<p data-path-to-node="0"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="0">Árvores em Santos</b></p> <p data-path-to-node="1">O programa Santos Sustentável é uma ótima ideia, com a qual concordo plenamente. A principal questão é: como arborizar as ruas que foram desmatadas para permitir a construção de centenas de sobrepostas e suas garagens, com autorização da mesma Prefeitura que agora apresenta essa meta? Importante também é garantir que tudo que foi e é plantado vingue e cresça, com acompanhamento profissional. Não adianta plantar 10 mil mudas e a maioria morrer.</p> <p data-path-to-node="2"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="2">Rubem Silva - Santos</i></p> <p data-path-to-node="3"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="3">Triste realidade</b></p> <p data-path-to-node="4">Hoje, faltam líderes com a estatura, a convicção e a experiência de Mario Covas, Leonel Brizola e Paulo Maluf. Multiplicam-se influenciadores a serviço do sistema, mais preocupados com audiência, popularidade e likes do que com ideias e projetos. Basta observar a quantidade de influenciadores eleitos na última eleição. Vivemos uma era de empobrecimento da política, em que a exposição muitas vezes vale mais do que o preparo. Uma triste realidade!</p> <p data-path-to-node="5"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="5">Gilberto Pereira Tiriba - Santos</i></p> <p data-path-to-node="6"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="6">Herança de Lula</b></p> <p data-path-to-node="7">Luiz Inácio Lula da Silva, objetivando ser reeleito presidente da República mais uma vez, diz que fará muita coisa, mas durante 20 anos, direta ou indiretamente, pouco fez além de abrir o cofre e submeter os mais humildes à dependência social, ao invés de ensinar a pescar para sobreviver com o fruto de próprio trabalho. O correto seria fazer o bolo crescer para depois distribuí-lo à população. Hoje, a herança que deixa é uma enorme dívida, com o Brasil à deriva, pagando anualmente R\$ 1 trilhão de juros. E com 40 milhões de brasileiros assistidos socialmente. Lula nocauteou o Brasil.</p> <p data-path-to-node="8"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="8">Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES)</i></p> <p data-path-to-node="9"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="9">Tarcísio</b></p> <p data-path-to-node="10">Tarcísio de Freitas, por sua história de vida, seu currículo e sua gestão à frente do Governo do Estado desde o início de 2023, demonstra com clareza que seria um excelente presidente da República. É possível acreditar na declaração de Flávio Bolsonaro, de que se eleito não será candidato à reeleição, e imaginar que ele fará a campanha para Tarcísio ser presidente do Brasil daqui a quatro anos?</p> <p data-path-to-node="11"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="11">José Antonio Marques Almeida - Santos</i></p> <p data-path-to-node="12"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="12">Navegabilidade</b></p> <p data-path-to-node="13">A editoria Porto & Mar entrevistou recentemente Estela Farina, diretora-geral da Norwegian no Brasil, sobre a passagem de navio da companhia pelo País na temporada de cruzeiros 2027/28. Ela reclamou da incidência de impostos sobre produtos a bordo, como bebidas alcoólicas e importados, mesma razão apontada em 2017 para deixar o Brasil. Aqui, porém, faço uma ressalva que converge com a necessidade de baratear as passagens: reduzir ou zerar a cobrança de 20% sobre bebidas e serviços de hotelaria nas cabines, além do fato de todas as despesas a bordo serem cobradas em moeda estrangeira, dólar ou euro. Certamente, reduzindo esses custos para os passageiros, o número de viajantes aumentaria, proporcionando a rentabilidade reclamada na entrevista.</p> <p data-path-to-node="14"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="14">Marcus Aurelio de Carvalho - Santos</i></p> <p data-path-to-node="15"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="15">Ocultação de dívidas</b></p> <p data-path-to-node="16">A Justiça da Bahia derrubou a última decisão judicial que permitia a ocultação de dívidas em consultas públicas. Com isso, a indústria do limpa nomes não poderá mais, como vinha fazendo através de liminares, esconder os débitos existentes e não pagos, assim como as restrições financeiras de devedores. Alguns contumazes, que se utilizavam desse expediente para enganar a boa fé de terceiros. Com a ocultação, segundo a Associação dos Cartórios de Protestos do Brasil, o prejuízo financeiro e econômico cometido chega a cerca de R\$ 130 bilhões em dívidas nos últimos cinco anos. Com Justiça ou sem ela, a verdade é que o nosso País não é para amadores.</p> <p data-path-to-node="17"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="17">Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos</i></p>