<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.41059" attr-version="policy:1.41059:1771793888" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.41059/legacy_image_228342.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Matheus Tagé/AT)</span></p> <p data-end="13" data-start="0"><strong data-end="13" data-start="0">Ciclovias</strong></p> <p data-end="322" data-start="15">Há seis anos, quando foi entregue o novo sistema viário da entrada dde Santos, as ciclovias foram esquecidas. O projeto que deveria ligar o Jardim Casqueiro, em Cubatão, à Avenida Martins Fontes, em linha reta, nunca saiu do papel. De quem é a responsabilidade por esse apagamento da mobilidade cicloviária?</p> <p data-end="355" data-start="324"><em data-end="355" data-start="324">Jessé Teixeira Félix – Santos</em></p> <p data-end="373" data-start="358"><strong data-end="373" data-start="358">Ciência (1)</strong></p> <p data-end="876" data-start="375">O Brasil celebra um marco histórico na saúde. Sob a liderança de Tatiana Coelho de Sampaio, pesquisadores da UFRJ transformaram 30 anos de estudos em uma realidade inovadora para pacientes com lesões na medula. Utilizando a polelamina para reconstruir conexões neurais, o estudo está devolvendo autonomia e movimentos a pessoas tetraplégicas. É o orgulho da ciência nacional, provando que a persistência brasileira pode quebrar as barreiras do corpo e oferecer um novo futuro para milhares de pessoas.</p> <p data-end="912" data-start="878"><em data-end="912" data-start="878">Gilberto Pereira Tiriba – Santos</em></p> <p data-end="930" data-start="915"><strong data-end="930" data-start="915">Ciência (2)</strong></p> <p data-end="1759" data-start="932">Quando a coisa é séria, ninguém procura um mágico, um adivinho ou um pseudocientista. No leito de um hospital, quem decide é a ciência. Protocolos, evidências, método, responsabilidade. Curiosamente, fora dali, muitos passam a relativizar o que funciona. Questionam vacinas, terapias, dados, profissionais formados, enquanto seguem conselhos de pessoas sem qualificação alguma — mas com boa retórica e alcance digital. A internet não criou a pseudociência, mas deu palco, volume e autoridade algorítmica a quem jamais teria relevância pela competência. Likes não substituem método. Alcance não equivale a saber. Popularidade não produz verdade. A ciência não é perfeita, mas é autocorretiva. Erra, revisa, testa, melhora. O achismo não faz isso. Ele apenas se adapta ao aplauso. Confiar na ciência não é fé. É responsabilidade.</p> <p data-end="1785" data-start="1761"><em data-end="1785" data-start="1761">Ricardo Murça – Santos</em></p> <p data-end="1810" data-start="1788"><strong data-end="1810" data-start="1788">Escala 6x1 e Selic</strong></p> <p data-end="2496" data-start="1812">O debate sobre a redução da jornada de trabalho, além de tardio, segue prejudicado pelo excesso de ruído sem qualquer vínculo com a realidade fática. Apela-se ao economês de almanaque como se fosse uma espécie ‘emplastro sabiá: aquele que cura tudo’. Assim, ‘inflação desancorada’, ‘estresse nas contas’, ‘queda no PIB’, ‘recessão’ e ‘deterioração macroeconômica’, expressões usadas para justificar a não redução da jornada de trabalho sem equivalente redução dos salários, são as mesmas que explicam a taxa Selic em níveis estratosféricos. Portanto, se uma e outra têm os mesmos efeitos, que se substitua a Selic de agiota pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários.</p> <p data-end="2520" data-start="2498"><em data-end="2520" data-start="2498">Mauro Silva – Santos</em></p> <p data-end="2532" data-start="2523"><strong data-end="2532" data-start="2523">Saúde</strong></p> <p data-end="3238" data-start="2534">Um dos maiores desafios recentes em saúde pública é a síndrome de Burnout, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um estado de esgotamento físico e emocional diretamente ligado ao trabalho. A síndrome é a soma de desgaste acumulado, ausência de pausas e falta de autocuidado, alertam os especialistas. Os gestores precisam prestar atenção nestes sinais em seus ambientes de trabalho. Entre as estratégias de prevenção, destaque para boa alimentação, sono regular e exercícios físicos - este último, de suma importância. O estresse crônico sem atividades que dão prazer pode causar vários problemas de saúde. Pessoas felizes e ativas reduzem as chances de vir a sofrer com esta síndrome.</p> <p data-end="3274" data-start="3240"><em data-end="3274" data-start="3240">Eduardo Ribeiro Filetti – Santos</em></p> <p data-end="3302" data-start="3277"><strong data-end="3302" data-start="3277">Projeto para o Brasil</strong></p> <p data-end="3697" data-start="3304">Qual terá sido o pecado quase mortal cometido pelos brasileiros para vivermos entre a nefasta e trágica polarização, com descabida crise institucional em todos os poderes? Aqui, ritos, valores e decência nada significam perante as ambições desmedidas de poder e riqueza. Urge que sejam restauradas a legalidade e a moralidade. É premente a elaboração de um novo e eficaz projeto para o Brasil.</p> <p data-end="3738" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3699"><em data-end="3738" data-is-last-node="" data-start="3699">Juan Manuel Villarnobo Filho – Santos</em></p>