(Rogerio Soares/Arquivo AT) El Niño Meteorologistas são unânimes no alerta sobre o poderoso El Niño, que segundo o Climatempo tem potencial para ser de “forte a muito forte”, com efeitos no inverno e na primavera. O Super El Niño ameaça o Brasil com desastres climáticos extremos, incluindo secas severas no Norte/Nordeste, enchentes, tornados e temporais no Sul e Sudeste, além de ondas de calor intenso. O fenômeno, intensificado pelas mudanças climáticas, pode ser um dos mais fortes das últimas décadas, afetando a agricultura e a infraestrutura. Não é a hora dos governos iniciarem obras emergenciais para minimizar os estragos, além da preocupação com a vida da população? Mauro Jorge de Carvalho - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Sinal de alerta O que aconteceu no Congresso foi um alerta. A rejeição de Jorge Messias ao STF, supostamente trocada pelo engavetamento da CPI do Banco Master, mostra que instituições estão sendo usadas para blindar interesses financeiros. Pior ainda: manobras para reduzir penas de políticos abrem precedentes perigosos que beneficiam até criminosos de alta periculosidade, como Fernandinho Beira-Mar. Quando a justiça é flexibilizada para um, a segurança de todos é ameaçada. O Congresso aposta no seu esquecimento e na polarização para agir em causa própria. Este ano temos eleições. Não vote por memes ou paixão cega; pesquise o histórico e use seu voto para renovar quem nos representa. O troco à impunidade começa na urna. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Mente treinada Com os avanços da ciência, a ideia de “burrice” perde força. Psicologia e neurociência mostram que o cérebro é plástico: aprende, se reorganiza e se desenvolve ao longo da vida. Treino, estímulo adequado, relações sociais e ambiente cultural influenciam mais do que rótulos. Isso não significa que todos tenham as mesmas facilidades, mas indica que desenvolvimento não é destino fixo. Pessoas que tiveram formação precária podem avançar significativamente quando encontram orientação, disciplina e oportunidade. Esforço conta. Contexto conta. Estímulo conta. Talento isolado não explica trajetórias. Mentes não nascem prontas — são moldadas. E quanto mais cedo houver incentivo ao aprendizado, maior a chance de cada um alcançar o melhor que pode ser. Ricardo Murça - Santos Santos Santos já atingiu o seu ponto de esgotamento, não só no trânsito, mas no silêncio que sumiu, no espaço que acabou, no concreto que engoliu as árvores e prédios que roubam o sol das ruas. Santos está saturada e já ultrapassou a sua capacidade quando cada metro quadrado vira disputa. Mas saturação também é aviso, é a cidade pedindo respiro. Menos espigões, menos carros, mais parques, menos pressa e entender que áreas verdes não são desperdício, e sim pulmão. Silêncio é saúde e árvore na calçada não é enfeite, é infraestrutura. Estamos trocando praças por shopping, casa por espigão, o barulho do trânsito se torna paisagem sonora, a pressa vira cultura e o estresse vira identidade. O pior é que a gente normaliza tudo isso e acha que é coisa de cidade grande. Não, é cidade mal planejada. Odair de Souza Campos Júnior - Santos Ponderações Mais uma vez uma opinião questionável e tendenciosa propaga mentiras neste espaço. Acorda mesmo, Brasil, pois esta será a eleição que decidirá o nosso futuro por décadas. As bets foram liberadas e protegidas por Bolsonaro e seu cativo no Congresso; o imposto de importação citado já existia, não era aplicado e passou a ser após intensa pressão do setor produtivo nacional. Sobre o fim da jornada 6x1, não são “dias a mais de descanso”, e sim dois dias para conviver com a família e desfrutar da vida conquistada nos outros cinco, pois gente feliz produz mais e melhor. Liberar emendas virou política pública desde que sequestrar o Orçamento virou uma imposição do Congresso. Rubem Silva - Santos