(Divulgação/Prefeitura de Santos) Descompasso A coluna Dia a Dia trouxe na semana passada informações sobre a arrecadação do Portus e uma reunião secreta entre interventor e lideranças. Só não foi informado que as ações em fase de execução, favoráveis ao Portus, somam aproximadamente R\$ 8 bilhões em contribuições não pagas pelas patrocinadoras. A maioria dessas ações já tramita há mais de 20 anos. Pelos números, se reajustados os benefícios e pensões desde 2020, restaurado o pagamento do 13º, extinta a cobrança extra de 18%, enfim, se todos aqueles benefícios pagos ao longo de mais de 35 anos voltarem e forem divididos pelos R\$ 8 bilhões, teríamos um fôlego de 32 anos. Pela idade avançada dos participantes, ainda sobraria bastante recurso para devolução às patrocinadoras. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! França (1) O 14 de julho é marcante na história da França. Celebrada também como o Dia da Queda da Bastilha, a data está intrinsecamente ligada à Revolução Francesa. Marcou um período de transformações sociais, políticas e culturais. Este ano, a data ganhou significado especial pela proximidade dos Jogos Olímpicos, evocando o patriotismo e a coragem do povo francês pela busca por liberdade e justiça, uma luta contra a opressão e defesa dos direitos fundamentais. Em resposta à leitora Marieta Barugo, quando jogadores vestem a camisa que represente o país e conclamam o povo a votar, o fazem exercendo a cidadania. Concordo com a falta de futebol apresentado (o que dizer da seleção brasileira?), porém os atletas nunca podem ser omissos ou se calarem diante das transformações que possam desestabilizar a nação. Gilles D. A. Schmitt - Santos França (2) Em sua carta com o título França, a leitora Marieta Barugo relaciona que os atletas franceses foram eliminados na semifinal da Eurocopa por terem se envolvido na política do seu país, esquecendo o futebol. Aproveitando o seu raciocínio, o mesmo deve ter ocorrido com os jogadores brasileiros na Copa do Mundo de 2022, quando perderam vergonhosamente para a Croácia, nos pênaltis, por 4x2, sequer indo para as semifinais. A situação foi tão séria que até hoje não reencontraram a sua decantada qualidade futebolística. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Por que não te calas? Sobre recente artigo de Ives Gandra, minhas considerações. A voz do povo é a voz de Deus e o capitalismo é a ditadura dos banqueiros. O dinheiro é quem manda. A grande massa dos povos paga o pato e os juros só beneficiam os banqueiros. A política é exercida, quase unânime, para finalidades próprias dos políticos. O povo que se lasque. Quem apoiou, apoia e continuar apoiando Bolsonaro foram, são e serão participantes direto do genocídio, da corrupção, do roubo, da falsificação, da agressão às mulheres, do racismo, da rachadinha, do enriquecimento ilícito... Assassinos de centenas de milhares de brasileiros. O povo não sabe votar e São Paulo é um exemplo disso, de cabo a rabo. Enfim, Ives, o senhor deveria ter mandado o Bolsonaro e seus apoiadores calarem a boca, mas com júbilo ao preconceito, manda o povo enfiar o rabo no meio das pernas e calar a boca. José Antonio Almeida Ohl – Santos Obra Estive na Policlínica Ponta da Praia, para coleta de sangue, na semana retrasada. Já na sala de procedimentos, havia uma parede parcialmente tomada pela umidade, ruídos e trepidações devido a uma obra que ocorre na sala ao lado, talvez para resolver o problema da umidade. O fato é que poeira e tinta chamavam atenção em um ambiente que deveria estar limpo para os procedimentos, mesmo com os funcionários limpando o tempo todo, além do barulho das pancadas, alto e desagradável. Não seria possível realizar essa obra em um horário sem atendimento? Por que submeter funcionários e cidadãos a esse incômodo? Anete Antunes - Santos Parque Valongo Visitei o Centro de Santos com minha família no último dia 6. Passeamos de bondinho, o que é radiante e nostálgico, vimos a apresentação do simpático e engraçado Zé Corneteiro, que nos fez rir muito, e fomos conhecer o novo espaço Parque Valongo. Trata-se de um espaço agradável, organizado, ainda um pouco estreito para o número de pessoas que deverão frequentá-lo em eventos. Logo será necessária a entrega das reforma dos outros armazéns. Outra ressalva é o acesso pela nova passarela, que tem escadarias e dois espaçosos elevadores, mas dificuldades aos trabalhadores em subir a pé, com bicicletas, sob sol, chuva, frio, ventania. Por que não investir em esteiras rolantes? Mesmo assim, parabéns ao prefeito e a todos os envolvidos pelo Parque Valongo. Oswaldo Martins Neves Jr - Santos