( Pixabay ) Despertar da cidadania Não deixe a desilusão abater sua personalidade. Se você está nesta situação, reaja, participe, faça valer a sua escolha do seu melhor candidato. Afinal, todos nós somos responsáveis por tudo que acontece em nossas vidas. Desperte sua cidadania comparecendo às urnas nesta eleição. J. A. Nogueira de Sá - Santos Discurso de ódio Pablo Marçal parece estar utilizando o discurso de ódio como uma estratégia para se destacar no cenário político, imitando táticas que já foram empregadas por Bolsonaro. Essa abordagem, ao capitalizar sobre a polarização e provocar reações, pode inicialmente parecer vantajosa, mas é arriscada. A escalada da violência, que saiu do ambiente virtual para a vida real, reflete uma mudança preocupante na dinâmica política. A dependência do conflito e da provocação pode não apenas afastar eleitores que buscam um debate mais civilizado, mas também potencialmente incitar reações violentas. Se Marçal não considerar essas consequências, ele pode se ver em um cenário desfavorável. Gilberto Pereira Tiriba - Santos A máscara caiu O PT, ao reconhecer a eleição fraudulenta de Nicolás Maduro na Venezuela, fez cair a máscara desse partido, que como outros fala em “defender a democracia”. Na realidade, vivemos sob regime de uma pseudodemocracia, que pune o cidadão se esse não votar e tem como pilar uma Constituição em que o povo não passa de uma citação. A Carta Magna, por sinal, se tornou uma autêntica colcha de retalhos, pois recebe emendas para favorecer interesses dos políticos. Faz-se urgente a criação de uma nova Constituição, que realmente favoreça o cidadão, eliminando as prerrogativas dos três poderes. Na prática, a Constituição atual foi feita somente para eles, assegurando superpoderes. Djalma de Jesus - Santos Abuso criminoso Como a solução sobre o cancelamento unilateral dos planos de saúde coletivos dormita nas gavetas da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, a Defensoria Pública da União, o Instituto de Defesa do Consumidor e o Procon-SP enviaram ofício à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) cobrando medidas urgentes. Os atingidos por essa insensibilidade são pessoas idosas, com deficiência, crianças atípicas ou com terapias em andamento. Mesmo com a ANS afirmando que o cancelamento unilateral só ocorre em casos de fraudes e inadimplência, o descredenciamento não para de crescer. As justificativas são aumento de custos de cobertura e carteiras deficitárias. Ora, todo administrador sabe que oscilações de custos ocorrem e já estão apropriadas no valor do plano. O que não se concebe é a frieza do cancelamento a cidadãos em vulnerabilidade. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Economia O Brasil conquistou em 2008, pela primeira vez e no Governo Lula, o atestado de bom pagador, o chamado grau de investimento, que foi perdido na conspiração contra o Governo Dilma. Agora, durante o terceiro Governo Lula, vamos recuperar esse título. O duro é que não ouvimos zurros, uivos, latidos e relinchos desmerecendo mais essa conquista. Silvio de Barros Pinheiro - Santos A exploração do jogo A propósito de comentário sobre a regulação dos jogos no Brasil, saliente-se em particular a negligência dos parlamentares em tratar a matéria de tamanha relevância e com gravíssimas consequências para as famílias brasileiras. Temos, sem sombra de dúvida, o pior Parlamento da história do Brasil. Pessoas despreparadas para legislarem sobre questões de alta relevância para a sociedade, que buscam satisfazer seus interesses particulares em detrimento da sociedade. Lamentável! Paulo Roberto de Santana - Santos Brasil na ONU Parece que os comentários da última quarta-feira nessa coluna são de pessoas que colocam mais o lulismo e o petismo à frente da racional visão do que realmente foi a passagem do Lula na ONU. Replico aqui uma parte do comentário do editorial do Estadão do dia 27. “Eis a dura verdade: para China, Rússia, Irã e outras autocracias, Lula não passa de um ‘idiota util’; para o Ocidente, ele é, na melhor das hipóteses, um fanfarrão inútil, e, na pior, um ressentido cínico. Talvez a mais eloquente imagem do tour de Lula por Nova Iorque tenha sido o discurso na cúpula ironicamente chamada ‘do Futuro’, em que a organização se viu obrigada a cortar o seu microfone por estouro de tempo, e o envelhecido líder foi deixado gesticulando aos quatro ventos”. Carlos Sulzer - Santos Pets É impressionante o pouco caso dos tutores de cães de Santos que usam a faixa de areia para levar seus pets para passear. Os avisos da Prefeitura são raros e misteriosamente desaparecem. Temos a Guarda Municipal, mas ela não muda esse quadro. Com isso, sempre me deparo com fezes de animais quando faço minhas caminhadas. Uma pena. Paulo Bernardo Nascimento - Santos