[[legacy_image_276914]] Fogos nos estádiosO que ocorreu no Estádio Urbano Caldeira, na partida entre Santos e Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro de 2023, foi "um acontecimento anunciado", como se diz. Assistindo aos jogos pela TV, dificilmente deixamos de ver as torcidas, principalmente dos chamados times grandes, soltarem fogos de artifício, de iluminação, bombas de fumaça etc., obrigando os árbitros das partidas a pararem os jogos por alguns minutos, ou mesmo definitivamente, como foi na partida de quarta-feira, na Vila Belmiro. Me admira muito a quantidade de fogos que entra nos estádios sem que o pessoal da revista perceba. No meu entender, as ligas, federações, CBF, Fifa ou qualquer tipo de autoridade deveriam punir severamente, até com cadeia, os (ir)responsáveis pelas roletas de entradas dos estádios. Por fim, faço uma pergunta que muita, mas muita gente mesmo, gostaria de fazer: “Será que as pessoas (ir)responsáveis pelas revistas, que são contratadas só para fazer isso, são aquelas com problemas de visão?”Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Cão abandonado Você já parou para pensar sobre o que um cão sente quando é abandonado? Alguns cães, quando veem seu dono sair de casa, começam a tremer, chorar, latir incessantemente, mordem objetos. Eles não sabem que o dono vai voltar em pouco tempo. Infelizmente, não são todas as pessoas que se preparam para lidar com o trauma de um cão, e o abandonam novamente. Assim, se autoconscientizar e buscar informações para cuidar corretamente de seu totó é um ato de amor e responsabilidade pela vida animal. João Horácio Caramez - Santos Novo imposto Tenho acompanhado, com muita esperança e otimismo, a criação do novo imposto IVA, que deverá substituir os impostos federais (IPI, PIS e Cofins), estaduais (ICMS) e municipais (ISS). Entretanto, espero que essa distribuição seja automática, isto é, na hora do pagamento, os bancos e/ou outros órgãos arrecadadores creditem imediatamente as percentagens devidas, diretamente nas contas dos municípios, estados e União. Evitando que os governos estaduais e municipais tenham que, periodicamente, “esmolar” ao Governo Federal os valores aos quais tenham direito. Luiz Antônio Alves de Souza - São Paulo Porto & Mar Desejo parabenizar o jornal A Tribuna, do qual sou leitor e assinante, pela excelência e quantidade de matérias referentes às atividades portuárias. Em 1987, quando comecei a lecionar na Faculdade de Administração do então Ceuban, o jornal tinha uma coluna que ocupava menos do que uma página, assinada pelos jornalistas Armando Akio e José Carlos Silvares, a quem presto minhas homenagens pela iniciativa, que usava em minhas aulas. Em 1990, com a criação da Universidade Metropolitana de Santos, tendo como mantenedor o prof. Rubens Viegas e tendo como reitora a saudosa profª Rosinha Garcia de Siqueira Viegas, fui nomeado diretor dos cursos presenciais de Administração, Comércio Exterior, Ciências Contábeis, Economia e Marketing (FACCE), chegando em 1996 a cerca de 1.400 alunos e 50 professores, ocasião em que o jovem Prof. Hélio Fernando Hallite da Rocha Santos, vindo da Sunaman, fez decolar o Projeto Porto de Santos, que previa visitas ao porto dos alunos da FACCE, com autorização da Capitania dos Portos e palestras no auditório da Codesp. Muitas visitas foram realizadas, com a acolhida da Codesp e divulgação em Porto & Mar. Foram realizadas três viagens aos portos de Roterdã, na Holanda, e Le Havre, na França. O jornalista Armando Akio fez parte do corpo docente da FACCE e participava da equipe de correção de dissertações dos vestibulares da Unimes. A minha homenagem aos jornalistas Armando Akio e José Carlos Silvares, ao prof. Hélio Fernando Hallite da Rocha Santos, à equipe de professores da época e aos atuais membros das empresas que fazem parte das atividades do porto e a seus colaboradores, símbolo e modelo de organização e trabalho na cidade da Santos para portos de outros países.Nívio André de Rezende - Santos Prefeitura responde Em atenção à carta do leitor J.A.Nogueira de Sá, a Prefeitura de Santos esclarece que oferta ampla estrutura para atender a famílias e crianças em situação de vulnerabilidade. Equipes de abordagem social especializadas neste segmento, de crianças em situação de rua ou de trabalho, atuam 24 horas por dia nas ruas da Cidade. Crianças não podem estar nas ruas e muito menos trabalhando. Estas equipes podem ser acionadas pelo telefone 153, a ligação é gratuita e a pessoa não precisa se identificar. A população em questão tem como característica ser flutuante e a participação da sociedade denunciando situações de trabalho envolvendo crianças é fundamental. A Secretaria de Desenvolvimento Social de Santos prepara a ampliação deste serviço, com a contratação de novos técnicos por meio de concurso público e a aquisição de novos veículos. Ao mesmo tempo, estamos ampliando o diálogo com outras cidades da região, pois, segundo dados relativos a 2022, cerca de 80% das pessoas abordadas residem em outros municípios da Baixada Santista. Reforçamos a importância de, a cada caso, as equipes da abordagem social serem acionadas pelo telefone 153. Diretoria de Comunicação da Prefeitura de Santos