervenção? Rodan Mello – Santos