Em Praia Grande, os moradores da Vila Antártica já estão acostumados a lavar as louças sujas o mais cedo possível, pois à noite dificilmente cai uma gota de água da torneira (Imagem Ilustrativa/Pixabay) Desafio e oportunidade Quando traçamos um objetivo, as barreiras que surgem à nossa frente são inevitáveis. No entanto, à medida que caminhamos com propósito, esses obstáculos perdem o caráter de impedimento e assumem o papel de lições, moldando-nos ao próximo estágio. Antes de se tornar um líder, é preciso ser aprendiz. Aprender a ouvir, observar e absorver o conhecimento ao nosso redor é a base da sabedoria. No início, o desconhecido pode parecer intransponível, mas à medida que assimilamos lições, essas dificuldades se transformam em marcos de nosso crescimento. Após o aprendizado, vem o treinamento. Aqui, o esforço é lapidado pela repetição, pela prática constante e pela disciplina. Nesse estágio, o erro é um professor rigoroso, mas necessário. O desconforto de sair da zona de conforto é o que impulsiona para a verdadeira transformação. Cada fase, com suas dificuldades, é um degrau Gregório José - Uberlândia (MG) Operação Comboio Na última quinta-feira, por volta das 17h, mais uma vez enfrentei a Operação Comboio na Rodovia dos Imigrantes, com a paralisação começando na altura da balança, sentido Litoral. Ou seja, cerca de 5 km antes do pedágio. Formou-se um comboio antes do comboio. Após o pedágio, tivemos o efetivo comboio e todos puderam observar que a visibilidade era superior a 200 metros, com a neblina alta. Lentamente, fomos nos movimentando, com muitos momentos de ‘para e anda’. Ao chegar no início da descida, quase 100% de visibilidade. Gostaria de saber como é feito o monitoramento para uma decisão desse tipo. Será que no século 21 ainda não temos forma melhor de administrar situações como essa? Marcos Storte - Santos Louça suja Em Praia Grande, os moradores da Vila Antártica já estão acostumados a lavar as louças sujas o mais cedo possível, pois à noite dificilmente cai uma gota de água da torneira. Aos trabalhadores que chegam tarde em casa, resta apenas crer que “os serviços serão retomados em breve”, como a Sabesp costuma pontuar sobre as recentes reclamações. Não se fala de outra coisa. Agora, os vizinhos se reúnem somente para comentar em que casa faltou ou não faltou água e qual foi o sortudo que conseguiu tomar banho após as 18 horas. Não dá para confiar e deixar para depois qualquer louça. Fica o recado da minha avó: lave a louça, tome banho cedo e encha as garrafas de água. Felipe de Lima - Praia Grande Santos Cidade planejada desde os primórdios, com o sanitarista Saturnino de Brito, Santos desfruta o prazer de ser uma das melhores do País em qualidade de vida. Gerações passadas de administradores preparam o terreno para o que temos hoje. Nossa história é retratada em inúmeros monumentos históricos; na cultura, temos teatro, cinema, música e uma infinidade de eventos artísticos de grande qualidade, com artistas locais e de projeção nacional. A praia lotada de esportistas e um jardim que encanta, além do Parque Valongo. Na educação, saúde e moradia, os desafios são constantes. Por isso, nós, munícipes, temos o dever de sempre reivindicar melhorias, pois não existe cidade pronta. Parabéns ao jornal A Tribuna por este espaço democrático e necessário para as opiniões. Obed Zelinschi de Arruda - Santos A cadeira Objeto invariavelmente usado para o descanso, teve uso nada nobre na sua existência. Não que não tenha sido usado como arma em outras ocasiões ao longo do tempo, mas por candidato à Prefeitura de São Paulo, nunca se viu. O agredido, um ser extremamente perigoso, já réu em processo criminal, golpista do WhatsApp contra idosos, temerário como guia turístico, é candidato ao Executivo da Capital com olhar para a eleição à Presidência da República e tem incríveis 20% de intenções de votos do eleitorado paulistano. O agressor, incansavelmente provocado pelo extremista de direita, sucumbiu às provocações e desferiu a cadeirada, amargando queda nos índices de aprovação. Reitero opinião já publicada aqui: destampou-se o esgoto na eleição de 2018 e será muito difícil recolher os dejetos e reenviar para o lugar que merecem. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Realidade Muitos produtos de consumo, desde roupas até alimentos, são resultado do esforço de trabalhadores que muitas vezes enfrentam condições precárias e salários baixos. Esse ciclo de exploração reflete um sistema econômico que prioriza o lucro em detrimento do bem-estar da mão de obra. Além disso, a carga tributária muitas vezes recai sobre os mais pobres, enquanto os benefícios e direitos básicos, como moradia, educação e saúde, permanecem inacessíveis para muitos. Essa realidade evidencia a necessidade de uma reavaliação das políticas sociais e econômicas, para que possamos construir uma sociedade mais justa e equitativa. Gilberto Pereira Tiriba - Santos