Região Metropolitana Muitas matérias neste jornal têm demonstrado facetas acerca da união dos nove municípios local com a implantação do Condesb, Fundo Metropolitano e Agem. Mas, na prática, o que se tem observado é que cada cidade cuida separadamente de seus interesses e busca recursos nas esferas superiores, deixando para trás projetos que tratem de problemas metropolitanos. Nossos parlamentares, via de regra, também atuam da mesma forma e têm como justificativa o fato de ser quase zero a chance de aprovação de qualquer pauta envolvendo os nove municípios. O Fundo Metropolitano, do qual o próprio Estado se afastou, talvez pelo mesmo motivo, é improdutivo há tempos. Quanto à Agem, que deveria ser o órgão balizador e coordenador, não tem voz ativa, apenas se submetendo a quem estiver no comando do Condesb. Caso não ocorra uma mudança radical nas competências da agência, faz bem o Governo do Estado em extingui-la. Luiz Alberto Reis - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Flanelinhas Volto a um assunto antigo em Santos, contra o qual até hoje vereadores e prefeito não tomaram atitude. Recentemente, fui estacionar no Canal 2, nas proximidades da Vila Belmiro, e um flanelinha pediu R\$ 100,00 por uma vaga pública: roubo, extorsão e crime. Não aceitei e saí do local. Depois, fiquei sabendo que dois deles foram pegos pela polícia, mas certamente não deu em nada. Em vez de procurar um trabalho sério, é bem mais fácil intimidar o cidadão de bem. Até quando vamos ter que aceitar esse crime ao tentar estacionar em uma via pública, algo que deveria nos dar total segurança? Quando nossos políticos irão parar de se preocupar em mudar nome de rua e criarão uma lei que trate esse assunto como crime? Mauro Jorge de Carvalho - Santos Trânsito Santos está doente e o sintoma mais claro se vê nas ruas. O que deveria ser um espaço de deslocamento seguro e ordenado virou terra de ninguém. A falta de educação no trânsito, somada à completa ausência de fiscalização, está destruindo a nossa mobilidade urbana. Todo santo dia enfrentamos o mesmo cenário inaceitável: carros fazendo suas próprias leis e travando o fluxo, bicicletas invadindo calçadas e roubando o refúgio dos pedestres e o caos dos ciclomotores e scooters rodando sem qualquer controle, ignorando regras básicas e colocando vidas em risco. Não podemos normalizar essa desordem. A construção de uma mobilidade verdadeiramente inclusiva passa obrigatoriamente por ruas seguras, monitoramento constante e uma fiscalização eficaz. Até quando vamos aceitar o caos como rotina? Adilelson Fagundes - Santos Balsas Emissão excessiva de fumaça preta por veículos movidos a diesel é sinal visível de combustão incompleta, elevação de material particulado e possível falha de manutenção, em absoluta desconformidade legal e com falha de controle. Pois é isso o que ocorre nas balsas da ligação Santos-Guarujá, comandadas pelo DH, do Estado, que demonstra desconhecer essas normas e não deve investir em manutenção preventiva. As embarcações estão com uma fumaça preta densa. É inaceitável que Estado, Capitania dos Portos e Cetesb não tomem providências. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Valor portuário Há longo tempo se insiste em estacionar, pagar, aumentar problemas e custos em vez de agregar valor à carga no Porto. Depreende-se que é a carência da infraestrutura manifestada em A Tribuna pela representante dos transportes de carga do litoral, que indica as atividades realizadas no entorno de importantes portos. Esses recebem de insumos a produtos industrializados, preparam a carga com marcas, embalagens e até transformações, agregando valor e não aumentando custos das mercadorias. Como Roterdã e outros, por que não se aplica esse conceito de plataforma logísticas no entorno dos terminais? Aluisio de Souza Moreira - Santos