[[legacy_image_260674]] Lenda urbana? E não é que agora querem fazer mais uma alternativa de acesso à Capital? Isso seria mais uma lenda urbana? Já não basta as que já temos, como o túnel que ligaria a Zona Leste com a Zona Noroeste, o túnel Santos-Guarujá, a abertura do Canal 3 com a Rua Cunha Moreira para facilitar e aliviar o trânsito para acesso à Avenida Conselheiro Nébias, a reurbanização da Avenida Conselheiro Nébias, o trem Santos-São Paulo... enfim, várias promessas vazias de campanhas eleitorais. Enquanto isso, no picadeiro, os eleitores tentam se virar como podem! Adilson de Almeida Moreira - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O rei está nu Lendo o artigo Cem dias de Napoleão, de Rodolfo Amaral e Verônica Mendrona, me fez lembrar da fábula O Rei está nu, pois enquanto militantes e parte da imprensa engajada cegamente aplaudem o pretenso sucesso dos 100 dias de governo, ali eles gritaram “o rei está nu”, expondo a verdade aos incautos que não querem enxergar um governo que prima pelo marketing, fazendo-os esquecer das promessas de campanha. Somaria a isto a condução da política externa, com o habitual apoio às nações amigas (dele), que se notabilizam por ações antidemocráticas/populistas e que estão arrasando seus países economicamente. Acrescente-se a recente viagem à China, que face às suas declarações, mostrou que a real finalidade dela foi puramente política, com o objetivo de afrontar os países ocidentais, particularmente os EUA, e indo ao encontro do objetivo chinês. Por isso, os braços abertos para receber o mais importante país sul-americano. O coroamento desta triste iniciativa foi a o não reconhecimento da independência de Taiwan, abrindo espaço para o apoio de sua anexação pela China. Ademir Alonso Rodrigues - Santos 100 dias Gostaria que o leitor Antônio Sérgio de Jesus lesse com muita atenção o artigo escrito pelo economista Rodolfo Amaral e por Verônica Mendrona, na edição do último sábado, por sinal, mesmo dia da publicação da carta dele. Quem sabe assim consegue entender melhor o nome da construtora que conseguiu construiu e entregar mais de 5.000 casas em 100 dias .Jorge da Silva Yanez - Santos Trânsito em Guarujá Todas as vezes que passo pela Avenida Atlântica, que mais se parece com uma rua, me vem um pensamento: onde será que os engenheiros do setor de trânsito da Prefeitura de Guarujá estudaram? Isso mesmo. Em que escola estudaram, porque para fazer aquela rua que apelidaram de avenida e que na realidade é uma rua muito estreita, não podem ter estudado em uma faculdade de engenharia de qualidade. No município, há ruas bem mais largas e amplas que essa “rua/ avenida”. Nos horários de maior movimento, os ônibus têm que disputar com os automóveis. Isso quando não tem algum morador que estaciona seu veículo em cima das calçadas, sobrando um espaço que mal dá para o ônibus passar. Por esse motivo, muitas vezes, formam-se filas que dependem muito da boa vontade dos motoristas. Na minha modesta opinião, a Superintendência de Trânsito e Transporte Público de Guarujá deveria dar continuidade na Avenida Mário Daige até o final da Avenida São João, na Vila Áurea, liberando a Avenida Atlântica, para o tráfego de carros menores. Esse trabalho, com boa vontade, demoraria no máximo uns dois meses de trabalho. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Escolástica Rosa O Escolástica Rosa continua abandonado e se torna um risco para saúde pública. Apesar de terem divulgado a intenção de se fazer um projeto ambicioso nas instalações do Escolástica Rosa, fisicamente o imóvel continua num estado de completo abandono. A rede que evitava que as pombas fizessem ninhos na parte interna não existe mais e há mato por toda parte interna e com inúmeros caramujos na sua parte da frente, nos muros e, inclusive, na calçada em frente ao imóvel e na avenida. Imagina o que deve ter dentro dessas instalações. A Prefeitura e a saúde pública precisam tomar as devidas providências, pois esses caramujos sobem pelas paredes e muros, gerando riscos para os imóveis vizinhos e as pessoas que circulam nos seus arredores. Carlos Sulzer - santos