A leitora Cristina Ferreira, de Campinas, escreveu sobre as Vilas Criativas de Santos (Arquivo/PMS) Estacionamento Na rua Luiz Suplicy, em frente ao número 49, no Boqueirão, em Santos, tem uma placa de estacionamento escolar. Acontece que essa escola fechou já há algum tempo e está funcionando no outro lado da rua. Essa placa confunde os motoristas que buscam vaga de estacionamento perto daquele local. Patrícia Ruas Gomes - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Segurança O caso do menino Ryan morto após ser baleado em um confronto policial em um morro em Santos na terça-feira passada e seu pai, que perdeu a vida no começo do ano também por bala perdida, traz uma discussão muito séria sobre segurança pública e transparência das operações policiais. Quando vidas inocentes são perdidas, especialmente em ações que devem garantir a segurança, é necessário que as autoridades se comprometam com uma investigação rigorosa. Em situações como essa, onde há relatos de abuso e violência policial, é fundamental garantir o acesso a todos os registros possíveis, como vídeos das câmeras de segurança, exames de balística, e outros documentos que possam confirmar o que realmente aconteceu. O monitoramento das ações policiais com câmeras e outros meios de controle pode ser um mecanismo importante para evitar excessos, proteger os direitos dos cidadãos e identificar irregularidades. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Passaporte O Bolsonaro só irá desfilar na posse do novo feitor da casa grande se o Xandão liberar o passaporte dele. E o Xandão já disse que não. Prepare a pipoca e o refrigerante para uma sessão de gargalhadas. Sílvio de Barros Pinheiro - Santos Pernas de pau Com todo respeito, o futebol brasileiro de hoje em dia está ficando difícil de assistir. Isso mesmo, difícil de assistir, porque os jogadores, principalmente os profissionais, que só treinam, viajam, jogam e descansam, estão errando passes numa distância de apenas uns dois metros. Não há mais aqueles jogadores que faziam aquelas jogadas pensadas e ensaiadas, que quase sempre terminavam em gols. Os jogadores de antigamente se posicionavam sempre em locais de fácil visualização, para receberem as bolas, que facilitavam as jogadas de gols. Quem é do meu tempo, e viu o time do Botafogo do Rio de Janeiro jogar, em sua cabeça logo vem: Didi folha-seca, que ao pegar a bola, olhava todo o campo, e lançava a bola falando alto o nome do companheiro. Na defesa, quem não ouviu falar no nome de Carlos Alberto Torres, Ditão, Wladimir, Clodoaldo?. No ataque, tínhamos jogadores como o meio-campista Zito, Djalma Dias, e outros que me fugiram da cabeça, Na linha de frente, tínhamos Vavá, Garrincha, Casagrande, Zagalo, Ademir da Guia, Pelé e tantos outros, que daria pra ficar a semana inteira escrevendo. Hoje, para assistir um jogo, temos que estar munidos de óleo-de-peroba, para passar nas inúmeras pernas de pau. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Vila Criativa Se há um projeto da Prefeitura de Santos que deve ser aplaudido, é o das Vilas Criativas. São várias modalidades, que vão desde diversos tipos de danças, a ginástica, pilates, dentre outros. Esta semana os grupos das diversas vilas, dos diferentes bairros da cidade se apresentaram no teatro Municipal. Foi um espetáculo emocionante, muito bem montado por seus professores, e o qual pôde-se admirar a apresentação destes grupo, principalmente por idosos, com idade bem avançada. Este projeto está proporcionando a estes idosos, um novo renascer, o qual muitos têm encontrado o caminho para a cura da depressão e da solidão. Meus parabéns à Prefeitura de Santos, aos professores e aos alunos, por um projeto que poderia ser replicado para outras realidades do Brasil. Cristina Ferreira - Campinas Pseudointelectuais Atualmente está cada vez mais “fácil” escrever textos e artigos sobre quaisquer temas, que alcançam muitos leitores, proporcionado principalmente pelas redes sociais e outros veículos de comunicação. Esses textos podem se referir a temas específicos, mas também aleatórios e não específicos, o que é muito comum hoje em dia, em que os autores parecem demonstrar conhecimento sobre todos os assuntos. Estes textos, que aparentam profundidade e erudição, não possuem uma base sólida de conhecimento, e quem os escreve tenta impressionar ou confundir o leitor com uma aparente compreensão de diversos assuntos. Mas geralmente a argumentação é superficial, sem real domínio dos assuntos abordados, e, muitas vezes, com a pretensão de “transmitirem ensinamentos”. São os denominados pseudointelectuais, que possuem necessidade de reconhecimento ou de autoafirmação. O que interessa para esses pseudointelectuais é escreverem muito para ficarem em evidência. Augusto Luiz Oliveira da Costa - Santos