[[legacy_image_262231]] Ilha Porchat ClubeO Ilha Porchat Clube de São Vicente foi levado à falência em decorrência das inúmeras multas aplicadas pela proibição de propagação do som das festas e bailes memoráveis que ali eram promovidos. Com o falecimento do presidente Odárcio, o clube simplesmente virou um belo e lucrativo bar, casa noturna ao ar livre onde todos os finais de semana promovem-se shows de bandas com música ao vivo em altíssimo e bom som, em área externa livre, sem qualquer proteção acústica, o que pode ser ouvido plenamente dos apartamentos mais altos do Bairro Ilha Porchat. Pergunto: mudou a legislação? Agora é permitido som em altos decibéis até as 2 horas da manhã? A Prefeitura de São Vicente fiscaliza? O Ministério Público está ciente? As autoridades competentes pelo alvará permitiram? O Clube Ilha Porchat tem participação nesses shows? Enfim, o que mudou de lá pra cá? Por que o clube não podia e agora pode tudo? O lugar é lindo, mas os envolvidos, se querem fazer do local uma casa de shows, então deveriam investir o mínimo para fechar/cobrir o lugar, promover acústica condizente, e então seguirem as vidas deles, sem incomodarem o restante da população, que nem sempre compartilha do gosto musical e, principalmente, dos horários das apresentações. Juliano da Silva Goulart - São Vicente Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Doutor Oto Auspiciosa a notícia publicada em nosso jornal, sobre o desembaraço dos exames médicos represados há muito tempo. Nesse campo, o meu primeiro passo havia sido a consulta particular para uma audiometria, depois houve a espera de mais de um mês por uma consulta com um clínico geral na UBS em que eu estava cadastrado. Porém, aí veio o remanejamento das unidades de saúde e para a qual me enviaram não remeteram o meu prontuário. Isso desde bem antes da pandemia e eu continuo aguardando pela consulta com o Doutor Oto. Mas quem sabe agora vai! Carlos d. N. da Gama Neto - Santos Marco do saneamento“As principais mudanças foram: 1) estender prazos relativos a condicionantes para acesso a recursos da União; 2) permitir que distintas formas de prestação dos serviços convivam, inclusive retirando o limite para PPPs (parcerias público-privadas); 3) abrir a possibilidade de as companhias estaduais de saneamento básico (Cesbs) regularizarem contratos de programas com municípios de sua área de atuação, esses sem licitação, inclusive o tempo do contrato regularizado é limitado pelo prazo para o atingimento das metas fixadas na lei (2033). É uma transição de dez anos, bem inferior aos 30 anos originalmente negociados no artigo vetado. A nova regulamentação não desestimula novos projetos de concessão e PPPs, mas permite que sejam combinados com a prestação pública, quando esta tiver capacidade e os entes federativos desejarem fazê-lo. O objetivo segue sendo universalizar, mas os modelos possíveis agora são diversos”. Ou seja, não existem “monstros”, existiram adequações necessárias e urgentes. Segue o jogo. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Viagem presidencialPara o leitor que nesta coluna, ontem, descreve inverdades sobre a viagem do presidente Lula e comitiva a Portugal e Espanha, muito diferente do ex-presidente, envolto nos maiores escândalos de roubo de joias, móveis e até moedinhas do Alvorada, quero aqui lembrá-lo que no desembarque em Madrid ninguém de farda foi preso, ao contrário da comitiva de Jair Bolsonaro, que, ao desembarcar lá, um de seus ajudantes foi pego com 39 quilos de cocaína num dos aviões e está preso até hoje. Que bela comitiva aquela, né? Isso é fato e não fake criminoso como o descrito ontem pelo leitor. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente JanjaPelo jeito a Dona Janja deve ser primeira-ministra gastadora da coroa petista e, claro, o PT grande defensor das despesas dos outros. Depois de mesa de R\$ 200 mil, sofá de mais de R\$ 65 mil, agora em Portugal vai a uma loja de grife internacional caríssima gastar. Em homenagem ao Lula, o ser mais honesto do Brasil. Marieta Barugo - São Paulo