[[legacy_image_322897]] Anatomia do ódioUm dos textos mais interessantes sobre o momento que vivemos é o do cientista político Alcindo Gonçalves, sobre o atual estado de beligerância em que estamos envolvidos (Anatomia do Ódio, publicado dia 26). Radicalização absoluta expressa em confronto aberto entre amigos, desprezando a arte de discutir, conversar, respeitar, trocando pela violência, gerando inimizade, ou perda do amigo. Essa polarização invade vida privada, afetando relações familiares e pessoais. Uma multidão ludibriada pela propaganda das fake news põe em risco nossa incipiente democracia. Acredito que este estado de coisas continuará nas eleições deste ano, mas parabenizo Alcindo Gonçalves pelo alerta que nos faz, com muita propriedade. Será que haverá respeito às ideias e programas de governo? Como diria Noel Rosa, é o “X do Problema”. Obed Zelinschi de Arruda - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Paz e amorEm relação à carta do sr. João Horácio Caramez, concordo com ele. Também não vi fila para picanha, porém, em compensação, acabaram as filas de pessoas famintas correndo atrás de caminhões para pegar ossos (isso eu vi em fotos e vídeos). Para se caminhar uma légua, basta dar o primeiro passo e o primeiro passo já foi dado a partir do momento que o consumo de osso acabou. Pedro dos Santos Neto - Santos Saudade do passadoSerá que no Brasil ainda existem cidades como antigamente, onde as pessoas podiam dormir com as janelas abertas? Lembro-me que, no ano de 1961, meu saudoso pai viajou para Brasília para trabalhar de pedreiro em sua fundação. Eu, com 10 anos de idade, era o homem da família, que era formada por três meninas e quatro meninos, com a minha mãe grávida do oitavo, que nasceu em Taguatinga (DF). Naquela época, aqui no Pae Cará, havia um senhor alagoano, conhecido por Manelão. Muito amigo de meu pai, ele disse: “Vá em paz, meu amigo Marcolino, que eu tomo conta da sua família”. Pois bem: meu pai passou quase seis meses fora, até irmos morar em Brasília, e nada nos aconteceu. Fico pensando: se fosse hoje, nunca meu pai faria o que fez! Josemilton de S. e Silva - Guarujá BalsasO sistema de balsas está há muito tempo superado, em todos sentidos (agilidade, segurança, conforto etc.). A situação atual é um desrespeito a usuários da região e turistas e só mudará com a privatização total do serviço, sendo o Estado um mero arrecadador, visto as dificuldades para acompanhar as necessidades que a demanda impõe, além de operar com déficit permanente. O custeio será total dos usuários e não da sociedade. Uma vez implantado o sistema, será mais um cartão-postal da região e modelo a outras travessias. Valter José Vieira - São Vicente ApocalipseNo Brasil, parte dos eleitores votou no Bolsonaro. Nos EUA, parte dos eleitores votou no Trump. Na Argentina, parte dos eleitores votou no Milei. Até hoje vemos alguns eleitores elogiando Paulo Guedes, considerando-o “o melhor ministro da Economia do mundo”. Fica a pergunta: é um prenúncio do apocalipse? Pedro dos Santos Neto - Santos RespostaEm resposta ao leitor Sérgio Francisco, a Prefeitura de Santos informa que o serviço com apicultor para auxiliar a poda de árvores já está em processo de contratação, cuja conclusão do trâmite está prevista para até 60 dias. As árvores com a eventual presença de colmeias são acompanhados por equipes da Secretaria das Prefeituras Regionais. Os munícipes podem pedir auxílio pelo telefone da Guarda Civil Municipal (153) e/ou para a Ouvidoria Municipal (162). Diretoria de Comunicação da Prefeitura de Santos Assassinatos importam?Lamentável o assassinato do sr. Thiago Rodrigues, em Guarujá, como todas as outras mortes, como a do cachorro pelo guarda municipal de Santos (sim, vidas animais importam tanto quanto de seres humanos) ou do ‘Zezinho da Esquina’, que levou um tiro depois de um assalto, por exemplo. Por isso, levanto a questão: políticos e até jornalistas estão fazendo um escarcéu por esse fato – que, repito, é lamentável –, mas e o cachorro e o ‘Zezinho da Esquina’? Por que essas pessoas não se revoltam e pedem celeridade nas investigações de todos os crimes? Fabricio Xavier Leonardo - Santos PerguntaPessoas festejam a devolução de R\$ 6 bilhões, para a Petrobras, pela quadrilha da Lava Jato. Mas sumiram outros R\$ 22 bilhões, extorquidos mediante chantagem e terrorismo nos acordos de leniência promovidos pelos ‘justiceiros’ de Curitiba. O Tribunal de Contas da União (TCU) quer saber onde foi parar essa fortuna. A dupla dinâmica não explicou até hoje. Silvio de Barros Pinheiro - Santos