Futebol (1) Em homenagem à prepotência do presidente do Flamengo quando fala sobre outros clubes e depois da eliminação do time carioca na semifinal da Libertadores, só tenho uma coisa a dizer: desfrutem! Zureia Baruch Jr. - São Paulo Futebol (2) A música e as letras das canções dos quatro rapazes de Liverpool ainda ecoam em meus pensamentos quando “retorno” aos anos 60, época em que vivi minha adolescência e ouvia quase que diariamente a genialidade dos ritmos mesclada ao som pueril da maior e mais influente banda de todos os tempos, os Beatles, que a imprensa rotulava como The Fab Four. Ouvir os rapazes de Liverpool vendo o fabuloso ataque do Santos jogar na mesma década não tem preço. Serei eternamente grato a eles (banda e time) pelos momentos felizes que passei em minha distante juventude. Os anos 60 marcaram a humanidade pela profunda transformação nos costumes, mudança nos hábitos e fatos relevantes que nela aconteceram, como a corrida espacial, a revolução cultural, os avanços na área da saúde, na música e nos esportes. Saudade de um tempo divisor de águas que não volta mais. Guilherme Gomez Guarche - Santos Violência (1) Urge que os dirigentes do País analisem, sem devaneios, os seguintes números comparativos entre o Brasil, que dificulta sobremaneira a aquisição de armas pela população, e os Estados Unidos, cujas regras são opostas. Nos EUA, com população de 330 milhões, houve 14.660 homicídios em 2025, enquanto o Brasil, como população de 213 milhões, registrou 40.775 crimes do tipo no mesmo período. Lá, são 4,3 homicídios por 100 mil habitantes. Aqui, 19,1 homicídios por 100 mil habitantes. Ou, ainda, 0,56% da população no cárcere por lá, contra 0,34% por aqui. Luiz Alberto Reis - Santos Violência (2) Mais uma vez discordo de visões tendenciosas e seletivas. A criminalidade é um problema nacional e todos somos responsáveis por combatê-la. Celulares são roubados por encontrarem compradores dispostos a ignorar suas origens, desde que o preço compense (vale para peças de carros e motos). Se a Justiça solta, é por seguir as leis votadas e aprovadas pelo Congresso, que insiste em trabalhar para si e seus financiadores. Se a PEC da Segurança Pública não estivesse sofrendo resistência de governadores e opositores, temerosos de maior ingerência federal, talvez estivesse melhorando a situação. Quer leis severas? Cobre dos parlamentares eleitos para legislar, não para gerir parte dos orçamentos públicos com suas emendas impositivas. Rubem Silva - Santos Trânsito Aos domingos de manhã, há anos, estaciono meu carro ao lado do canteiro central da Av. Francisco Glicério, logo após a Av. Ana Costa, em Santos, para ir à feira livre. Fui surpreendido na última semana com uma notificação de multa, no dia 27 de setembro, com indicação de estacionamento em local proibido neste trecho. Procurei a legislação pertinente e só encontrei que é proibido estacionar em local designado para feirantes ou atrapalhar o livre trânsito destes. Se realmente é proibido o ato, não seria o caso de alguém notificar previamente a proibição, com placas indicativas, inibindo uma prática rotineira exercida há anos em todas as feiras livres do País? Com a palavra, as autoridades do setor. Toshio Shiokawa - Santos Universidade do Porto Segundo reportagem de A Tribuna, enfim o sistema portuário de Santos, marcado por uma intensa quantidade de variáveis, poderá contar com o planejamento necessário para melhorar, modernizar e expandir seus empreendimentos e atividades. Com isso, será possível atender e viabilizar, de forma sustentável, as importações e exportações e aumentar empregos e riquezas brasileiras. Aluisio de Souza Moreira - Santos