<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.373857" attr-version="policy:1.373857:1745970325" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.373857/legacy_image_293167.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Marcelo Camargo/Agência Brasil)</span></p> <p data-end="10" data-start="0"><strong>Dosimetria</strong></p> <p data-end="867" data-start="12">Ao sr. Ailton Pereira Bueno, respondo: tinha idade suficiente em 1979 para aprender que o golpe de 1964 aconteceu em 1º de abril. Como isso seria uma piada pronta, os militares recuaram para 31 de março. Ficava menos feio. Muitos foram os exilados sem pegar em armas, como Caetano, Gil e Chico, para ficar só nestes três. Participei da luta pelas Diretas Já. Celebramos até hoje a anistia de punições que atingiram só um lado da história. Onde estão as punições aos torturadores, assassinos e corruptos acobertados pelo manto da impunidade da ditadura? Estou do lado da democracia e contra comportamentos fascistas, racistas e misóginos. O delírio de uma luta contra o comunismo já não cabe mais. A luta existe? Sim, contra tentativas de golpe como em 8 de janeiro. Em uma coisa concordamos: a democracia é tudo aquilo que nos (toda a sociedade) favorece.</p> <p data-end="903" data-start="869"><em data-end="903" data-start="869">Renato Caetano de Jesus - Santos</em></p> <p data-end="903" data-start="869"><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9JSFuGehEFvhalgZ1n" style="color: rgb(0, 136, 204); text-decoration: none; font-family: "Lucida Grande", "Lucida Sans", geneva, arial, sans-serif; font-size: 12px; background-color: rgb(238, 238, 238);">Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp!</a></p> <p data-end="926" data-start="905"><strong data-end="926" data-start="905">Delírio e negação</strong></p> <p data-end="1521" data-start="928">Perfeita a disposição dos textos, no último sábado, neste espaço. Primeiro, uma carta com sensatez e coerência sobre o cenário político brasileiro já não poder mais ser explicado apenas pela polarização e, em seguida, um texto que exemplifica de forma clara o delírio coletivo citado, onde se tenta comparar dois governos com prioridades bem diferentes. Um focou em atender os lobbies e interesses financeiros, enquanto o atual reergueu a economia, gerou empregos e recuperou o respeito internacional, apesar de tudo que o Congresso Nacional fez para atrapalhar. Por isso, repito: aqueles não.</p> <p data-end="1545" data-start="1523"><em data-end="1545" data-start="1523">Rubem Silva - Santos</em></p> <p data-end="1564" data-start="1547"><strong data-end="1564" data-start="1547">Bicicletários</strong></p> <p data-end="2304" data-start="1566">Após quatro anos de reabilitação, consegui voltar a andar de bicicleta – o que, em Santos, me deixou especialmente feliz. Mas, ao utilizar a estrutura dedicada às bikes, começa o perrengue: onde estacionar com segurança? Existem poucos bicicletários e muitas bicicletas ainda ficam presas em árvores, postes e portões. Todo prédio e espaço público deveria ter bicicletários. Todo novo empreendimento, também, ainda que pagos ou sob autogestão. A cidade de Santos não deve tratar a bicicleta como transporte alternativo, mas como um meio altamente viável, barato, não poluente e saudável. Em políticas de sustentabilidade, acessibilidade e meio ambiente, bicicleta e transporte coletivo são prioridade. Carro é que deveria ser alternativa.</p> <p data-end="2330" data-start="2306"><em data-end="2330" data-start="2306">Ricardo Murça - Santos</em></p> <p data-end="2354" data-start="2332"><strong data-end="2354" data-start="2332">Números de camisas</strong></p> <p data-end="3097" data-start="2356">Nos tempos de hoje, temos visto os organizadores do nosso futebol fazerem mudanças que deixam todos perplexos. Algumas são necessárias, admito, mas outras nem um pouco. Vejam o caso das numerações das camisas. Antigamente, o jogador chegava no time e dizia que jogava em tal posição. O técnico logo entregava a camisa com o número conforme a posição que o atleta dizia atuar dentro das quatro linhas. Se era goleiro, ficava com a camisa 1. Se fosse lateral-direito, usava a 2. E assim a coisa iria até a camisa 11, destinada ao ponta-esquerda. Entre os reservas, a única camisa fixa era a de goleiro: 12. Hoje, o jogador chega no time, diz que atua com a camisa de número tal e pronto. Dessa forma, acabou mais uma tradição do nosso futebol.</p> <p data-end="3135" data-start="3099"><em data-end="3135" data-start="3099">Josemilton de S. e Silva - Guarujá</em></p> <p data-end="3147" data-start="3137"><strong data-end="3147" data-start="3137">Escala</strong></p> <p data-end="3706" data-start="3149">Todos os textos opinativos contra a implementação da escala 5x2 publicados na grande imprensa muito se assemelham a sambas de uma nota só, em uma comparação injusta ao clássico da MPB. Curioso também é que agouros da desindustrialização, quebra de empresas, precarização e outros argumentos similares se assemelham àqueles contrários, no passado, à abolição da escravidão, às férias remuneradas e ao 13º salário. Todavia, passa ao largo que, atualmente, o principal entrave à atividade industrial no País é a abusiva taxa de juros sem justificativa técnica.</p> <p data-end="3730" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3708"><em data-end="3730" data-is-last-node="" data-start="3708">Mauro Silva - Santos</em></p>