<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.516225" attr-version="policy:1.516225:1780310079" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.516225/Design sem nome - 2026-06-01T073426.325.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(@rafaelribeirorio / CBF)</span></p> <p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-end="19" data-start="0"><strong data-end="19" data-start="0">Derrota na Copa</strong></p> <p data-end="1238" data-start="21">Não causa estranheza a intromissão de Trump, pois essa Copa está muito esquisita. Como o árbitro precisou ser alertado pelo VAR para marcar aquele pênalti (perdido) para o Brasil? Esse critério das arbitragens de “deixar o jogo correr” mudou o esporte: não é futebol: é rúgbi. Seria para tornar o futebol palatável ao público ianque, familiarizado com aquele esporte onde os atletas usam protetores bucais? A Noruega pratica um esporte que não é futebol, mas um misto deste com rúgbi, permitido pelas arbitragens, obedientes às instruções recebidas. Não que a Seleção Brasileira merecesse mais, pois jogou muito mal. Bater um pênalti daquele jeito? Não treinaram? Acharam que não precisariam chegar aos pênaltis para vencer? Também o gol perdido cara a cara com o goleiro pelo Endrick complicou, ainda que ele conte apenas 18 anos, e tivesse acabado de entrar. Quanto à conduta de Neymar, sem advogá-lo, tratou-se de briga de cachorro grande, pois o goleiro e o próprio time norueguês não são flor que se cheire. Para finalizar, como pode um atacante, com fama de goleador, receber uma bola na entrada da grande área; ajeitar e bater com zagueiros brasileiros a três metros de distância? Nem na várzea se admite isso.</p> <p data-end="1262" data-start="1240"><em data-end="1262" data-start="1240">Mauro Silva - Santos</em></p> <p data-end="1281" data-start="1264"><strong data-end="1281" data-start="1264">A Copa acabou</strong></p> <p data-end="2084" data-start="1283">A Copa do Mundo acabou. Não porque a Seleção Brasileira perdeu para a Noruega, afinal os brasileiros já estão acostumados com isso há 24 anos. A copa acabou quando Gianni Infantino o atual presidente da Fifa manda revogar um cartão vermelho dado a Folarin Balogun durante o último jogo dos EUA na fase anterior. A interferência do governo americano na Fifa e no futebol é a falência da Copa do Mundo de futebol. Será que Trump irá exigir que o time americano não possa ser derrotado dentro de campo durante a competição? Como acreditar na lisura deste esporte? Não bastassem as Bets, temos a besta suprema Trump agindo de forma vil e criminosa no esporte. A extrema direita não constrói nada, não deixa legado por onde passa, apenas interfere naquilo que existe e não foi feito por ela em tempo algum.</p> <p data-end="2118" data-start="2086"><em data-end="2118" data-start="2086">Rafael Moia Filho - Bauru (SP)</em></p> <p data-end="2132" data-start="2120"><strong data-end="2132" data-start="2120">Inverter</strong></p> <p data-end="2982" data-start="2134">Dos 26 jogadores convocados pelo técnico Carlo Ancelotti para defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, apenas sete atuavam em clubes brasileiros, enquanto 19 jogavam no exterior. Que tal inverter essa lógica? É difícil acreditar que, em um país que sempre foi referência mundial na formação de jogadores, não exista, jogando no Brasil, por exemplo, um volante capaz de substituir Casemiro ou um defensor à altura para ocupar a vaga de Danilo. Da mesma forma, é preocupante ver uma seleção que depende quase exclusivamente de Vini Jr, que tem a sua jogada já “manjada” pelos adversários para decidir partidas. E, para completar, qual a justificativa para convocar um jogador com sérios problemas físicos e visivelmente sem condições ideais, inclusive psicológicas, de competir em alto nível? Quase esquecendo: Ancelotti é estrangeiro.</p> <p data-end="3021" data-start="2984"><em data-end="3021" data-start="2984">Marcus Aurelio de Carvalho - Santos</em></p> <p data-end="3044" data-start="3023"><strong data-end="3044" data-start="3023">Custos portuários</strong></p> <p data-end="3778" data-start="3046">O Presidente da Associação dos Terminais Portuários explora, em artigo publicado pela A Tribuna, o "Vessel Traffic Sistem (VTS)", sistema de controle de tráfego da navegação que, desde 2007 foi atribuido aos portos organizados como "Vessel Traffic Management Information Sistem (VTMIS)". O presidente aborda a questão do aumento de custo associado, em especial, aos seus repasses, as cautelas da Organização Marítima Internacional e às outras alternativas mais simples. Santos é, sistematicamente, reclamado pelos seus custos, e, há 20 anos trata desse sistema de controle para implantação. Assim, para evitar aumento dos dispêndios para a sociedade sugiro que as questões do artigo citado sejam examinados pelos órgãos competentes.</p> <p data-end="3815" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3780"><em data-end="3815" data-is-last-node="" data-start="3780">Aluisio de Souza Moreira - Santos</em></p>